<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624</id><updated>2012-02-19T00:20:28.054-02:00</updated><category term='O Resto'/><category term='Especial: O Dia Em Que A Música Morreu'/><category term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><category term='1 lista com 5'/><category term='Livros e Escritores'/><category term='Rock Gaúcho'/><category term='Vídeos - Rock Nacional'/><category term='Crônicas'/><category term='Sobre o Blog'/><category term='Vídeos - Diversos'/><category term='Filmes e Atores/Atrizes'/><category term='Blorkutando'/><category term='Músicos'/><category term='Vídeos - Programas'/><category term='Aos Meus Amigos'/><category term='Rock Nacional'/><category term='Futebol'/><category term='Frases de...'/><category term='Parcerias'/><category term='Rock Internacional'/><category term='Pensamentos e Idéias'/><category term='Hoje é dia...'/><category term='Contos'/><category term='Causos'/><category term='Vídeos - Rock Internacional'/><category term='Vídeos - Rock Gaúcho'/><category term='Informações e Curiosidades'/><category term='Selos'/><category term='Outras Músicas'/><category term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Alguma coisa a mais pra ti ler...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>358</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8310446127933290901</id><published>2012-02-17T16:57:00.002-02:00</published><updated>2012-02-17T16:57:52.954-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Causos'/><title type='text'>O causo da porquinha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E naquela trova com todo mundo ainda sentado ao redor da mesa, depois do belo churrasco de domingo e antes de carpetear, não é difícil relembrar os tempos passados e as histórias das redondezas. Não posso negar que a mais divertida e que jamais canso de ouvir é o causo da pobre porquinha. Ah, mas o pai não gosta nada de contar, acho que a consciência ainda lhe pesa. Diz ele:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Eu era guri novo, sabe como é, e com esse teu tio e o primo dele... - Mas na insistência ele conta: - Bom, tu sabe, fomos os três pra praia, fazer farra, sabe como é gurizada. Aí entre cerveja e baralho...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Foi na mesma viagem que vocês quase se mataram porque as cervejas tinham acabado e tinha um lugar vazio no engradado? Vocês brigaram por achar que um tinha roubado a cerveja pra tomar sozinho, isso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- É, acho que foi nessa. E quando nem olhávamos mais na cara um do outro, alguém descobriu a garrafa apoiando a janela. Vazia. Mas indo adiante, vez ou outra a gente levantava da cadeira pra esticar as pernas, numa dessas um piá estava do lado de fora vendendo algo.... Lembra o que era, compadre?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Acho que era pamonha... Ou pé-de-moleque. Algo assim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Isso, aí acho que tu deu uma trovada no guri, não sei se chegou a comprar algo. Mas enfim, o guri foi embora. Voltamos ao baralho e de noite um deles dois ouviu um barulho. Eu não ouvi nada. Jurava que eles tavam bêbados e escutando coisas, mas eles teimaram. Foi um deles lá fora e voltou dizendo que era um porco. Veio pedir ajuda pra pegar o bicho. Fui contra, mas sabe né, já tínhamos bebido muito e eles insistiram... Achei que não iam conseguir, mas os dois pegaram o pobre do bicho. Me neguei a fazer parte da matança e disse pra eles irem pra um lugar em que não fizesse muita sujeira. Os dois carregaram o bicho que não parava quieto pro banheiro. Vindos do campo, os dois sabiam como matar o porco. Foram lá e despedaçaram o bicho. Pra mim sobrou limpar a bagunça. As lajotas do banheiro estavam meio frouxas e por dias a gente pisava no banheiro e jorrava sangue de porco de algum lugar. Terrível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Nem vem, compadre, tu bem que comeu o porco também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ahh, nem me fale. Lembra? Passamos dias comendo porco de tudo que é jeito e aquela carne não acabava nunca! Demorei um tempo pra conseguir olhar pra carne de porco de novo depois disso. Mas a parte pior não foi o sangue no banheiro ou a carne interminável. Quando quase enlouquecíamos com aqueles montes de carne, o piá que no dia do surgimento do porco veio vender pamonha ou seja lá o que ele vendia, apareceu com cara de choro, olhos atentos a qualquer sinal, e pediu com uma voz lamuriosa: "Moço, vocês não viram uma porquinha por aí? Ela sumiu, era de estimação...".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8310446127933290901?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8310446127933290901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8310446127933290901&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8310446127933290901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8310446127933290901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/02/o-causo-da-porquinha.html' title='O causo da porquinha'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3915443922425356498</id><published>2012-02-14T10:30:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T10:49:09.674-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>O inocente - John Grisham</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;John Grisham é conhecido por suas fantásticas histórias criminais, muitas das quais foram transformadas em filmes, como "O dossiê pelicano", "O cliente" e "O homem que fazia chover". Todas ficções criadas com base no seu conhecimento jurídico e sua carreira de advogado. Mas há pouco tempo descobri que ele tinha um livro baseado em fatos reais. Precisamente um mês atrás, quando recebi o livro "O inocente" que a minha &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;colega de GA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/04116527537739386877"&gt;Erica Ferro&lt;/a&gt;, me deu.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_MQ4KSoPUV-8/S647lQHRnZI/AAAAAAAAE4I/j-wrB7mq8ro/s1600/aec9ed6e-02dc-4a29-af3f-95ca3d916431.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_MQ4KSoPUV-8/S647lQHRnZI/AAAAAAAAE4I/j-wrB7mq8ro/s320/aec9ed6e-02dc-4a29-af3f-95ca3d916431.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;A história que Grisham conta, ele conheceu ao ler o obituário de Ron Williamson, um homem que na juventude sonhou em ser um grande astro do beisebol, mas que teve uma carreira decepcionante. Ao voltar para sua cidade natal, Ada, Ron é apenas pedaços estraçalhados do jovem que saiu da pequena cidade para ser um heroi do esporte. No momento em que Debbie Carter é vítima de um estupro seguido de assassinato terrível, Ron mora com a mãe e passa a maior parte das vinte e quatro horas do dia dormindo. Quando está acordado, bebe e/ou toma remédios por questões psiquiátricas.&lt;br /&gt;Depois de investigações que, de acordo com a polícia, foram da melhor qualidade, Ron Williamson é acusado pelo crime, junto com o amigo Dennis Fritz, com quem há meses não se encontrava. Com provas questionáveis e sonhos como confissões, o tribunal de Ada envia Ron para o Corredor da Morte e Dennis para a prisão perpétua.&lt;br /&gt;Grisham conta toda a vida de Ron Williamson, o julgamento e sua luta no Corredor da Morte, escancarando os problemas policiais existentes não apenas da cidade de Ada, mas de muitas outras cidades dos Estados Unidos e do mundo. Cada frase escrita por John Grisham é cheia de desprezo e revolta, sem deixar de lado o medo que todos sentimos ao perceber que inocentes são julgados enquanto os verdadeiros criminosos estão por aí. Uma leitura que nos enche de indignação, que nos pesa no espírito, mas que nos prende por inteiro, segurando nossa respiração nos momentos de angústia e nos enchendo de raiva nos de injustiça, e faz com que leiamos o livro a cada segundo de descanso que temos, dominando-nos com a ânsia desesperada por justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais sobre o livro &lt;a href="http://jgrishambrasil.blogspot.com/2010/03/o-inocente.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e tem &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2012/02/hobby-capas-de-caderno-sorteio.html"&gt;promoção-relâmpago lá no GA&lt;/a&gt;, a quem interessar possa.&amp;nbsp;&lt;/h&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3915443922425356498?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3915443922425356498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3915443922425356498&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3915443922425356498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3915443922425356498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/02/o-inocente-john-grisham.html' title='O inocente - John Grisham'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_MQ4KSoPUV-8/S647lQHRnZI/AAAAAAAAE4I/j-wrB7mq8ro/s72-c/aec9ed6e-02dc-4a29-af3f-95ca3d916431.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-7800738445359616816</id><published>2012-02-11T15:30:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T15:37:41.733-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Die Liebe</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há algum tempo que tenho por teoria principal que certas pessoas não conseguem suportar a própria companhia e por isso podem ser sempre vistas metidas no que costumo chamar de "relacionamentos fracassados" por não encontrar palavras melhores. Não creio que seja falta de amor-próprio, creio mesmo que seja tolice, aquela fé antiga de que é necessário ter outra pessoa ao lado para poder ser feliz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos casais que conheço, apenas dois ou três me fazem acreditar que estão juntos por amor. Casais que num simples olhar deixam claro que estão bem juntos, que não precisam ficar se chamando de "amorzinho" e se abraçando quando estão na frente de outras pessoas. Casais que, é possível perceber de longe, não têm aquele lista gigante de brigas e de términos. Casais em que se percebe que nenhum suga o outro e que se respeitam do modo que são, com os amigos e manias que têm.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que me espanta mais é perceber que pra algumas pessoas é tão fácil dizer "eu te amo" como é fácil, depois de uma briga tola, encher o outro de xingamentos. E em seguida voltar pro "eu te amo". Aí depois de muito vai e vem, é ainda mais simples terminar de vez o namoro e ficar para sempre remoendo mágoas e taxando tal relacionamento como um desastre e o colocar no período negro da vida. Nem é preciso dizer que tal ser jamais permitirá que o nome do antigo grande e eterno amor de sua vida seja pronunciado sem que dê um grito ou, na mais pacífica das hipóteses, um resmungo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode ser utópico demais, mas é aceitável diante de uma reconhecida fã das baladas jovenguardianas e leitora de Jane Austen, que eu acredite que o amor real é aquele em que as duas pessoas são felizes como são, que se sintam bem uma com a outra, que não se ocupem em convencer os outros da sua felicidade, mas que apenas deixem as coisas acontecerem. Se não der certo nos dias seguintes, o que importa? Tenho pra mim que &amp;nbsp;as lembranças nos mantêm em pé, enquanto ficar remoendo erros e tristeza só nos prejudica. Por não ser eterno, não quer dizer que não deu certo. A partir do momento em que há boas memórias, sim, deu certo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desconfio das pessoas que estão sempre com namoros firmes, um após o outro. Acho que uma pessoa só é realmente feliz quando consegue ser feliz consigo mesma, aí poderá ser feliz com outrém. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Jy8cfhSttpc"&gt;"Agora eu posso até gostar de você, completamente eu vou poder me entregar, é bem melhor você sabendo se amar."&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Bom, essa citação fala de amor-próprio e eu disse aí em cima que não acreditava ser essa a falta que afetava as pessoas que estão sempre metidas em movimentados e fracassados relacionamentos, acho que falta é vontade das pessoas se darem um tempo, descobrirem quem são e o que querem, descobrirem o que é realmente amor-próprio e que um pouco de egocentrismo não faz mal a ninguém (como bem prova a canção da qual tirei tal frase).&lt;br /&gt;E a consequência dessa falta de atenção que as pessoas dão a si mesmas eu vejo em todos os cantos, não apenas nesses relacionamentos fracassados. Vejo na falta de amizades reais, e aí me refiro a amizades que têm coragem de criticar e capacidade de acalmar; vejo no modo de tratar a pessoa que está ao lado; vejo no modo de aceitar a definição que dão a certa pessoa ou cultura; vejo, simplesmente, na preguiça de sorrir sem compromisso algum. Vivemos em um mundo tão conturbado que é fácil se deixar reprimir com o medo da violência ou da traição de confiança, o difícil é deixar a armadura de lado e ser simplesmente quem se é, tratar as pessoas com simpatia sem espera de retorno e aproveitar enquanto a vida segue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xtOvRJ9jnhM/Ty8IqhCV_wI/AAAAAAAAA8A/l5tMN1F9J0E/s1600/selo.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="169" src="http://1.bp.blogspot.com/-xtOvRJ9jnhM/Ty8IqhCV_wI/AAAAAAAAA8A/l5tMN1F9J0E/s200/selo.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esse texto teve sua ideia originada na &lt;a href="http://diariosdebordo-2.blogspot.com/2012/02/blogagem-coletiva-sobre-amor.html"&gt;proposta de blogagem coletiva da Aleska&lt;/a&gt;, não sei se me encaixo no que era proposto, mas de qualquer modo, está escrito. Registro aqui que, logo que li a proposta, meu inconsciente resgatou a voz de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KGdOVfTuL_Q&amp;amp;feature=related"&gt;Frejat cantando "Amor, meu grande amor"&lt;/a&gt;. Fui em busca da imagem no youtube ao que meu cérebro deu som, e descobri que &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=55aGXTVRcEY"&gt;a música é originalmente da Ângela Ro Ro&lt;/a&gt;. Além dessas duas belíssimas versões, encontrei a que segue abaixo, da Ângela Ro Ro cantando com o Paulinho Moska (ex-Inimigos do Rei). Não poderia deixar de colocar essa canção aqui, pois tem uma letra admirável, da qual destaco o verso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Amor, meu grande amor, só dure o tempo que mereça"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="246" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qLf_q7i8SzI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qLf_q7i8SzI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="246" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-7800738445359616816?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/7800738445359616816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=7800738445359616816&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7800738445359616816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7800738445359616816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/02/die-liebe.html' title='Die Liebe'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xtOvRJ9jnhM/Ty8IqhCV_wI/AAAAAAAAA8A/l5tMN1F9J0E/s72-c/selo.png' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1089495350180050744</id><published>2012-02-05T10:31:00.001-02:00</published><updated>2012-02-06T10:43:13.901-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aos Meus Amigos'/><title type='text'>"Amizade é maior do que tudo, já diziam os antigos"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 24 horas descobri e redescobri tudo que implica a palavra amizade. Temos por costume chamar de amigo toda pessoa que encontramos no dia a dia e, quando a rotina muda e tu já não a vê, a coloca na lista de amigos por costume e nem tem certeza de que é isso mesmo. Podemos manter contato com algumas através do belo e encantador mundo virtual e pensar que está tudo bem. Podemos pouco falar com elas e duvidar da tal amizade. Podemos, mesmo, não falar com elas e achar que a amizade ficou perdida na época em que ficaram as lembranças. E somos capazes de estupidez suficiente pra achar que podemos avaliar nossas amizades assim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pessoas, hoje, que estão no meu dia a dia, real e/ou virtual, e não despertariam em mim a dor de saber que faleceu o pai de um amigo, que nos últimos tempos pouco vejo, despertou, assim como são incapazes de me dar a alegria que tive em estar com antigas colegas falando tosquices e cantando num karaokê. Escritos assim, coisas pequenas, mas que nos surpreendem com a profundidade de certos sentimentos que estão no pacote da palavra "amizade".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me espanto, às vezes, ao perceber que há quem desconfie de amizades antigas, do estilo "se nem sei mais por onde tal pessoa anda, será que éramos verdadeiros amigos?". Infelizmente, não consegui manter contato com todas as pessoas que me marcaram e que chamo de amigas, mas não é por isso que acho que elas desmerecem a classificação. Há lembranças que surgem de súbito e em local inapropriado para o sorriso ou a risada que aparecem sem que eu perceba. Pra mim, tais lembranças são mais valiosas do que muitos momentos que tenho diariamente com certas pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do mesmo modo, lamento que as pessoas não possam ver como amizades reais certos conhecimentos virtuais. Pessoalmente, devo dizer, que em muitos momentos uma conversa de bobeira na internet me fez melhor do que poderiam fazer outras conversas do "mundo real". Não me venham com essa de que tu não sabe quem está do outro lado, é impossível que alguém consiga fingir sem que, em um momento, se denuncie; assim como é inegável que tu não possa se deixar enganar por alguém que vê cara a cara todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão geral é que amizade é uma palavra que não pode ser usada pra todas as pessoas com quem tu te relaciona todos os dias, assim como o valor que uma teve pra ti pode ser lembrado de súbito, ao encontrar uma lembrança. A amizade verdadeira está na surpresa de um reencontro e na naturalidade de uma conversa; na simplicidade de uma memória esquecida e em antigas fotos; na alegria de um sucesso e na dor de uma perda. De modo simples, amizade é o nome da surpresa de sentimentos que alguns gostariam de ter e não têm.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/superguidis/1458396/"&gt;"Aos meus amigos toda a acidez de um abraço embriagado e a simplicidade de quem tem um par de tênis furado."&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;_________________________________________&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Título tirado de "Aos meus amigos" da banda Vera Loca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="243" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D1kbX1i0HYA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/D1kbX1i0HYA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1089495350180050744?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1089495350180050744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1089495350180050744&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1089495350180050744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1089495350180050744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/02/amizade-e-maior-do-que-tudo-ja-diziam.html' title='&quot;Amizade é maior do que tudo, já diziam os antigos&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8715241661241592616</id><published>2012-01-29T21:56:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T21:59:25.965-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Rock Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parcerias'/><title type='text'>"You were on your own"</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Olhava pela janela e via tudo sobo tom alaranjado do entardecer. Adorava isso: olhar. Nessas horas a mente voavaaté pensamentos longínquos ou simplesmente esvaziava diante da contemplação daspessoas e dos carros que passavam ou das coisas que sempre estiveram ali masque naquele instante pareciam diferentes. Naquele dia a mente se esvaziou evagou até encontrar um pensamento (ou seria sentimento?) que tentava esquecer.Ah, mas quando pensava nas outras pessoas sempre procurava esquecer, afinal nãopoderia controlar seus atos e suas palavras, mas também não era certo ficarremoendo-as.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essa máxima de que ninguém éperfeito é verdadeira, ela sabia, mas por que diabos algumas pessoas nãoconseguiam entender isso e cobravam dela algo que ela não poderia dar, queriamque ela fosse alguém que ela não conseguia ser, ou melhor, não queria ser? Porquê? Porque as pessoas simplesmente não a aceitavam do jeito que ela era. Elanão conseguia entender. "Pessoas são estranhas", pensava. Não diziaisso com rancor ou ódio. Não, ela não perdia o seu tempo com esses sentimentosdestrutivos. Ela só queria sair por aí, sem destino certo, tomar um sorvete numdia quente ou andar pelas ruas, correr e pular num dia chuvoso e cinza. Ela nãoexigia muito de si mesma, muito menos da vida. Por que, então, as pessoas não adeixavam em paz?&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de não se preocupartanto com o que as pessoas pensavam, assim como gostaria que elas não seocupassem tanto em criticá-la. Seria mais fácil se as pessoas aceitassem suaajuda, lhe ajudassem quando pudessem, mas não achassem saber que sabiam o queera melhor pra ela. Nessas horas lembrava que quando era pequena e sua mãe arepreendia por algo, ela se encostava num canto e dizia a si mesma “Quando eucrescer, farei o que quiser”. Agora que era crescida não tinha certeza disso,assim como nem sempre estava certa de ter tomado a decisão certa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, depois de mulher feita,começava a entender que a vida tem mesmo dessas coisas de não se pode fazertudo aquilo que se quer, que tem essas loucuras de não se saber bem se fez aescolha certa, se trilhou o caminho mais bonito e arborizado. Ela, lenta, masdecididamente, começava a enxergar uma beleza em viver assim, sem certezas.Estava quase convencida de que o que tinha de &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5667870981151367624" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;fazer erasimplesmente ir vivendo, com a mesma sinceridade que tinha vivido esses anostodos. Certeza? Só a de estar viva. Por hora, isso era o suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Ana Seerig e &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/04116527537739386877"&gt;Erica Ferro&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;____________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sei que vocês estavam se corroendo de saudade de uma parceria minha e da Ferro, pois acabamos agora com suas angústias. O título é um verso da música &lt;a href="http://letras.terra.com.br/america/1442/"&gt;"Don't cross the river"&lt;/a&gt; do America, banda que eu e a Ferro gostamos muito. Pois recuperem-se das nossas tagarelices ouvindo uma bela canção:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="315" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9g5ZEPI50yw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9g5ZEPI50yw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8715241661241592616?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8715241661241592616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8715241661241592616&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8715241661241592616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8715241661241592616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/01/you-were-on-your-own.html' title='&quot;You were on your own&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1680601943175822024</id><published>2012-01-23T00:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T11:08:37.712-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes e Atores/Atrizes'/><title type='text'>TOP 5: Cinebiografias</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou uma adoradora de biografias, sejam elas em forma de livro ou filme. Pois hoje trago cinco belos filmes de diferentes gêneros, todos baseados em fatos reais.&amp;nbsp;Separei por cinco categorias diferentes pra facilitar a escolha entre tantos filmes biográficos que vi, vamos a elas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Criminosos encantadores:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Inimigos públicos &lt;/i&gt;(Public enemies - 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;John Dillinger (Johnny Depp) era um criminoso audacioso e violento, mas que atraía a opinião pública ao seu favor, principalmente, porque dizia retirar das instituições financeiras o dinheiro que elas roubavam do cidadão. Seus assaltos a bancos e fugas rápidas enlouqueciam a polícia que não tinha condições de enfrentá-lo. Assim, prender o assaltante tornou-se uma obsessão do então burocrata J. Edgar Hoover (Billy Crudup), que disposto a tudo para fortalecer o famoso F.B.I., coloca Dillinger como o inimigo público número um. Para ajudar em sua missão, Hoover contrata o policial Melvin Purvis (Christian Bale) e o deixa igualmente obcecado pela captura do bandido, que se apaixona por Billie Frechetti (Marion Cotillard) e acaba complicando a sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um filme extremamente charmoso (hey, não tô falando SÓ do Johnny Depp, ok?) e muito interessante. Definitivamente, não tem como não se encantar com esse "Robin Hood dos anos 30".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="315" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cRN64cy1p5E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cRN64cy1p5E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;História de escritores:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Em busca da Terra do Nunca&lt;/i&gt; (Finding Neverland - 2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;J.M. Barrie (Johnny Depp) é um bem-sucedido autor de peças teatrais, que apesar da fama que possui está enfrentando problemas com seu trabalho mais recente, que não foi bem recebido pelo público. Em busca de inspiração para uma nova peça, Barrie a encontra ao fazer sua caminhada diária pelos jardins Kensington, em Londres. É lá que ele conhece a família Davies, formada por Sylvia (Kate Winslet), que enviuvou recentemente, e seus quatro filhos. Barrie logo se torna amigo da família, ensinando às crianças alguns truques e criando histórias fantásticas para eles, envolvendo castelos, reis, piratas, vaqueiros e naufrágios. Inspirado por esta convivência, Barrie cria seu trabalho de maior sucesso: Peter Pan.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu interesse por Peter Pan aumentou depois de ver o filme (apesar de, confesso, ainda assim não ser a minha história favorita, mas eu tentei), achei a história interessantíssima. Claro, é um baita drama, pra pegar um lençol na hora de assistir, mas ainda vale a pena.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="315" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WSMTVIxb96I?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WSMTVIxb96I?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Professores admiráveis:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Coach Carter: Treino pra vida&lt;/i&gt; (Coach Carter - 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Richmond, Califórnia, 1999. O dono de uma loja de artigos esportivos, Ken Carter (Samuel L. Jackson), aceita ser o técnico de basquete de sua antiga escola, onde conseguiu recordes e que fica em uma área pobre da cidade. Para surpresa de muitos ele impõe um rígido regime, em que os alunos que queriam participar do time tinham de assinar um contrato que incluía um comportamento respeitoso, modo adequado de se vestir e ter boas notas em todas as matérias. A resistência inicial dos jovens acaba e o time sob o comando de Carter vai se tornando imbatível. Quando o comportamento do time fica muito abaixo do desejável Carter descobre que muitos dos seus jogadores estão tendo um desempenho muito fraco nas salas de aula. Assim Carter toma uma atitude que espanta o time, o colégio e a comunidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu, como admiradora do método Felipão de treino, obviamente virei fã desse cara. É um cara que vale a pena ser admirado, como técnico, como professor e como pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="243" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nOFhHEepF4s?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nOFhHEepF4s?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pessoas que fizeram a diferença:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um sonho possível&lt;/i&gt; (The blind side - 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Michael Oher (Quinton Aaron) era um jovem negro, filho de uma mãe viciada e não tinha onde morar. Com boa vocação para os esportes, um dia ele foi avistado pela família de Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock), andando em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva. Ao ser convidado para passar uma noite na casa dos milionários, Michael não tinha ideia que aquele dia iria mudar para sempre a sua vida, tornando-se mais tarde um astro do futebol americano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou fã da Sandra Bullock, mas ela realmente me impressionou nesse filme, mais do que mereceu todos os elogios que recebeu. Uma história emocionante que nos faz parar e pensar no que podemos melhorar em nós mesmos e no que podemos melhorar em relação as outras pessoas. Baita filme!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="243" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oQfTU-CGOY8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/oQfTU-CGOY8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tragédias chocantes:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hotel Ruanda&lt;/i&gt; (Hotel Rwanda - 2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1994 um conflito político em Ruanda levou à morte de quase um milhão de pessoas em apenas cem dias. Sem apoio dos demais países, os ruandenses tiveram que buscar saídas em seu próprio cotidiano para sobreviver. Uma delas foi oferecida por Paul Rusesabagina (Don Cheadle), que era gerente do hotel Milles Collines, localizado na capital do país. Contando apenas com sua coragem, Paul abrigou no hotel mais de 1200 pessoas durante o conflito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assisti esse filme logo que saiu e nunca esqueci dele. Um passado tão recente, uma guerra tão terrível e nós nem sequer ouvimos falar dela. Esse filme deveria ser obrigatório para todos, vejam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="315" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aUjawg5IZ4Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aUjawg5IZ4Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Extra (não pude resistir) com pessoas que não aceitaram o "não é possível" que lhes foi dito:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Homens de honra&lt;/i&gt; (Men of honor - 2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sinopse:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.) veio de uma humilde família negra, que vivia em uma área rural em Sonora, Kentucky. Ainda garoto, no início dos anos 40, já adorava mergulhar, sendo que quando jovem se alistou na Marinha esperando se tornar um mergulhador. Inicialmente Carl trabalha como cozinheiro que era uma das poucas tarefas permitidas a um negro na época. Quando resolve mergulhar no mar em uma sexta-feira acaba sendo preso, pois os negros só podiam nadar na terça-feira, mas sua rapidez ao nadar é vista por todos e assim se torna um "nadador de resgate", por iniciativa do capitão Pullman (Powers Boothe). Quando Brashear solicita a escola de mergulhadores encontra o comandante Billy Sunday (Robert De Niro), um instrutor de mergulho áspero e tirânico que tem absoluto poder sobre suas decisões. No princípio Sunday faz muito pouco para encorajar as ambições de Brashear e o aspirante a mergulhador descobre que o racismo no exército é um fato quando os outros aspirantes brancos - exceto Snowhill (Michael Rapaport), que por isto foi perseguido por Sunday - se negam a compartilhar um alojamento com um negro. Mas a coragem e determinação de Brashear impressionam Sunday e os dois se tornam amigos quando Brashear tem de lutar contra o preconceito e a burocracia militar, que quer acabar com seus sonhos de se tornar comandante e reformá-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comentário:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Vi esse filme anos atrás e há pouco o revi. Belíssimo filme, é tudo que tenho a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Trailer:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="243" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m6xGjp0U9Dc?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m6xGjp0U9Dc?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;______________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte das sinopses: &lt;a href="http://www.adorocinema.com/"&gt;AdoroCinema.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, as categorias não estão no plural à toa. Lá no GA tem uma lista no mesmo modelo, com filmes diferentes. &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2012/01/top-5-cinebiografias.html"&gt;Clique aqui e vá lá olhar!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1680601943175822024?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1680601943175822024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1680601943175822024&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1680601943175822024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1680601943175822024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/01/top-5-cinebiografias.html' title='TOP 5: Cinebiografias'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6672500436134728806</id><published>2012-01-21T12:28:00.001-02:00</published><updated>2012-01-21T12:28:53.503-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Tipos de homens</title><content type='html'>&lt;b style="text-decoration: underline;"&gt;O romântico&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1918)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uma variedade enorme de homens cujo olho inevitavelmente exagera o que vê, cujo ouvido ouve mais do que a orquestra toca e cuja imaginação duplica ou triplica as informações captadas por seus cinco sentidos. É o entusiasta, o crédulo, o romântico. É o tipo de sujeito que, se fosse um bacteriologista, diria que uma mísera pulga é do tamanho de um cachorro são-bernardo, tão bela quanto a catedral de Beauvais e tão respeitável quanto um professor de Yale.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O cientista&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; (1919)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O valor dado pelo mundo aos &lt;i&gt;motivos&lt;/i&gt; que levam os cientistas a fazer isto ou aquilo é frequente e grosseiramente injusto e inexato. Considere, por exemplo, dois motivos: uma mera curiosidade insaciável e o desejo de fazer o bem. O último é considerado muito mais importante que o primeiro e, no entanto, é o primeiro que aciona um dos homens mais úteis que a raça humana produziu até hoje: o pesquisador científico. O que realmente o desperta não é a ideia de prestar um serviço de araque, mas uma sede ilimitada e quase patológica de penetrar o desconhecido, de descobrir o segredo, de chegar aonde nunca se tinha chegado. Seu protótipo não é o do benfeitor que liberta seus escravo, nem o do bom samaritano que levanta os caídos, mas o sabujo farejando furiosamente em busca de infinitos buracos de ratos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O parente &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;(1919)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A normal antipatia do homem por seus parentes, principalmente pelos de segundo grau, é explicada pelos psicólogos de várias maneiras torturantes e improváveis. A real explicação me parece muito mais simples. Reside no simples fato de que todo homem vê em seus parentes (especialmente seus primos) uma série grotescas caricaturas de si próprio. Eles exibem as qualidades dele deformadas para o máximo ou para o mínimo; dão-lhe a impressão de que talvez seja assim que ele próprio se mostra ao mundo, e isso é inquietante - e por isso ferem o seu &lt;i&gt;amour propre&lt;/i&gt; e lhe provocam intenso desconforto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O contraparente&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; (1920)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O homem detesta os parentes de sua mulher pela mesma razão de não gostar dos seus próprios, ou seja, porque eles lhe parecem grotescas caricaturas daquela por quem ele tem respeito e afeição, ou seja, sua mulher. De todos eles, a sogra é obviamente o mais repugnante, porque ela não apenas macaqueia sua mulher, mas também porque antecipa o que sua mulher provavelmente se tornará. Aquela visão, naturalmente, lhe provoca náuseas. Às vezes, a coisa é mais sutil. Digamos, por exemplo, que sua própria mulher lhe pareça uma caricatura de uma irmã mais jovem e bonita. Nesse caso, estando atado à sua mulher, ele pode vir a detestar a irmã - como sempre se detesta uma pessoa que simboliza o fracasso e a escravidão de alguém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;O altruísta&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; (1920)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma grande parte do altruísmo, mesmo quando perfeitamente honesto, baseia-se no fato de que é desconfortável ver gente infeliz ao nosso redor. Isso se aplica especialmente à vida familiar. Um homem faz sacrifícios para satisfazer os caprichos de sua mulher, não porque adore desistir da ideia de comprar o que &lt;i&gt;ele&lt;/i&gt; realmente quer para si, mas porque seria pior ainda vê-la de cara amarrada à mesa do jantar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;O metafísico&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; (1922)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um metafísico é alguém que, quando você lhe diz que dois vezes dois são quatro, ele quer saber o que você entende por &lt;i&gt;vezes&lt;/i&gt;, o que significa &lt;i&gt;dois&lt;/i&gt;, e o que quer dizer &lt;i&gt;são&lt;/i&gt; e por que isso dá &lt;i&gt;quatro&lt;/i&gt;. Por fazerem tais perguntas, os metafísicos desfrutam um luxo oriental nas universidades e são respeitados como homens educados e inteligentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O solteiro&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; (1922)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao redor de qualquer solteiro com mais de 35 anos, florescem muitas lendas a respeito das causas do seu celibato. Alguns sussurram que, sendo uma nulidade, sua solteirice estaria prestando um serviço aos não nascidos. Outros fofocam que, aos 26 anos, ele teria se apaixonado perdidamente por uma linda mulher que o trocou por um corretor de imóveis, e isso partiu-lhe o coração para sempre. Tais histórias são, quase sempre, besteiras. A razão pela qual o solteiro mediano de 35 anos prefere continuar solteiro é muito simples. É que nenhuma mulher normalmente bonita e inteligente viu motivo algum para casar com ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O filósofo&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; (1927)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há registro na história humana de um filósofo feliz: só existem nos contos da carochinha. Na vida real, muitos cometem suicídio; outros mandaram seus filhos porta afora e surraram suas mulheres. Não admira. Se você quiser descobrir como um filósofo se sente quando se empenha na prática de sua profissão, dê um pulo no zoológico mais próximo e observe um chipanzé na sua chatíssima e infindável tarefa de catar pulgas. Ambos - o filósofo e o chimpanzé - sofrem como o diabo, mas nenhum dos dois consegue ganhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(&lt;a href="http://www.mencken.org/"&gt;H. L. Mencken&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;____________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas são algumas das definições que fazem parte da segunda parte de &lt;a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10090"&gt;"O livro dos insultos"&lt;/a&gt; de Mencken, &lt;i&gt;Tipo de homens&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6672500436134728806?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6672500436134728806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6672500436134728806&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6672500436134728806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6672500436134728806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/01/tipos-de-homens.html' title='Tipos de homens'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-4421921183732577631</id><published>2012-01-16T10:52:00.001-02:00</published><updated>2012-01-16T11:23:17.118-02:00</updated><title type='text'>Meme: As 10 coisas que mais gosto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faz um bom tempo que não faço algo do gênero por aqui, aliás, quando fazia ainda tinha o nome de "selo" e tinha uma imagem bonitinha pra colocar junto. Mas agora é meme (palavra cuja origem jamais vou descobrir, acho). Pois a ânsia de atualizar o blog somado ao fato de que já recebi a indicação pra isso duas vezes (uma da &lt;a href="http://anacarolinalrosa.blogspot.com/2011/12/10-pessoas-importantes.html"&gt;Ana Carolina&lt;/a&gt; e agora da &lt;a href="http://www.pensologoblogo.com/2012/01/as-10-coisas-que-eu-mais-gosto.html"&gt;Day&lt;/a&gt;) resultou que a proposta será aceita e eis aqui minha resposta final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Regras:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Divulgar quem passou o meme.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Postar 10 imagens que representem as coisas que você mais gosta.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Passar o meme para 10 pessoas e notificá-las.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não vamos por ordem de importância porque seria tortura pra mim, vamos na ordem de memória até contar dez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;1. Livros&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(Ninguém sabia)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.inteligemcia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Livros.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.inteligemcia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Livros.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;2. Música&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(E aqui vai a imagem da Stereograma pra simbolizar o rock gaúcho em geral, especialmente)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_GLnG-_LU5OI/SzrCWh-1XuI/AAAAAAAAA-A/exUfduN5ATQ/S1600-R/logo+-+gravadorrr.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://4.bp.blogspot.com/_GLnG-_LU5OI/SzrCWh-1XuI/AAAAAAAAA-A/exUfduN5ATQ/S1600-R/logo+-+gravadorrr.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;3. Baralho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Pra fechar o trio que mantém minha mente sã!)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://downloads.open4group.com/wallpapers/baralho-4252a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://downloads.open4group.com/wallpapers/baralho-4252a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;4. Pinhão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Uma das maiores razões pra se amar o inverno gaúcho)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_esD6aRur2q0/S9cjMi066PI/AAAAAAAATDk/U72UnEO78Mc/s1600/pinh%C3%A3o+descascado+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_esD6aRur2q0/S9cjMi066PI/AAAAAAAATDk/U72UnEO78Mc/s320/pinh%C3%A3o+descascado+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;5. Lareira&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Outra das razões pra se amar o inverno. Lareira, pinhão e baralho, do que mais se precisa?)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PEDo2liFScA/TRaf_DJbP2I/AAAAAAAAAWg/YPX2o-51sBk/s400/fogo+lareira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/_PEDo2liFScA/TRaf_DJbP2I/AAAAAAAAAWg/YPX2o-51sBk/s320/fogo+lareira.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;6. Tortei&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(A maravilha de Caxias do Sul. Não entendo porque no resto do universo não existe tal iguaria.)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.tianora.com.br/images/tortei.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://www.tianora.com.br/images/tortei.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;7. Torrada&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Além-RS isso se chama misto quente, mas aqui é torrada. Por que alguém comeria apenas um pão torrado? Pão, queijo, presunto, margarina e uma torradeira mantém um ser vivo. Não precisa de mais nada.)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_oXwU_1AJ8d4/SpJwofe298I/AAAAAAAABHI/aY2aVN7754s/s400/dv1952002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://4.bp.blogspot.com/_oXwU_1AJ8d4/SpJwofe298I/AAAAAAAABHI/aY2aVN7754s/s320/dv1952002.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;8. Cartas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Não preciso dizer mais nada.)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WEL4WTRQml4/TTYWhJbtSwI/AAAAAAAAAPk/9w8rfeNIjno/s1600/desafio+das+cartas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://2.bp.blogspot.com/_WEL4WTRQml4/TTYWhJbtSwI/AAAAAAAAAPk/9w8rfeNIjno/s320/desafio+das+cartas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Agora eu vou começar a avacalhar porque eu não sei mais o que listar:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;9. Bruce Willis&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(O único ator que realmente me faz parar tudo pra ver um filme. #coisafofa)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cineplayers.com/img/noticias/9202-CP%20-%20Willis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://www.cineplayers.com/img/noticias/9202-CP%20-%20Willis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;10. Polar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;(Já me chamam de bêbada mesmo, né? Agora, combinemos, Skol é uma porcaria e Heineken também não &amp;nbsp;é tudo isso. Fico com a boa e regional Polar.)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AgD6L6nKF9o/TZxaY_UVO1I/AAAAAAAAAA0/JkaoOXDvjTY/s1600/polar.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-AgD6L6nKF9o/TZxaY_UVO1I/AAAAAAAAAA0/JkaoOXDvjTY/s320/polar.JPG" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;E agora, quem eu indico? Nem sei quem faz isso ainda, então quem estiver interessado, a proposta tá feita! Ah, pra ter algo útil nesse post: tem um sorteio do livro "Vidas", uma coletânea com textos de diferentes blogueiros, dentre os quais está a nossa querida &lt;a href=http://elfpandora.blogspot.com/&gt;Pandora&lt;/a&gt;. Vale dar uma olhada &lt;a href=http://www.skoob.com.br/usuario/45238&gt;lá&lt;/a&gt;!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-4421921183732577631?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/4421921183732577631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=4421921183732577631&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4421921183732577631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4421921183732577631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/01/meme-as-10-coisas-que-mais-gosto.html' title='Meme: As 10 coisas que mais gosto'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GLnG-_LU5OI/SzrCWh-1XuI/AAAAAAAAA-A/exUfduN5ATQ/s72-Rc/logo+-+gravadorrr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-4186911934733416890</id><published>2012-01-09T16:33:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T16:37:30.356-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Aprende a escrever na areia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas extensas estradas que circundam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Ambos se faziam acompanhar de seus ajudantes, servos e caravaneiros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegaram, certa manhã, em cedo, às margens de um grande rio, barrento e impetuoso, em cujo seio a morte espreitava os mais afoitos e temerários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era preciso transpor a corrente ameaçadora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao saltar, porém, de uma pedra, o jovem Mussa foi infeliz. Falseando-lhe o pé, precipitou-se no torvelinho espumejante das águas em revolta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teria ali &amp;nbsp;perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este, sem um instante de hesitação, atirou-se à correnteza e, lutando furiosamente, conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que fez Mussa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chamou, no mesmo instante os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem na face mais lisa de uma grande pedra, que perto se erguia, esta legenda admirável:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Viadante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagib salvou, heroicamente, seu amigo Mussa.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto feito, prosseguiram, com suas caravanas, pelos intérminos caminhos de Alá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns meses depois, de regresso às terras, novamente se viram forçados a atravessar o mesmo rio, naquele mesmo lugar perigoso e trágico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, como se sentissem fatigados, resolveram repousar algumas horas à sombra acolhedora do lajedo que ostentava bem no alto a honrosa inscrição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentados, pois, na areia clara, puseram-se a conversar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que, por um motivo fútil, surge, de repente, grave desavença entre os dois companheiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Discordaram. Discutiram. Nagib, exaltado, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente o amigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que fez Mussa? Que farias tu, em seu lugar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando, tranquilo, o seu bastão, escreveu na areia clara, ao pé do negro rochedo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Viadante! Neste lugar, durante uma jornada, Nadib, por motivo fútil, injuriou, gravemente, o seu amigo Mussa.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Surpreendido com o estranho proceder, um dos ajudantes de Mussa observou respeitoso:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Senhor! Da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandasse gravar, para sempre, na pedra, o feito heroico. E agora, que ele acaba de ofender-vos tão gravemente, vós vos limitais a escrever na areia incerta o ato de covardia! A primeira legenda, ó xeque, ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sítio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete da areia, antes do cair da tarde terá desaparecido como um traço de espumas entre as ondas buliçosas do mar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Respondeu Mussa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- É que o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo-a na areia, com um voto para que, se depressa daqui se apagar e desaparecer, mais depressa ainda desapareça e se apague de minha lembrança!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Assim é, meu amigo! Aprende a gravar, na pedra, os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvires.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Aprende, porém, a escrever, na areia, as injúrias, as ingratidões, as perfídias e as ironias que te ferirem pela estrada agreste da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Aprende a gravar, assim, na pedra; aprende a escrever, assim, na areia... e serás feliz!"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(&lt;a href="http://www.malbatahan.com.br/"&gt;Malba Tahan&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;______________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá, pessoas, enquanto o calor me impede de ter ideias boas pra posts pra cá e pro GA, começo o ano com um dos tantos belos contos de Malba Tahan, um verdadeiro gênio encantador das letras e dos números. &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/03/o-homem-que-calculava-malba-tahan.html"&gt;Já fiz resenha aqui do livro de maior sucesso dele "O homem que calculava"&lt;/a&gt;, mas mais que sugiro que todos visitem o link que coloquei no nome dele, logo depois do texto, e conheçam um pouco mais desse cara verdadeiramente admirável!&lt;br /&gt;Voltando às atualizações do blog, não prometo nada, mas lembro que hoje é meu dia no &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;GA&lt;/a&gt; - que tá com layout saindo do forno - (e o povo tá se divertido com &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2012/01/minha-vida-por-apelidos.html"&gt;meus apelidos&lt;/a&gt;) e aviso que dentro de alguns dias irá ao ar a resenha que fiz de um livro da Jane Austen pro &lt;a href="http://emquantos.blogspot.com/search/label/Especial%20Jane%20Austen"&gt;especial&lt;/a&gt; que a &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/01176074817695726279"&gt;Pandora&lt;/a&gt; tá fazendo lá no &lt;a href="http://emquantos.blogspot.com/"&gt;"Em Quantos"&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-4186911934733416890?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/4186911934733416890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=4186911934733416890&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4186911934733416890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4186911934733416890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2012/01/aprende-escrever-na-areia.html' title='Aprende a escrever na areia'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1948469601928891772</id><published>2011-12-29T00:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-29T00:30:00.055-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>E chegamos ao fim do mês Dumas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos sites mais legais que encontrei sobre Dumas nesse período em que fiz os posts foi o &lt;a href="http://www.dumaspere.com/index.html"&gt;Dumaspere.com&lt;/a&gt;, no qual, entre outras coisas, descobri que o &lt;a href="http://www.dumaspere.com/pages/vie/proches/hugo.html"&gt;Dumas era amigo de Victor Hugo&lt;/a&gt;, o qual &lt;a href="http://www.dumaspere.com/pages/vie/ils_ont_dit/hugo_poeme.html"&gt;fez um poema em sua homenagem&lt;/a&gt; e mandou uma &lt;a href="http://www.dumaspere.com/pages/vie/ils_ont_dit/hugo_condol.html"&gt;belíssima carta de pêsames para Alexadre Dumas, filho,&lt;/a&gt; quando seu pai faleceu. Adoraria usar um desses textos pra encerrar esse mês, mas não sei nada de francês e não encontrei quem fizesse uma tradução confiável para mim, e, como não quis me prender ao maravilhoso tradutor Google - deixo apenas como dica que o consultem para se ter uma ideia dos textos -, optei por finalizar o mês com algumas belas frases encontradas na leitura de livros de Dumas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Os três mosqueteiros:&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"É sabido que há um Deus para os bêbados e para os amantes."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Eram apenas quimeras e ilusões. Mas, para um amor verdadeiro, para um ciúme real, haverá outra realidade além de quimeras e ilusões?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- Em geral - dizia -, só se pedem conselhos para não os seguir; ou, quando se seguem, para ter alguém que se possa censurar por havê-los dado."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- Amigo, sê homem: as mulheres choram os mortos; os homens vingam-os."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Vinte anos depois:&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A amizade lança raízes bem profundas nos corações honrados."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"... o sono é uma divindade muito caprichosa e é justamente quando o desejamos que ele se faz esperar."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"... procure distinguir o rei da realeza; o rei é simplesmente um homem, a realeza é o espírito de Deus."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"O aspecto dos objetos exteriores é um misterioso condutor, que corresponde às fibras da memória, e vai excitá-las sem darmos por isso; uma vez levantado esse fio, como o de Ariadne, conduz-nos a um labirinto de pensamentos em que nos perdemos seguindo essa sombra do passado chamada recordação."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O visconde de Bragelonne&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Mas o que é a expectação senão uma espécie de loucura, e o que é a loucura senão um excesso de esperança?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Memórias de Garibaldi &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;(livro do qual Dumas se diz apenas editor, sendo as frases seguintes tiradas das partes em que ele interrompe a sequência do diário de Giuseppe Garibaldi para fazer localizações históricas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Mas que era, afinal, Artigas?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um jovem entre vinte e vinte e cinco anos, bravo como um velho espanhol, sagaz como um charrua, ágil como um gaúcho. Ele possuía essas três raças, se não no sangue, ao menos no caráter."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"E mais: rivalidade de talento, pelo lado dos poetas, esses hermafroditas das sociedade, irascíveis como os homens, caprichosos como as mulheres e, não bastasse isso, por vezes ingênuos como crianças."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não tenho marcadas frases de outros livros, me limitarei a estas que, penso, já mostram de quão admirável é a leitura de obras de Dumas. São facilmente encontradas na internet &lt;a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Alexandre_Dumas,_pai"&gt;frases de "O conde de Monte Cristo"&lt;/a&gt;, por exemplo, mas me absterei de colocá-las aqui, junto com outras que dizem ser de Alexandre Dumas, pai, para não haver perigo de censura por parte de alguém que reconheça um erro nessa autoria.&lt;br /&gt;Termino aqui o mês dedicado à Dumas. Espero ter satisfeito a todos, especialmente à Pandora, com essa série. Peço desculpas por falhas quaisquer, tenham certeza de que não foram intencionais e que busquei fazer minhas melhores resenhas em favor da minha admiração por Dumas. Buscarei ler mais e mais dele e, quem sabe um dia, haja uma segundo mês dedicado ao querido pai de Ahos, Aramis, d'Artagnan e Porthos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerrando 2011 e grande companhia, espero que, se não tivermos a sorte do mundo acabar, tenhamos um melhor 2012 e que mantenhamos os bons amigos descobertos esse ano e façamos outros mais. Já aviso que não sei como serão minhas próximas semanas na blogosfera, mas garanto e lembro que toda segunda &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;estarei no GA&lt;/a&gt; à espera de vossas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais ver!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1948469601928891772?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1948469601928891772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1948469601928891772&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1948469601928891772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1948469601928891772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/e-chegamos-ao-fim-do-mes-dumas.html' title='E chegamos ao fim do mês Dumas'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-7101935909371863723</id><published>2011-12-25T00:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T09:20:40.502-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>Os irmãos corsos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um viajante de passagem pela Córsega conhece Luciano De Franchi e sua mãe, donos da casa em que se hospeda. Além dos costumes e tradições dos corsos, ele conhece também as histórias da família De Franchi. De acordo com Luciano, os homens da família costumam receber a visita de parentes recentemente mortos e o anúncio de sua própria morte de antepassados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Instalado no quarto do irmão gêmeo de Luciano, Luís, que estuda Direito em Paris e, ao contrário do irmão, não aprova os costumes corsos, o hóspede percebe o quão diferentes são os irmãos. Durante um jantar, presencia uma cena de preocupação da mãe e do irmão com relação a Luís, descobrindo então que os dois nasceram ligados e foram separados em uma cirurgia e, por causa disso, compartilham sentimentos, o que explica a ansiedade de Luciano, que tem sentido a angústia que o irmão, em solo francês, tem sentido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando volta a Paris, o viajante é encarregado de entregar pessoalmente uma carta a Luís, com quem se surpreende ao perceber a semelhança incrível com o irmão. Inevitavelmente travam amizade e o viajante logo se vê tão de confiança de Luís De Franchi que é chamado para ser seu padrinho em um duelo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma história simples e encantadora que mostra que dois irmãos, iguais na aparência e completamente diferentes na forma de pensar, são unidos por tradições familiares e o amor fraternal que respeita e defende a diferença do outro. Com seu jeito único de escrever, Dumas narra uma belíssima história que tem por base única a família, uma instituição que por vezes não é tão belamente descrita e respeitada nos livros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Quc_ljgg8mU/Tu9iBLoiuxI/AAAAAAAAA6k/qL4wVyYCn94/s1600/irmcrspag115impbx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Quc_ljgg8mU/Tu9iBLoiuxI/AAAAAAAAA6k/qL4wVyYCn94/s320/irmcrspag115impbx.jpg" width="242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://jaymecortezeditorial.blogspot.com/"&gt;Fonte da imagem.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Lembrando que &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/o-conde-de-monte-cristo-alexandre-dumas.html"&gt;já fiz resenha de "O conde de Monte Cristo"&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-7101935909371863723?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/7101935909371863723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=7101935909371863723&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7101935909371863723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7101935909371863723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/os-irmaos-corsos.html' title='Os irmãos corsos'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Quc_ljgg8mU/Tu9iBLoiuxI/AAAAAAAAA6k/qL4wVyYCn94/s72-c/irmcrspag115impbx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3322541981311636167</id><published>2011-12-21T00:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T14:28:58.515-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>O visconde de Bragelonne</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;"A força, a nobreza e o ânimo tinham ido para Deus; a astúcia, mais hábil, sobrevivia-lhes e ficava na terra."&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(O visconde de Bragelonne - Capítulo CCL - A morte de d'Artagnan)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As aventuras dos quatro amigos, sempre tão alegres e corajosas, acabam nas inúmeras páginas de "O visconde de Bragelonne". Talvez por ser justamente o fim, Dumas dá à saga um tom mais triste e tenebroso. Podendo ser encontrada em até dez volumes, a história que leva no nome o título de Raul, filho de Athos, conta não apenas a história dele, mas outras tantas, mostrando importantes figuras da História francesa e os quatro amigos tão conhecidos envolvidos em diferentes histórias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luísa de la Vallière, então comprometida com Raul, consegue um lugar como dama de companhia da rainha, esposa de Luís XIV, e torna-se amante do jovem rei. D'Artagnan, por sua vez, não contente com o novo reinado, abandona seu cargo e, com Athos, vai à Inglaterra ajudar Carlos II a retomar o trono que Cromwell tirou do seu pai, voltando depois ao serviço do rei francês. Luís, por sua vez, como soberano, é guiado por Colbert a testar o superintendente de finanças, Fouquet, fazendo com o que o simpático funcionário beire o desespero e vá a falência. Fouquet, no entanto, conta com a ajuda do cada vez mais misterioso Aramis, que lhe dá toda a ajuda financeira necessária para manter o cargo e a imagem do amigo, além de, consequentemente, acabar com Colbert e o rei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É impossível fazer uma simples resenha deste livro, justamente por ter tantas histórias, assim como difícil seria fazer uma adaptação teatral ou cinematográfica que não fosse gigantesca. Provavelmente por isso é que "O visconde de Bragelonne" não seja um título tão divulgando quanto "O homem da máscara de ferro". Essa última história que, creio, todos já ouviram falar, faz parte do último livro da saga dos mosqueteiros. É aqui que Aramis descobre a existência de Felipe, preso na Bastilha atrás do nome Marchiali, e o qual nem desconfia ser irmão gêmeo do rei. Aramis, por sua vez, planeja o sequestro de Luís e a fuga de Felipe com o intuito de colocar este último no posto de rei da França.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fim da saga não poderia escapar à morte dos admiráveis amigos ou de um final inesperado.&amp;nbsp;Com suas mil e uma situações, Dumas consegue terminar com esplendor aquilo que teve um início encantador.&amp;nbsp;Um livro magnífico e, infelizmente, difícil de ser encontrado (&lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?inicio=1&amp;amp;orderby=menor_preco&amp;amp;pchave=%2Bo%20%2Bvisconde%20%2Bde%20%2Bbragelonne&amp;amp;alvo=autor%20ou%20titulo&amp;amp;showptit=1&amp;amp;fvend=&amp;amp;fperf=&amp;amp;fpric=&amp;amp;fest=&amp;amp;fano=&amp;amp;fcid=&amp;amp;bestante=&amp;amp;bvendor=&amp;amp;memoria_queries=autor%20ou%20titulo%201v1%20%2Bo%20%2Bvisconde%20%2Bde%20%2Bbragelonne1w1autor%20ou%20titulo%201v1%20%2Bo%20%2Bvisconde%20%2Bde%20%2Bbragelonne1w1autor%20ou%20titulo%201v1%20%2Bo%20%2Bvisconde%20%2Bde%20%2Bbragelonne1w1autor%20ou%20titulo%201v1%20%2Bo%20%2Bvisconde%20%2Bde%20%2Bbragelonne&amp;amp;refinar=0&amp;amp;ffpagto=&amp;amp;paginar=120&amp;amp;fadded="&gt;se bem que tudo se encontra na Estante Virtual&lt;/a&gt;), o que triplica o valor de tê-lo em mãos nem que seja apenas por tempo suficiente para lê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V4dRvRD5ZTE/TuymSfq8OLI/AAAAAAAAA6c/5H0I9PPT6Zw/s1600/musketeer-kisses-hand.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://1.bp.blogspot.com/-V4dRvRD5ZTE/TuymSfq8OLI/AAAAAAAAA6c/5H0I9PPT6Zw/s320/musketeer-kisses-hand.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.oldbookillustrations.com/pages/musketeer-kisses-hand.php?lng=en"&gt;Fonte da imagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a promoção d'Os três mosqueteiros, dos 9 comentários, 8 estavam querendo o livro o número sorteado foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xKUUf8SPMhM/TvD2NKZGDHI/AAAAAAAAA6s/WWnBzSH7dy4/s1600/sorteioostr%25C3%25AAs.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-xKUUf8SPMhM/TvD2NKZGDHI/AAAAAAAAA6s/WWnBzSH7dy4/s1600/sorteioostr%25C3%25AAs.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Ou seja, quem ganhou foi o Otávio. Mas não se deprimam os que não ganharam. Como eu disse, adoraria distribuir esse livro pelo universo, então quem sabe mais adiante sorteie-o de novo. Mas se não quiser esperar, cate uma edição igualzinha (ano 1971) &lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?fano=1900-1979&amp;amp;fcid=&amp;amp;fpric=&amp;amp;fvend=&amp;amp;fperf=&amp;amp;pchave=%2Bos%20%2Btres%20%2Bmosqueteiros&amp;amp;alvo=autor%20ou%20titulo&amp;amp;showptit=1&amp;amp;inicio=1&amp;amp;fest=&amp;amp;orderby=menor_preco&amp;amp;bestante=&amp;amp;bvendor=&amp;amp;refinar=0&amp;amp;memoria_queries=autor%20ou%20titulo%201v1%20%2Bos%20%2Btres%20%2Bmosqueteiros&amp;amp;just_remodeling=1&amp;amp;ffpagto=&amp;amp;paginar=40&amp;amp;fadded="&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3322541981311636167?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3322541981311636167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3322541981311636167&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3322541981311636167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3322541981311636167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/o-visconde-de-bragelonne.html' title='O visconde de Bragelonne'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-V4dRvRD5ZTE/TuymSfq8OLI/AAAAAAAAA6c/5H0I9PPT6Zw/s72-c/musketeer-kisses-hand.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8607509996569093366</id><published>2011-12-17T00:01:00.002-02:00</published><updated>2011-12-17T00:01:01.003-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>Vinte anos depois</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;"- Nunca - disse Athos levantando vagarosamente a mão direita para o céu - nunca, juro-o ante Deus, que nos vê nos escuta durante a solenidade desta noite, nunca a minha espada se cruzará com as suas, nunca os meus olhos terão para os senhores uma expressão de cólera nem o meu coração uma palpitação de ódio. [...] D'Artagnan, quis-lhe sempre como se fosse meu filho. Porthos, dormimos juntos dez anos. Aramis é seu irmão como é meu; porque Aramis tem-no amado como eu o amo ainda, como o amarei sempre, até ao fim da vida. Que é que Mazarino pode ser para nós, que tivemos a força de reprimir a mão e o coração dum homem como Richelieu? Que é que este ou aquele príncipe para nós, que &lt;/b&gt;&lt;b&gt;seguramos a coroa na cabeça de uma rainha? [...]"&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(Vinte anos depois - Capítulo XXX - A praça Royale)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a morte do grande cardeal Rechelieu e do rei Luis XIII, a França se encontra sobre a regência do avarento italiano Mazarino, novo cardeal e responsável pela guarda do rei Luis XIV, então com dez anos. D'Artagnan está prestes a contar vinte anos no cargo de tenente dos mosqueteiros e, sem os amigos por perto, sente-se desanimado e sem expectativas, até que Mazarino, com o tremor existente em Paris, o vê como único soldado que talvez possa ajudá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A capital francesa está às vésperas de uma guerra civil, dividindo-se em frondistas e cardinalistas. Mazarino, com sua covardia, avareza e egoísmo conquistou o ódio do povo com altos impostos e a inimizade de uma parte da corte ao prender nomes de sangue real. O próprio rei, Luis XIV, pouca simpatia dispensa ao cardeal, que, como é sabido por muitos da corte, é casado às escondidas com a rainha Ana d'Áustria. Ameaçado assim de ter a qualquer momento seu palácio invadido, Giulio Mazarino procura no passado homens de valor e acaba por encontrar um deles bem na sua porta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;D'Artagnan é então encarregado de encontrar os amigos com quem, tempos atrás, viveu tão prodigiosas aventuras para juntos servirem a Mazarino e, quem sabe, conseguir uma patente de capitão dos mosqueteiros para os gascão. Com sorte, reencontra Planchet, seu antigo servidor, agora casado e dono de uma confeitaria que, em fuga por ajudar Rochefort a fugir da escolta que o levava de volta à Bastilha, se dispõe com muita boa vontade a acompanhar d'Artagnan.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na busca de Aramis, encontra o abade d'Herblay, e, em lugar do pomposo Porthos, encontra o rico e desanimado senhor Du Vallon de Bracieux de Pierrefons. Esperando encontrar Athos destruído pela bebida, d'Artagnan acaba por encontrar um verdadeiro fidalgo, ainda mais majestoso do que lembrava ser o amigo, que tem sob sua guarda o belo mancebo Raul, o visconde de Bragelonne. Se Porthos foi atraído pelo tenente dos mosqueteiros com a promessa de que Mazarino torna-lo-ia barão, os outros dois dispensaram qualquer proposta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma encantadora continuação para a história d'Os três mosqueteiros, "Vinte anos depois" mostra os quatro amigos divididos em dois grupos, cada qual defendendo um lado, mas mantendo a amizade em primeiro lugar. Dumas mantem suas linhas bem temperadas com fatos e figuras históricas, impedindo que seus mosqueteiros façam parte de uma continuação que desmereça a tão aplaudida história que os tornou conhecidos mundialmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-xUD_LCAQnU4/TuNIG49XMvI/AAAAAAAAA6U/YZ6LWQTx5iQ/s320/Vinte%2Banos%2Bdepois.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684466437877871346" style="color: rgb(0, 0, 238); text-decoration: underline; display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 258px; " /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.artagnan.de/index.html"&gt;Fonte da imagem.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8607509996569093366?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8607509996569093366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8607509996569093366&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8607509996569093366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8607509996569093366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/vinte-anos-depois.html' title='Vinte anos depois'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xUD_LCAQnU4/TuNIG49XMvI/AAAAAAAAA6U/YZ6LWQTx5iQ/s72-c/Vinte%2Banos%2Bdepois.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1372194158775606009</id><published>2011-12-13T00:01:00.007-02:00</published><updated>2011-12-20T18:53:41.253-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>Os três mosqueteiros</title><content type='html'>&lt;b style="text-align: justify;"&gt;‎"-E a Bastilha? - perguntou Aramis.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;- Ora! Vós me tirareis de lá! - respondeu d'Artagnan.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;- Sem dúvida - concordaram Aramis e Porthos, com admirável desassombro e como se fosse a coisa mais simples do mundo. - Sem dúvida que te haveremos de tirar(...)."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;(Os três mosqueteiros - Capítulo XXIX - Visão)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chegada de d'Artagnan a Paris com o cômico cavalo amarelo dado por seu pai é descrita por Dumas com uma beleza ímpar, descrevendo como o jovem reprimia risadas alheias com seus "olhos mais ferozes do que altivos" e retomando a despedida deste dos pais. O Sr. d'Artagnan pai lhe deu três humildes presentes, além da carta de recomendação ao Sr. de Tréville, capitão dos mosqueteiros: o cavalo amarelo, 15 escudos e seus conselhos, dos quais destaco as belas palavras seguintes: "&lt;i style="text-align: justify;"&gt;És jovem e deves ser bravo por duas razões: a primeira, porque és gascão, e a segunda, porque és meu filho. Não temas ocasiões e busca aventuras. Eu te ensinei a manejar a espada; tens pernas de ferro e punhos de aço, bate-te a propósito de tudo: bate-te principalmente porque os duelos são proibidos, e que, por consequência, o bater-se exige dupla coragem&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt;". &lt;/span&gt;Da mãe, que muito chorava por despedir-se de seu filho único, recebeu como presente a receita de um bálsamo milagroso para cura de feridas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;D'Artagnan não demorou a mostrar a coragem recomendada pelo pai e natural dele, além de demonstrar sua humilde origem e boa vontade na primeira oportunidade, tornando-se assim, facilmente admirável. Travar logo conhecimento com "os inseparáveis" Athos, Porthos e a Aramis talvez tenha sido a maior sorte do jovem, encontrando então amigos e companheiros de batalha incomparáveis com os quais divide momentos difíceis e de glória. O nome d'Artagnan logo se torna conhecido do rei Luís XIII e de seu ministro, Cardeal Richelieu, ou seja, é conhecido pelas três maiores figuras de Paris, segundo o Sr. d'Artagnan pai, já que seguido destes dois está o grande pai dos mosqueteiros, de Tréville. Sempre misturando personagens históricas a fictícias, Dumas tempera o livro com a personalidade indomável e diabólica de Milady Clarick, cunhada do Lord de Winter, criatura boníssima; o belo e poderoso ministro inglês, Georges Villiers, Duque de Buckingham, e seu amor pela rainha da França, Ana d'Aústria; o casal Bonacieux, formado por um merceeiro avarento e por uma jovem encantadora; além de outras tantas figuras que passam despercebidas ou preferem se manter escondidas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um dom natural para a narração, Dumas usa do humor, da simpatia, dos fatos históricos, do talento para definir personalidades e de belas palavras para nos transmitir de maneira leve e interessantíssima aquela que se tornou uma das mais clássicas histórias da literatura mundial. Eu, de minha parte, jamais me canso de cada palavra escrita e, por vezes, me pego reagindo a elas, seja com um sorriso ou a ansiedade pelo que vem a seguir. De minha parte, tornaria obrigatória a leitura desse livro, porque ele me tem um encanto que parece infinito, mas o máximo que posso fazer é sair distribuindo por aí exemplares, o que, infelizmente, está fora de minhas condições financeiras.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682214789131747058" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ajtc1wEf4oQ/TttIPrurPvI/AAAAAAAAA6I/I9oV2yCDtqk/s320/3.bmp" style="color: #0000ee; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; text-align: center; text-decoration: underline; width: 226px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MAS...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas eu não pude resistir a dar ao menos um exemplar de Dumas nesse mês dedicado a ele. Depois de muita cata na &lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/"&gt;Estante Virtual&lt;/a&gt;, encontrei um exemplar novo em folha da &lt;a href="http://images01.olx.com.br/ui/6/27/35/1277127167_101142235_1-Fotos-de--Livro-Os-Tres-Mosqueteiros-Alexandre-Dumas.jpg"&gt;edição de 1971 de "Os três mosqueteiros"&lt;/a&gt;, que faz parte da coleção "Os imortais da literatura universal" da editora Abril, igualzinho o que eu tenho e pelo qual sou apaixonada. Como é só um, tenho que sortear. Qualquer pessoa que comentar nesse post participará automaticamente, sem exigências de seguir blog ou twitter, ou sem que tenha que sair divulgando por aí, minha intenção é pura e simplesmente presentear os caros seres que se perdem nesse beco obscuro da blogosfera (por trás disso, a intenção é começar a dominação mental universal tendo Dumas por base). A única coisa que peço é que, se tu for novo por aqui e não tiver contato comigo via &lt;a href="https://twitter.com/#!/AnaSeerig"&gt;twitter&lt;/a&gt; ou &lt;a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=579107631"&gt;facebook&lt;/a&gt;, ou deixe o e-mail no comentário, ou me adicione num dos dois - se identificado, de preferência, para, caso tu ganhe, eu tenha como entrar em contato contigo. Serão válidos comentários feitos até dia 20/12 às 18h30 e o resultado sai dia 21.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, boa sorte!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1372194158775606009?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1372194158775606009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1372194158775606009&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1372194158775606009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1372194158775606009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/os-tres-mosqueteiros.html' title='Os três mosqueteiros'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Ajtc1wEf4oQ/TttIPrurPvI/AAAAAAAAA6I/I9oV2yCDtqk/s72-c/3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-315643692363785007</id><published>2011-12-09T00:54:00.015-02:00</published><updated>2011-12-10T09:51:10.454-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><title type='text'>Aramis, Athos, d'Artagnan e Porthos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;"De seu lado, os três mosqueteiros gostavam muito do jovem camarada. A amizade que unia esses quatro homens e a necessidade de se verem três ou quatro vezes por dia, fosse para um duelo, fosse para um negócio, fosse para um divertimento, os faziam encalçarem constantemente um ao outro como sombras; e sempre se viam os inseparáveis a se buscarem do Luxemburgo à Praça Saint-Sulpice, ou da Rua deu Vieux Colombier ao Luxemburgo."&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(Os três mosqueteiros - Capítulo VII - A vida íntima dos mosqueteiros)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de começar a falar na trilogia, nada mais justo que apresentar as personagens principais, certo? Especialmente nesse caso, em que cada um dos quatro tem um personalidade bem definida, como todas as demais personagens de Dumas e talento que poucos escritores tem, aliás, creio que só Jane Austen se compare. No que me refiro a personalidades definidas, falo de personagens que, quando se conhece bem, facilmente se identifique nelas pessoas que conhecemos ou simples manias e modos de pensar. Ou, bem, talvez isso seja só coisa da minha cabeça. Não posso comentar muito, sou um ser que é capaz de analisar qualquer criatura através dos quatro fabulosos mosqueteiros de Alexandre Dumas, completo resultado das mil vezes que li o primeiro livro da trilogia e fiquei remoendo todos os recantos dos três livros... Mas chega de papo, eu vos apresento (ah, sim, vou manter os pseudônimos, nada de falar o nome deles - fora o d'Artagnan, os demais são "nomes de guerra" -, pois tais só aparecem em "Vinte anos depois"):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-c23zf3fi0q0/TtpiRJ3lL8I/AAAAAAAAA58/Rc2cq5j9AVs/s320/die%2Bdrei%2BMusketiere.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681961926727643074" style="color: rgb(0, 0, 238); text-decoration: underline; display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Aramis:&lt;/b&gt; "Mosqueteiro interino", cujo objetivo é seguir a carreira religiosa, Aramis se destaca por ser o galanteador do grupo, aquele a quem as mulheres não resiste e que não resiste às mulheres. Sua protetora na alta sociedade e sua favorita (apesar dele jamais admitir isso) era aquela que se escondia no codinome de "Maria Michon", uma simples costureira que ele dizia ser sua prima. Apesar de todo esse seu sucesso com as mulheres, Aramis nunca deixa de garantir que quer seguir a vida eclesiástica, coisa muito apoiada por seu fiel empregado Bazin. Qualquer adversário que venha a dar seus últimos suspiros depois de bater-se (bater-se é a expressão usada para referir-se a duelo com espadas, coisa tradicional da época), se tem a sorte de Aramis estar por perto, recebe sua benção e orações. Como é dito em dado momento da história, Aramis é, quando mosqueteiro, mais religioso que mosqueteiro e, quando religioso, mais mosqueteiro do que deveria. Talentosíssimo com as palavras, a grande característica de Aramis é a astúcia, observa e faz coisas que, na maioria das vezes, passam despercebidas até mesmo dos olhos sagazes dos amigos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Aramis é inspirado em Henry 'Aramitz, admitido entre os mosqueteiros em 1640, ao mesmo tempo em que seu compatriota Athos e muito antes de Porthos. Não se lhe conhece a carreira militar. Sabe-se, porém, que, quatro anos depois, pediu baixa e retirou-se para Béarn, onde casou.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Athos: &lt;/b&gt;O mais velho deles, aquele que tem d'Artagnan como um filho, é o coração do grupo. Com o passado mais obscuro dos três, pouco fala sobre si e sempre está disponível para ajudar aos outros. Apreciador de vinho, diz: "nunca tenho as ideias mais claras do que depois de haver bebido". Se é o mais sensível de todos, é por vezes também o mais firme em decisões difíceis, de uma frieza única. Tão sério quanto corajoso, Porthos e Aramis podem lembrar de vê-lo sorrir, mas jamais o viram rindo. Por ser o mais velho, em diversas situações é o que dá a palavra final e sua opinião é sempre muito respeitada (Aramis só aceita conversa de "moral" de Athos e de ninguém mais). Não se nega a ajudar ninguém e, talvez se seu passado esconde a maior riqueza dos quatro, seus atos atestam a maior humildade também. Adepto das poucas palavras, seu criado, Grimaud, destaca-se por comunicar-se por gestos e olhares com o patrão, falando apenas quando estritamente necessário e ainda correndo o risco de ser advertido por Athos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Inspirado em Armand de Sillègue d'Athos, primo segundo do Capitão de Troisville, ingressou na companhia de mosqueteiros em 1640 e morreu três anos depois, em Paris, provavelmente em consequência de uma estocada &lt;/i&gt;(ferimento feito com o punho da espada em uma batida)&lt;i&gt;. Ignoram-se outros pormenores de sua vida. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;d'Artagnan:&lt;/b&gt; O cérebro do grupo. Especialista em armar estratégias, seja na guerra de espadas ou não, d'Artagnan aos poucos busca realizar seu grande sonho de ser um mosqueteiro reconhecido, que mereça o orgulho do rei. Mantém a frieza necessária para saber como agir em uma situação, controlando por vezes os amigos que querem entrar em ação imediatamente. Chegando a Paris com menos de vinte anos, é prontamente acolhido - depois de estabelecer contato de um modo peculiar - com os três mosqueteiros que andam sempre juntos: Porthos, Aramis e Athos. Após um início complicado, Planchet mostrou-se o mais fiel dos empregados e, posteriormente, um amigo com quem poderia contar. Como natural de um gascão, é temperamental e não aceita ofensas calado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Baseado na vida e nos feitos de Charles de Batz Castelmore, quinto filho de Bertrand de Batz e Françoise de Montesquieu, nascido em 1620 no castelo de Castelmore, na comuna de Lupiac, que mais tarde acrescentou aos dois nomes o de d'Artagnan, domínio pertencente à família de sua mãe. D'Artagnan foi, efetiva e sucessivamente, cadete da companhia dos Guardas do Sr. des Essarts, cunhado do senhor de Tréville, mosqueteiro, tenente e capitão dos Guardas, capitão-tenente dos mosqueteiros, brigadeiro dos exércitos do rei, marechal-de-campo e governador de Lille. Dumas inspirou-se, sobretudo, nas memórias do Sr. d'Artagnan, pulicadas por Courtilz de Sandras.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Porthos:&lt;/b&gt; O gigante com força sobrehumana. Vaidoso e tolo, Porthos é aquele tipo de pessoa que, creio, mais se encontre nos dias de hoje: mais aparência do que conteúdo. Sempre de braço dado com Aramis, de bondoso coração, Porthos jamais se nega a ajudar os amigos, mesmo que ignore a razão do que eles lhe pedem (o que não é raro de acontecer). Por sua grande vaidade, muitas vezes são omitidas informações de Porthos, para que não haja o risco de que ele solte informações a mais do que deveria. Com certa sorte com as mulheres, devido ao seu tamanho e sua cuidada aparência, pode viver tranquilamente nas costas de alguma amante sem que isso lhe incomode o espírito, sendo esperto o suficiente pra escolher entre as mais bem casadas (leia-se, mais rica). Com uma bondade inocente ímpar, Porthos é o mais divertido de todos por não se importar em ser tolamente feliz, tendo como sonho viver na vida mansa e bem abastada, sonho que, aliás, divide com seu leal Mousqueton.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Isaac de Portau inspirou Dumas a criar Porthos. Nascido em Pau, em 1917, iniciou a carreira militar - da qual se tem poucas informações - como cadete da companhia dos Guardas do Rei. Só em 1643 é que envergou a farda dos mosqueteiros.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente não consegui informações exatas sobre os pseudônimos, minha memória lembra de alguma alusão feitas nos livros, no entanto não quero arriscar falar algo irreal. As informações sobre as pessoas que inspiraram Dumas foram tiradas das notas de rodapé da minha amada edição de 1971 de "Os três mosqueteiros", sendo o volume 7 da coleção "Os imortais da literatura universal".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-315643692363785007?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/315643692363785007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=315643692363785007&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/315643692363785007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/315643692363785007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/aramis-athos-dartagnan-e-porthos.html' title='Aramis, Athos, d&apos;Artagnan e Porthos'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-c23zf3fi0q0/TtpiRJ3lL8I/AAAAAAAAA58/Rc2cq5j9AVs/s72-c/die%2Bdrei%2BMusketiere.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3048383555081971307</id><published>2011-12-05T00:01:00.008-02:00</published><updated>2011-12-15T12:12:42.073-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Alexandre Dumas - pai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Alexandre Dumas, pai</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como muitos sabem (ou não), se tem um escritor que admiro a valer é Alexandre Dumas, pai. Ele é autor de, entre outros belíssimos livros, "Os três mosqueteiros", meu livro favorito (apesar de eu odiar ficar espalhando isso por aí, ainda mais tendo Erico Veríssimo, Tolstói e outros na jogada). De qualquer modo, meu surto por Dumas anda tão extremo nos últimos tempos que, sem falar muito sério, disse à &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/" style="text-align: justify;"&gt;Pandora&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt; (que não conhecia Dumas, veja que pecado!) que faria um mês dedicado à ele, a exemplo do que fiz &lt;/span&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/search/label/Especial%3A%20Setembro%202011" style="text-align: justify;"&gt;em setembro&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt; aqui. Ela me cobrou e, já que não tenho razão para ignorar um pedido dela, começa a partir de hoje o mês dedicado à Alexandre Dumas, pai, com resenhas especias pra trilogia "Os três mosqueteiros" e suas personagens principais; sorteio da mais bela edição que já vi d'Os três mosqueteiros e, entre outras coisas, a biografia dele, que, aliás, ganhará espaço a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, se a série é feita por incentivo da Pandora, ela é dedicada ao &lt;a href="http://aofinaldoinverno.blogspot.com/"&gt;Fernando&lt;/a&gt;, único ser até hoje que compartilha sincera e naturalmente do meu fascínio por Dumas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Alexandre Dumas, pai&lt;/b&gt;, nasceu em Villers-Cotterêts, na região francesa de Aisne,  em 24 de junho de 1802.  A razão do mês temático não ter começado no dia primeiro é simples: Dumas faleceu em 05 de dezembro de 1870, ou seja, há 141 anos. Seu nome de batismo era Alexandre Davy de la Pailleterie Dumas e tinha como avós o Marquês Antonie-Alexandre Davy de la Pailleterie e uma escrava negra (não se sabe se liberta ou não) chamada Maria Césette Dumas. Sua descendência negra sempre o acompanhou, sendo vítima de preconceito por alguns.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://picardieweb.com/upload/alexandre-dumas.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://picardieweb.com/upload/alexandre-dumas.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 282px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; width: 188px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filho de um general napoleônico, Thomas Dumas, Alexandre ficou órfão de pai, o que fez com que passasse por dificuldades na juventude. Aos dezessete anos foi trabalhar em um cartório de um amigo da família, Mennesson, que reclamava que o jovem lia mais do que escrevia, destacando-se em suas leituras, entre outros, Voltaire. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudou-se para Paris em busca de uma vida melhor, onde começou a escrever peças de teatro que lhe trouxeram estabilidade financeira suficiente para viver como escritor. Seus primeiros sucessos no teatro foram &lt;i&gt;Henrique III e sua corte &lt;/i&gt;(1829)&lt;i&gt; &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Christine&lt;/i&gt; (1830). Após o sucesso no teatro, Dumas montou um estúdio para produzir folhetins para jornais, sendo que tudo que era escrito por seus auxiliares era sempre avaliado por ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1940 lançou &lt;i&gt;Os três mosqueteiros&lt;/i&gt;, romance que lhe rendeu sucesso internacional e foi transformado em trilogia, sendo seguido dos livros &lt;i&gt;Vinte anos depois&lt;/i&gt; (1845) e &lt;i&gt;O visconde de Bragelonne&lt;/i&gt; (1848), do qual faz parte a conhecida história d'O homem da máscara de ferro. Também em 1940 foram lançados dois outros grandes sucessos: &lt;i&gt;O conde de Monte Cristo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Os irmãos corsos&lt;/i&gt;. Com o grande sucesso de vendas, Dumas viveu tranquilamente viajando às vezes e escrevendo muito. (Lista de obras dele &lt;a href="http://www.dumaspere.com/pages/bibliotheque/index.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo após ter casado com a atriz Ida Ferrier, em 1840, Dumas manteve casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento, dentre os quais o autor de &lt;i&gt;A dama das camélias&lt;/i&gt;, que recebeu seu nome, o que explica o uso das palavras "pai" e "filho" para distinguir os autores. Por questões políticas, Dumas morou também na Bélgica, na Rússia e na Itália (onde lutou pela unificação do país e, através de amigos comuns, conheceu Giuseppe Garibaldi, que lhe entregou seus manuscritos de batalhas - dentre as quais a Guerra dos Farrapos - e permitiu que elas fossem publicadas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alexandre Dumas, pai, faleceu em Puys, perto de Dieppe. Michel Lévy Frères publicou todas as obras de Dumas de 1860 a 1884 em 177 volumes, contendo as 91 peças escritas além dos romances. Até 30 de novembro de 2002 o corpo de Alexandre Dumas permaneceu no cemitério de  Villers-Cotterêts, quando o presidente francês Jacques Chirac ordenou a exumação do corpo que, numa cerimônia transmitida pela televisão, foi levado para o Panteão de Paris, o grande mausoléu onde filósofos e escritores franceses estão sepultados. Na cerimônia, o caixão foi carregado por quatro homens vestidos de mosqueteiros representando Athos, Porthos, Aramis e d'Artagnan. Chirac reconheceu que Dumas foi vítima de racismo e que enterrá-lo junto a Victor Hugo e Voltaire era uma forma de corrigir o erro. Em seu discurso, o presidente francês disse: &lt;i&gt;"Contigo, nós fomos d'Artagnan, Monte Cristo ou Balsamo, cavalgando pelas estradas da França, percorrendo campos de batalha, visita&lt;/i&gt;&lt;i&gt;ndo palácios e castelos -- contigo, nós sonhamos."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.dumaspere.com/images/pantheon/reportages/30soir/30soir3.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 228px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; text-align: center; width: 350px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais fotos da cerimônia &lt;a href="http://www.dumaspere.com/pages/pantheon/reportages/30soir2.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisa feita: &lt;a href="http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/AlexDum1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Dumas,_pai"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.recantodasletras.com.br/biografias/1903866"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, e uma última questão. Lembra do debate sobre a propaganda de banco em que o Machado de Assis foi representado por um branco? Bom, mesma discussão aconteceu sobre Dumas ser representado nos cinemas por Gerard Depardieu, um ator branco. &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1496609-7086,00.html"&gt;Veja aqui.&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3048383555081971307?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3048383555081971307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3048383555081971307&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3048383555081971307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3048383555081971307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/12/alexandre-dumas-pai.html' title='Alexandre Dumas, pai'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3080269601548241021</id><published>2011-11-28T08:51:00.000-02:00</published><updated>2011-11-28T09:17:18.713-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Resto'/><title type='text'>Canibais: Paixão e morte na rua do Arvoredo (Sorteio)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bien, povo, desculpem-me a ausência aqui e meu retardo em dar o ar da graça no blog alheio. Duas razões: fim de semestre na faculdade (leia-se trabalhos) e os preparativos pro mês que vem aqui no blog. Alguns já estão avisados, outros não: Dezembro será dedicado à Alexandre Dumas, pai, autor d'Os três mosqueteiros. Como não aguentei escrever sobre simplesmente, resolvi reler "Os três mosqueteiros" (detalhe, já reli umas quantas vezes - inclusive foi o primeiro livro que li esse ano) e aí não resisto a dedicar o tempo ocioso ao Dumas. Não creio, então, que até dia 05/12 eu poste algo por aqui - mas pretendo matar a saudade de certos blogs por aí. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, sim, mas e o que o título tem a ver com o post? Não, não é golpe falso pra atrair pessoas ociosas que estejam olhando pro painel do blogger. O negócio é o seguinte: essa semana eu e as gurias vamos dedicar a anunciar sorteio de livros no &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;Gurias Arretadas&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/10/canibais-david-coimbra.html"&gt;Já falei de "Canibais" por aqui&lt;/a&gt; e é este, precisamente, o livro que sortearei lá. É um baita livro, DE VERDADE, e, na dúvida, vá ao menos ler a resenha. Duvido, entretanto, que alguém não se interesse por ler e, consequentemente, participar da promoção. Sem mais enrolação, &lt;a href=http://t.co/0uqCNwwe&gt;esse é o caminho&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3080269601548241021?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3080269601548241021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3080269601548241021&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3080269601548241021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3080269601548241021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/canibais-paixao-e-morte-na-rua-do.html' title='Canibais: Paixão e morte na rua do Arvoredo (Sorteio)'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-507902758669577815</id><published>2011-11-17T12:42:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T12:47:26.382-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Do rei de Brobdingnag</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cá estou eu a ler "Viagens de Gulliver", de Jonathan Swift, e aplaudindo loucamente as críticas à sociedade em que vivemos feitas com muita sagacidade pelo autor. Lembrando que o livro foi publicado no século XVIII, o que nos faz perceber que não evoluímos muito nesses últimos tempos. O objetivo desse post não é falar do livro, mas trazer um dos trechos que, até o momento, me chamaram escandalosamente a atenção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para localização: o trecho a seguir vem da segunda parte do livro, "Viagem a Brobdingnag", uma terra de gigantes, onde Lemuel Gulliver tem como primeiro quarto uma gaveta. Após ir morar no palácio, Gulliver fica muito amigo do rei, que lhe pede informações sobre o país do qual o viajante veio, na tentativa de melhorar seu próprio governo. Dias e dias de histórias por parte de Gulliver, mais alguns para as questões do rei e eis ao que chegamos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Em outra audiência, recapitulou com dificuldade a substância de tudo o que lhe eu dissera; comparou as perguntas que me fez com as respostas que lhe dei; em seguida, tomando-me na mão, e batendo-me delicadamente, pronunciou as seguintes palavras, que nunca me esquecerão, como nunca também me esquecerá a maneira por que as disse: "Meu amiguinho Grildrig, fizeste o mais admirável panegírico do vosso país; provastes à sociedade que a ignorância, a ociosidade e o vício são os ingredientes adequados à qualificação de um legislador; que as leis são melhor explicadas, interpretadas e aplicadas por aqueles cujo interesse e habilidade consistem em as perverter, confundir e iludir. Observo entre vós alguns traços de uma instituição que poderia ter sido, originariamente, tolerável, mas cuja metade está quase apagada, ao passo que o resto foi inteiramente obliterado e borrado pela corrupção. Não transparece, em quanto dissestes, que se exija uma única perfeição para que alguém atinja uma posição qualquer entre vós; e muito menos que os homens sejam enobrecidos em razão da sua virtude; que sacerdotes sejam promovidos pela piedade ou pelo saber; os soldados, pelo procedimento ou pelo valor; os juízes, pela integridade; os senadores, pelo amor à pátria; os conselheiros, pela sabedoria. Pelo que vos toca", prosseguiu o rei, "a vós, que passastes viajando a maior parte da vossa vida, inclino-me a pensar que tenhais, até agora, escapado a muitos vícios do vosso país. Mas, pelo que depreendi do vosso próprio relato e das respostas que tão penosamente arranquei e extraí de vós, não posso menos de concluir que a grande maioria dos vossos semelhantes é representada pela mais perniciosa raça de pequenos e odiosos insetos que a natureza já permitiu que rastejassem na superfície da Terra"."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-507902758669577815?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/507902758669577815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=507902758669577815&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/507902758669577815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/507902758669577815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/do-rei-de-brobdingnag.html' title='Do rei de Brobdingnag'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-5092313363961771551</id><published>2011-11-12T22:04:00.000-02:00</published><updated>2011-11-12T22:16:13.993-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>"É tua sorte que não tá fluindo..."</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Dentre as grandes aventuras diárias da vida, uma das mais preocupantes, sem dúvida, é buscar por um lugar. Estar numa cidade nova e encontrar um lugar específico é, sem dúvida, algo que necessita de coragem ou, ao menos, uma língua disposta a pedir informações (coisa que nem todos têm, o que torna a coragem extremamente necessária). Ah, sim, e é preciso sorte também, coisa que faltou a heroína dessa fabulosa e real história que venho aqui contar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Nova na cidade, nova na universidade, segundo dia de aula. Onde seria o bloco T? Era necessário saber, já que sua aula seria lá. Como sempre acreditou que quiosque de informações existem por alguma razão, nossa loira e encantadora personagem para lá se dirigiu na busca de comandos para alcançar o seu destino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Sai daqui e segue reto à esquerda. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Resposta simples da atendente. É, talvez no quiosque de informações as pessoas não estivessem tão informadas quanto ao seu papel ali. Não sabiam o que ela imaginava saber e ser certo: Pessoas do quiosque de informações devem sorrir, estar disponíveis e não deixar que aqueles que os questionem saiam de sua presença com alguma dúvida. Ao menos a moça que a atendeu não pareceu ligar para sua cara de dúvida ao ouvir tão simples resposta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Como a personagem dessa história é muito simpática e não teme fazer perguntas, não se preocupou. Saiu do tão encantador e pouco eficiente quiosque de informações e seguiu pela direção indicada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Andou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Passou por uma cascata artificial ou fosse lá o que fosse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Andou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Um gigantesco estacionamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Andou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O teatro, ao qual, supunha, pertencesse o estacionamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Andou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Andou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Nada de bloco T. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Uma senhora vinha no sentido contrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Licença - nossa adorável personagem disse -, a senhora poderia me informar onde fica o bloco T?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Ah, desculpa, querida, não posso. É a primeira vez que venho aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Mas, como toda boa heroína de aventuras, a nossa não se acovardou e seguiu adiante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Dinossauros: Museu de Ciências Naturais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Aquário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Opa, uma moça pelo caminho!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Com licença - disse nossa encantadora personagem -, tu...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Foi interrompida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- I don't speak portuguese.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;É, a sorte não estava com ela. Mas isso não a desanimou! Usou de sua astúcia e formulou, às pressas, a pergunta em inglês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Know you where is block T?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Sorry, I don't know.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Um sorriso de agradecimento e sigamos. Uma curva e, logo após, mais um vivente:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Com licença...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Não se preocupou em terminar de falar, ao abrir a boca, aquele a quem questionou fez gestos mirabolantes e então ela entendeu: um surdo-mudo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sorte, sorte, onde estais tu? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Continuou a andar. O que mais poderia fazer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Ah! Uma porta!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sem perder tempo, nossa heroína entrou com emoção, quem sabe ali alguém pudesse lhe informar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- Com licença - pediu à moça atrás do balcão -, tu poderias me dizer onde fica o bloco T?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sem saber da aventura passada por aquela que a questionava, sem saber de quão aflita estava, a moça disse, por trás do balcão, sem mostrar emoção com a pergunta e, ao que pareceu à esperançosa heroína desta história, um tanto seca:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;- É aqui do lado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;______________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Baseada na emocionante aventura vivida e narrada a mim por &lt;a href=https://www.facebook.com/#!/profile.php?id=1059924113&gt;Daniela Vidor&lt;/a&gt; (e romanceado e publicado com a devida autorização dela). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Local de tal aventura: UCS.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-5092313363961771551?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/5092313363961771551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=5092313363961771551&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5092313363961771551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5092313363961771551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/e-tua-sorte-que-nao-ta-fluindo.html' title='&quot;É tua sorte que não tá fluindo...&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2380413064422317970</id><published>2011-11-09T10:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-09T10:12:01.525-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>A confissão - John Grisham</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.sollusdistribuidora.com.br/admin/upload/imgPQ_9788532526540.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 400px;" src="http://www.sollusdistribuidora.com.br/admin/upload/imgPQ_9788532526540.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Donté Drumm está no corredor da morte, a quatro dias da execução, pelo assassinato de Nicole Yarber. No Kansas, a quilômetros de distância de onde Donté está preso, um homem, Travis Boyette, vai até o pastor Schroeder, confessa o crime e diz que não lhe agrada ver um inocente morrer. Iniciam-se, então, os quatro dias mais angustiantes que Keith Schroeder já viveu na tentativa de impedir a terrível injustiça que o estado do Texas está prestes a cometer.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Boyette é o legítimo condenado maluco. Numa hora ele está ali, no outro, desapareceu. Em um instante ele está se corroendo de arrependimento, no outro não está nem ligando. Pastor luterano, Schroeder, como um bom homem de Deus, não consegue aceitar a ideia de ficar de braços cruzados enquanto um inocente é morto por um crime que não cometeu e, por isso, enfrenta a repulsa que Trevis Boyette lhe desperta para salvar o jovem Drumm do corredor da morte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande problema está em fazer com que Boyette assuma publicamente o crime, já que está sempre mudando de ideia, além de fazê-lo ser ouvido quando isso acontecer. Schroeder, então, entra em contato com o advogado de Drumm, Robbie Flak, mas encontra dificuldade nisso, já que ele não é o único que liga para o escritório Flak dizendo saber a verdade sobre o assassinato de Nicole Yarber e, no momento, Robbie e sua equipe estão ocupados demais correndo contra o tempo para salvar seu cliente para parar e averiguar quem está falando sério ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grisham usa e abusa do seu modo único de escrever histórias criminais, fazendo com que realmente percamos o fôlego lendo. Com temas polêmicos, como pena de morte e disputas raciais, envolvendo justiça, política, sociedade e família, o livro nos faz, inevitavelmente, olhar pro lado e pensar e repensar sobre certas coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Provavelmente o livro mais novo que li nos últimos anos, "A confissão" é o mais recente livro de John Grisham, um escritor que me conquistou nas primeiras páginas que li dele. Formado em Direito, os livros de Grisham estão sempre ligados à justiça, com casos tão interessantes que não nos fazem ler, mas devorar o livro, já que, até que se termine a leitura, não consegue-se pensar em mais nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2380413064422317970?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2380413064422317970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2380413064422317970&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2380413064422317970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2380413064422317970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/confissao-john-grisham.html' title='A confissão - John Grisham'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3941499842513932393</id><published>2011-11-02T09:52:00.002-02:00</published><updated>2011-11-02T10:17:09.513-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Somos influenciados (?)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho tocante o modo como seres pensantes aceitam toda justificativa que tenha "influência" na explicação para a causa de uma questão social. Somos todos lindamente influenciados. Ou é pela mídia, ou pelo vizinho da esquina, pelo medo da violência, por isso ou por aquilo. Não temos o que fazer, somos reconhecidamente manipulados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, não vou dizer que certas coisas refletem em nossas escolhas e modo de pensar, direta ou indiretamente elas influenciam, mas isso não é regra total, não é a razão para todos os problemas do mundo. Os problemas do mundo encontram-se na parte do "deixar influenciar-se", na parte do "não questionar, apenas aceitar". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos a um exemplo fácil: música. Na minha família tive uma influência musical, minha época como ouvinte de rádio me mostrou outras coisas. Eu podia simplesmente ter me prendido a uma e dito "fui influenciada". Mas não, não é assim. Tirei de cada uma o que realmente me agrada e busquei coisas novas. Simples assim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tive que ouvir ainda que as pessoas que fumam podem não ter real conhecimento do que o cigarro tem em seu conteúdo e o que pode causar ou que as pessoas preferem dizer a si mesmas que não sabem e afogar o caos da sua vida causado pela sociedade capitalista e não sei o que mais na nicotina. É fácil assim, né? E a vontade própria de ir atrás de informações? E a vontade de reconhecer seus próprios problemas e buscar resolvê-los em vez de usar qualquer tipo de droga (lícita ou não, com ou sem receita médica) para esquecê-los?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É realmente bonito ver como as pessoas sabem e aceitam a explicação de "somos resultado do mundo cruel e manipulado em que vivemos". Todo mundo aceita isso, conclui fácil que isso é triste e deixa assim? Não estou falando de começar uma revolução gigantesca, mas sim de mudar a si mesmo e parar de aceitar desculpas tolas. Pare, pense e aceite suas falhas e virtudes, mudando conforme lhe for possível. Sim, admitir erros e mudar não é fácil, mas é mais desejável do que viver comoda e teimosamente uma vida que não lhe agrada enquanto culpa o mundo cruel em que seus pés estão pisando. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3941499842513932393?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3941499842513932393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3941499842513932393&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3941499842513932393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3941499842513932393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/11/somos-influenciados.html' title='Somos influenciados (?)'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3879000077130800556</id><published>2011-10-27T19:38:00.003-02:00</published><updated>2011-10-27T20:48:17.278-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicos'/><title type='text'>Mais um gaúcho de Passo Fundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se esse &lt;a href="http://www.4shared.com/audio/ll44mU6I/Teixeirinha_-_Gaucho_de_Passo_.htm"&gt;deixa o revólver falar se pisam no seu pala&lt;/a&gt;, mas a verdade é que o Yamandú Costa é conterrâneo do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teixeirinha"&gt;Teixeirinha&lt;/a&gt;, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Quem é Yamandú Costa? O maior violonista dos tempos atuais, na minha opinião e de tantas outras pessoas espalhadas pelo mundo. Outro dos caras a quem devo a meu tio ter conhecido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semana passada tive a oportunidade de vê-lo tocar ao vivo, após muitas vezes ter me encantado com seus vídeos. É algo que vale realmente vale a pena e que acho que todo mundo, ao menos uma vez, deve ver. O Yamandú é aquilo que chamo de verdadeiro instrumentista, sabe o que faz com o violão, sente o que toca, transmite o que sente, em resumo, te encanta. Sem falar na simpatia incrível dele, que pode e merece ser vista na &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=P0QmibNu_0M"&gt;última entrevista dele pro Jô Soares&lt;/a&gt;. Bom, no palco ele é ainda mais simpático, se possível. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já falei dele aqui em três posts: no &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2010/07/musica-instrumental.html"&gt;de música instrumental&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2010/08/o-tempo-e-o-vento-erico-verissimo.html"&gt;sobre "O tempo e o vento"&lt;/a&gt; e, mais recentemente, naquele &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/esse-tal-de-borghettinho.html"&gt;sobre o Borghettinho&lt;/a&gt; (que, aliás, vi de grátis aqui em Caxias, com orquestra e tudo), mas apenas de passagem. Hoje o post é todo pro Yamandú e, pra isso, cinco vídeos dele. Veja e tente não virar fã dele. Se conseguir, me avisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como ficaria horas perdida no YouTube tentando escolher apenas cinco vídeos, vou pela seleção do &lt;a href="http://www.yamandu.com.br/index.php"&gt;site dele&lt;/a&gt;, pode ser? Vamos lá, então, chega de falação!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra começar bem e deixar todo mundo de boca aberta, "Choro loco", a música que ele disse no show ser dificílima de tocar, como se isso não fosse óbvio ou que todo o resto que ele toca seja fácil:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vT1sMuGc4uE?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vT1sMuGc4uE?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, desisti de seguir os vídeos do site. Vou no YouTube pegar o código de incorporação e fico vendo outros vídeos. Resistirei a colocar dueto dele com o Borghetti (qualquer coisa, veja no post sobre ele, acima linkado) e colocarei aqui um com o Dominguinhos só pra variar, certo? "Fuga para o nordeste"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9kLnf9Zx220?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9kLnf9Zx220?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltemos à seleção do site. Já que falei na entrevista dele no Jô, eis aí uma música tocada lá: "El negro del blanco"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="243"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hWhg2spGAwI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hWhg2spGAwI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra se ter uma noção de como ele pode pouco: Yamandú e Orquestra de Paris.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Dq9D42HuSxk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Dq9D42HuSxk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Opa, já foi quatro? Última? Bem, impossível não ser esta: "Elodie". Por quê? Antes de tocá-la no show, ele disse: &lt;i&gt;"Logo que conheci aquela que hoje é minha mulher, quando vim pro Brasil e ela ficou na França, eu compus uma música. Imagina uma música triste, mas triste MESMO, triste DE VERDADE! Pois é, é bem assim. Aí eu queria mostrar pra ela e um amigo chegou e disse: "Tchê, existe um negócio na internet com o qual tu pode mostrar pra ela. Chama Youtube." "Tu tem certeza, tchê? Chega mesmo até lá?" Ele me garantiu que sim, então gravamos ali em casa e eu achei que só ela ia ver. Tá uma gravação bem ruim mesmo, bem caseira, com cachorro passando e tudo mais." &lt;/i&gt;Pois tinha como não colocar "Elodie" na seleção depois dessa? Não! O triste é que não achei a tal gravação no Youtube, então vai outra (se alguém encontrar, me avise!), coisa simples, de show em Roma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="243"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KxESjkptdPQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KxESjkptdPQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, mas tem um negócio importante. Elodie, esposa do Yamandú, que &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tAhbAcC74HI"&gt;também deu entrevista pro Jô esse ano&lt;/a&gt; (que vale ser vista), é violinista! Que outro modo melhor posso encontrar pra terminar esse post, ignorando a minha extrapolação de meta de vídeos, que seja diferente de um vídeo desse talentoso casal tocando junto?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oytTURyL908?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/oytTURyL908?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aí, conseguiu não ficar de boca aberta vendo os vídeos?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3879000077130800556?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3879000077130800556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3879000077130800556&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3879000077130800556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3879000077130800556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/10/mais-um-gaucho-de-passo-fundo.html' title='Mais um gaúcho de Passo Fundo'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-4483146557987245844</id><published>2011-10-23T17:40:00.001-02:00</published><updated>2011-10-23T17:48:36.392-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parcerias'/><title type='text'>O que é ser livre?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saia da frente do computador e da televisão e vá curtir a vida. Não em botões de facebook, twitter ou qualquer outra coisa. Tenha coragem de se "desligar". Pegue um livro e vá estudar. A língua se corrompe e o capitalismo se expande em lógicas de "quem pode mais", como uma faca de dois gumes, como glória e costume. Levante-se e venha ver como a vida realmente é, de sol a sol, dia após dia, além de sua LCD.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esqueça a tecnologia, volte ao "tempo da pedra". Ande até a esquina e aproveite o passeio. Use os livros como janelas para o mundo. Redescubra aquele jogo de tabuleiro esquecido no armário. Aproveite o domingo para almoçar com a família e os amigos e emende com um bom jogo de baralho ou um momento nostálgico, lembrando e ouvindo histórias passadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É engraçada a maneira que você diz que se tornou ocupado, o simples fato de que “não tem tempo para nada”. Abra os olhos! Você está ficando velho, seus dedos se atrofiam, as costas doem e seus filhos se perdem cada vez mais. Em que lugar esta a felicidade? No relógio ou na liberdade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você se prende aos ponteiros do relógio por quê? Tanto apego ao tempo te tira o tempo de ser feliz. Liberte-se da mania de controlar tudo e a todos. Não seja um estorvo na vida de quem lhe cerca. Perceba que o mundo com o qual você sonha não existe, que seus filhos não são você, que as pessoas não pensam igual a você. Aprenda a aceitar os outros como são, as coisas como acontecem e pare de resmungar. Dê espaço e chance a você mesmo para ser livre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque eu vejo sonhos, alegria e dor se reproduzindo, trabalhando cada vez mais para a manutenção deste cenário, mas e daí, o que importa? Para onde irá tudo isto, qual é o limite, o sentido, a culpa? Você teve a ousadia de por seus planos em prática? Pois, a vida lhe cobra. Ah sim! Como ela cobra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arrisque. Não se prenda a idéias que não tem coragem de realizar. Liberte-se da prisão que você mesmo construiu. Liberdade não é isso. Esqueça conceitos e dê-se o direito de não se encaixar, de não planejar. Faça, seja, viva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Ana Seerig e &lt;a href="http://aportadafrente.blogspot.com/"&gt;Allyne Araújo&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_____________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de semanas de enrolação, uma ideia da Allyne e uma semana de troca de e-mails, finalmente uma nova parceria com a minha caríssima tocantinense. Enquanto ainda não organizo todas as belas coleções desse blog, eis o &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/07/intriseco.html"&gt;link da minha primeira parceria com ela&lt;/a&gt;. E até à vista, povo! &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-4483146557987245844?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/4483146557987245844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=4483146557987245844&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4483146557987245844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4483146557987245844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/10/o-que-e-ser-livre.html' title='O que é ser livre?'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2566489245557595663</id><published>2011-10-15T09:39:00.004-03:00</published><updated>2011-10-15T10:37:46.724-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hoje é dia...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>15/10</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje é dia do professor e, aproveitando as ideias e a data, vou abrir mão da minha teima de não falar em educação, um tema cheio de poréns que podem sempre me afetar mais do que o aconselhável. Não vou reclamar da pouca importância que o governo e a sociedade dão; não vou falar da imensa carga que a cada dia aumenta nas costas dos professores; não vou dar dicas meigas de como fazer crianças adorarem a sala de aula. Minha questão pura e simples é: nenhum curso no mundo pode formar um professor. Moldar, sim. Formar, não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ter passado a vida cercada de professoras, além de na escola, em casa, me tornou uma criatura um tanto crítica com a questão de dar aula.  O Curso Normal (Magistério) me fez então  rever alguns pontos e ampliar outros, como aluna e professora. O estágio e conversas aqui e acolá me ajudaram a tirar algumas conclusões. Tenho certeza de que muito ainda vai se modificar no meu ponto de vista, então que fique claro aqui que tudo a seguir são apenas algumas coisas que nos últimos tempos têm revirado na minha cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto inicial é fato conhecido: há muitos professores que são absurdamente insignificantes para seus alunos, o que faz com que estes últimos não achem grande coisa a questão de estudar. Professores insignificantes, ridicularizados ou temidos. Vejo por mim, da minha trajetória escolar até agora, poucos eu realmente lembro com admiração e saudade. Não falo de uma época escolar específica, falo da educação infantil até o superior, falo de cursos de língua estrangeira ou sabe-se lá do que mais. Falo de qualquer professor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De que adianta um doutor dando aula na faculdade se, apesar de ser um gênio na sua área, ele não consegue passar o que tem em mente de modo compreensível? De que adianta seguir mesmo as ridículas dicas dadas durante o Curso Normal se isso não faz com que os alunos realmente aprendam? Não basta um diploma e pronto. Não, não é assim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, não vou me dizer aqui um exemplo de professora, mas também admito que não consigo me comover com o discurso de muitas estudantes de Pedagogia com um sorrisinho meigo "Eu gosto de crianças". A questão não é puramente gostar ou não gostar de dar aula e de alunos bonitinhos, é importante, mas vai além disso. Acho que o principal é saber se relacionar com o aluno, aqui entra a diferença entre autoridade e autoritarismo; entra o respeito que o professor deve ter por quem tem por objetivo ensinar, independente da idade; entra o interesse real em fazer com que o aluno aprenda, em tornar o assunto compreensível da melhor forma possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso tudo me parece tão óbvio que me sinto ridícula em falar sobre, mas por vezes tenho a sensação de que essa obviedade é só da minha parte mesmo. Ainda ouço o discurso de "Eu sou o professor, eu sei mais, me escute e não se mexa", assim como vejo professoras que adoram correr atrás de atestados médicos para escapar de uma turma. Sim, há muito problema na educação brasileira de hoje em dia (e, infelizmente, só tende a piorar), mas também há muito professor-problema. Chega de reclamar, xingar e se fazer de vítima, né?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente, isso não é geral. Conheço professores magníficos. Professores que esforçam-se ao máximo, extrapolando seus próprios limites, na tentativa de fazer uma turma terrível aprender. Professores que buscam mil e um modos de explicar o que parece incompreensível ao aluno. Professores que conquistam o reconhecimento daqueles que ensina simplesmente por ser um bom profissional. Professores que não precisam de puxa-saquismos e autoritarismo para ter o respeito dos alunos. Professores que, simplesmente, têm vontade e interesse pelo que fazem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se pode treinar um professor. Não se pode dizer "Para ser um bom professor, tu precisa mostrar interesse e disponibilidade, uma dica é não sentar, ficar sempre andando pela sala". Eis uma das coisas mais tolas que eu ouvi durante o Curso Normal. Isso me parece mais atitude de quem quer ficar controlando tudo do que de disponibilidade. Eu, particularmente, sempre odiei quando toda a minha turma estava fazendo uma atividade e as professoras ficavam andando de cá pra lá, olhando por cima dos ombros e coisas do gênero. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se pode ensinar ninguém a ser professor, isso é algo um tanto pessoal. Pode-se trocar ideias, dar referências, mas ninguém pode ensinar uma pessoa a se portar diante de uma turma. Tenho certeza de que muitas das que se formaram comigo vão ser do tipo de professoras que não serão lembradas de um ano pra outro por um aluno, professoras absolutamente dispensáveis, e isso realmente me chateia. Sim, há muitos problemas na educação brasileira, mas creio que o pior deles é justamente isso: professores dispensáveis. Por que o pior? Porque isso só prova o pouco valor alguns professores realmente dão àquilo que fazem e é isso que realmente mata a educação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, se tu quer um texto meigo e feliz do dia do professor, &lt;a href="http://projetosdeaprendizagemdocursonormal.blogspot.com/2009/10/dia-do-professor.html"&gt;eis aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2566489245557595663?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2566489245557595663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2566489245557595663&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2566489245557595663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2566489245557595663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/10/1510.html' title='15/10'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2487730954580919895</id><published>2011-10-13T13:05:00.003-03:00</published><updated>2011-10-13T13:54:07.216-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Porquê eu escrevo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra reagir&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra crescer&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra decidir&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra viver&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra cair&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra levantar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra discutir&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Coragem pra ganhar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TktBRPO-fR4"&gt;Coragem - Ultraje a Rigor&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/tradicionalismo-feminismo-bairrismo.html"&gt;Meu último post&lt;/a&gt; aqui e um sobre &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/09/feminismo-sou-contra.html"&gt;feminismo lá no Gurias&lt;/a&gt; fizeram com que várias pessoas se pronunciassem a respeito, seja comentando nos respectivos posts ou falando diretamente comigo em twitter ou facebook. Ouvi elogios e críticas, mas o que eu mais valorizei foram os debates.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elogios são bons para se perceber que, afinal de contas, tu não é a única pessoa a pensar de certa forma. Críticas são ótimas desde que bem argumentadas. Mas o debate é a união dos dois lados: ele te proporciona ver outros lados, te dá oportunidade para defender uma ideia e, ao fim de tudo, deixa claras questões nas quais tu não tinha pensado e que, mesmo que inconscientemente, te influenciarão em conversas sobre o mesmo ou outros temas. Ou seja, o ato de debater te proporciona um crescimento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, no entanto, nem todas as pessoas estão abertas a isso, abertas a ouvir e analisar outras visões. Sem grandes detalhes, digo que, por me meter a falar em feminismo, me encontrei numa situação extremamente desagradável, movida por falta de argumentos e de respeito, mas cheia de ironias. Me senti terrivelmente chateada por isso. Quem teve conhecimento do caso, sabe que eu estive aberta a um debate, uma troca de ideias, e procurei abusar do respeito, o que, no entanto, não foi recíproco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de algumas conversas, acabei por descobri o que me chateava nessa situação e, consequentemente, o que me faz parar e escrever sobre certas coisas. Me decepcionou descobrir que há pessoas que se prendem demais a certos conceitos e ideais (coisa com a qual não concordo, mas isso é papo pra outro dia) e que não estão abertas a questionamentos, que é o que eu busco com alguns dos meus textos e conversas por aí. Penso eu que questionar é provar que se quer crescer como ser humano, aceitar respostas prontas e se prender a elas é, pra mim, um pecado gigantesco que cometemos com aquilo que, supostamente, nos torna animais racionais: o cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pessoas, sim, que gostam de reclamar de tudo, mas não param pra argumentar e mal sabem justificar o que dizem, especialmente na internet, &lt;a href="http://confissoes-femininas.blogspot.com/2011/10/na-internet-todos-sao-corajosos.html"&gt;como bem lembrou a Dama de Cinzas&lt;/a&gt;. Tenho muito medo de estar nesse grupo, mas acredito que não. Por quê? Bem, não estou aqui pra botar a boca no mundo, pra expor uma verdade absoluta ou coisa do gênero. Meus textos são resultado, em maioria, das mil e uma coisas que giram nos meus pensamentos, do que observo e leio. Ideias que, por vezes, não tenho oportunidade de debater cara a cara com alguém. Coisas, que, então, se transformam em textos que jamais me satisfazem completamente e vêm parar aqui, nesse beco obscuro da internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu objetivo, então, é dar vazão a essas coisas que eu remoo de tempos em tempos, em momentos de ócio e distração. Não tenho como objetivo, de modo algum, modificar ideias e, muito menos, insultar alguém, longe disso. Não tenho objetivo nenhum relacionado a quem lê. O mínimo que espero, e que, se consigo, me deixa muito feliz, é que quem leia pare e pense um minuto naquilo. Questione. Não quero que concorde ou discorde simplesmente. Quero que reflita e crie sua própria opinião, que esta seja exposta com argumentos, que mostre dúvidas, que mostre saber que jamais saberemos de tudo, que jamais encontraremos uma verdade absoluta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então de que serve questionar se o melhor é não se satisfazer com uma única resposta? Serve pra ampliar tua visão, teu pensar, teu entender de mundo. Serve, especialmente, pra que tu não se dê os limites que uma resposta perfeita dá. Serve pra ir além. Afinal, de que adianta encontrar todas as respostas? E depois? Como dar o próximo passo? O melhor da vida, penso, é encarar o medo, o tédio, a dúvida, o receio, porque só então poderemos e saberemos valorizar a alegria, a amizade, o amor, o sucesso. De modo simples, qual seria a graça do futebol se não houvessem as derrotas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero, então, pedir desculpas sinceras a quem, porventura, ofendi; agradecer a quem acha que algumas palavras desalinhadas que eu escrevo merecem a exposição de uma opinião e de um início de debate; e dizer que continuarei fazendo o que faço, dispensando quem busque apenas ofender a mim ou aqueles que aqui expõem o que pensam e/ou questionam. É uma básica questão de respeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2487730954580919895?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2487730954580919895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2487730954580919895&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2487730954580919895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2487730954580919895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/10/porque-eu-escrevo.html' title='Porquê eu escrevo'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2709083698156830319</id><published>2011-09-29T15:01:00.000-03:00</published><updated>2011-09-29T15:03:58.518-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Tradicionalismo: feminismo, bairrismo, separatismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E chegamos ao fim de setembro e, consequentemente, no fim da temática gaúcha por aqui. Pra pontuar bem, não consigo pensar em nada melhor do que falar sobre essa questão tradicionalista e tudo que se liga a ela direta ou indiretamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro de tudo: essa exaltação de 20 de setembro e de toda a cultura gaúcha não é desmerecimento ao resto do país, mas sim mero orgulho do histórico do estado. Eu adoraria saber que esse "bairrismo" é praticado em todos os outros estados e, especialmente, que eu tivesse algum sentimento parecido em relação ao país, mas, ao que me parece, não há motivos que realmente despertem o mesmo orgulho que a Revolução Farroupilha desperta aos gaúchos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, no entanto, há quem veja os gaúchos como egocêntricos e coisa e tal. Não é isso. Repito, não é falta de respeito ao Brasil, é talvez orgulho em demasia do estado. Sim, eu tomo Polar porque só tem aqui. Sim, eu me orgulho do futebol-força. Sim, eu prefiro uma bela música tradicionalista gaúcha a música sertaneja. Sim, sim, sim, eu sou bairrista. Mas isso não me impede de admirar o rock oitentista de cariocas e paulistas, assim como não me deixa ignorar as belezas do nordeste e os fabulosos escritores mineiros. Sim, eu sou uma gaúcha bairrista, mas continuo brasileira. Muitos se ofendem com as &lt;a href="http://www.youtube.com/results?search_query=propaganda+polar&amp;amp;aq=f"&gt;propagandas da Polar&lt;/a&gt;, por exemplo, mas cadê o bom humor? Quer dizer, paulistas podem zoar com nordestinos, é brincadeira, mas gaúchos que se bobeiam com paulistas são bairristas preconceituosos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós aqui meio que nascemos com isso, isso e uma certa propensão a defender o separatismo. Por quê? Ora, porque o resto dos brasileiros nos vêm como bairristas e têm uma cultura bem diferente da nossa, tão baseada nos castelhanos, além da constante lembrança dos Farrapos. Mas eis um dos meus maiores agradecimentos ao mundo virtual: me ampliou a visão. Como tenho percebido há tempos e essa série mostrou, o pessoal que não conhece o Rio Grande do Sul tem é muita curiosidade de conhecer nossos vícios e manias, por assim dizer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, uma coisa que estraga rapidamente a imagem dos gaúchos é aquele grupo que acha que realmente é superior ao resto do mundo, que se acha no direito de xingar e menosprezar outras culturas. Peralá, não é assim. No discurso é fácil, mas e a tentativa separatista onde está, se nós gaúchos somos assim tão bons? Não me prenderei a falar de tais seres, eles apenas me envergonham terrivelmente, me desanimam e me irritam. Aproveito aqui pra registrar que não concordo com as torcidas gaúchas que, no início dos jogos em outros estados, cantam o hino rio-grandense quando o nacional está sendo executado, isso é tão desrespeitoso quanto o que fez Rogério Ceni em sua última vinda aqui: ignorou o hino gaúcho e foi se aquecer antes do início do jogo no Olímpico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Respeito. É disso, como sempre, que precisamos. Respeito por nossas origens, sim, mas respeito pelos outros. O grupo (parado) de extremos separatistas não percebe, assim como os que vêm os gaúchos como egocêntricos, que o bairrismo nada mais é que uma brincadeira orgulhosa. Quando dissemos que somos os melhores do mundo, é apenas uma brincadeira com o nosso ego. Nós não somos os melhores porque ninguém é melhor que ninguém, simples assim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra coisa que me deixa indignada é o desprezo pelo sentimento farroupilha por parte de mulheres que vêm nisso o mais completo machismo, porque na cultura gaúcha só resta a mulher "ser prenda". (*Ana engole todos os xingamentos indignados possíveis*) Como assim? Comemoração Farroupilha é pra lembrar da Guerra dos Farrapos, que não teve nada de machista. Aliás, em "Memórias de Garibaldi", este escreve que sua esposa, Anita, era uma das que pouco ligava se havia um tiroteio imenso ao seu redor, sendo mais corajosa que tantos homens. Anita Garibaldi é o nome famoso que testemunha que mulher que é apenas prenda é porque quer. Parte da minha opinião sobre feminismo está &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/09/feminismo-sou-contra.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, caso haja interesse, mas a questão aqui é que o feminismo em questão de Semana Farroupilha me é tão desprezível quanto o uso pejorativo de bairrismo ou o extremismo separatista. E não me venham com essa de que ainda existem homens extremamente machistas, não falo disso, falo de ignorá-los e simplesmente ser quem se quer ser, e não ficar gritando ao mundo "sofremos preconceito". Um gaúcho de verdade, assim como qualquer homem de verdade, tem cérebro o suficiente pra não ser machista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, pra encerrar com estilo e bairrismo, aconselho a leitura do maior periódico do mundo &lt;a href="http://obairrista.com/"&gt;O Bairrista&lt;/a&gt; e do texto &lt;a href="http://171nalata.wordpress.com/2011/09/19/de-volta-ao-separatismo-gaucho/"&gt;De volta ao separatismo&lt;/a&gt;, de autoria do gaúcho que é professor da caríssima &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/"&gt;Pandora&lt;/a&gt; lá em Pernambuco. Para grande final, então, o hino que prova que somos tão egocêntricos e bairristas que rimos da nossa própria cara com orgulho:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="243"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/g83pNXykGA8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/g83pNXykGA8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="243" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/search/label/Especial%3A%20Setembro%202011"&gt;Leia todos os posts do Setembro Especial do blog aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;___________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E com o encerramento desse mês temático, anúncio meu mês de folga. Depois da Pandora (já devidamente linkada aí em cima) me fazer assumir meus 40 anos (aquela descrição no Gurias é simples enganação), estou numa crise existencial profunda e preciso entrar no processo de Wanderlização (entre outros) pra reencontrar-me. Brincadeiras a parte, o negócio é que me sumo por um mês, pelo menos, sendo que &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;estarei todas as segundas-feiras no Gurias Arretadas&lt;/a&gt;. Continuarei a conferir e-mails e caixa do correio, então vocês sabem como entrar em contato comigo. Minha mão de vaquice me fará ignorar sms's, estejam avisados. Sintam-se à vontade pra despedaçar esse blog e ler o que nele houver de bom e, em maioria, de dispensável. Olhem ali na esquerda as tags dos posts e busquem algo que lhes interesse. Adoraria retornar aqui e encontrar montes de comentários pra serem aceitos (após 7 dias de publicação, novos comentários passam a ser moderados justamente pra que eu tome conhecimento dos mesmos), mesmo que pra me xingar. Também aceito temas pra novos posts e inícios de discussão. Rezem pra que eu esqueça minha ideia de fazer um mês só sobre Alexandre Dumas e cuidem-se. Vos encontro nas segundas no &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;Gurias&lt;/a&gt;, não esqueçam!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2709083698156830319?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2709083698156830319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2709083698156830319&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2709083698156830319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2709083698156830319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/tradicionalismo-feminismo-bairrismo.html' title='Tradicionalismo: feminismo, bairrismo, separatismo'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1701877705051574785</id><published>2011-09-25T18:55:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T18:57:06.479-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>Gaúchos e o futebol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Importante: Tal post virá à luz por demonstração de interesse  por parte da &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/"&gt;Pandora&lt;/a&gt;. Sei que muitos não se interessam por futebol, assim como muitos sabem que não costumo falar sobre. É necessário registrar que farei o possível para ser imparcial, já que o objetivo é cultural, mas peço desculpas se deixar à vista meu gremismo, como hoje me disseram, é inegável que eu tenho uma "queda pelo Grêmio". &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O futebol é um assunto um tanto delicado no Rio Grande do Sul, se bem que isso não deve ser novidade aos que moram em outros estados. Até onde meus amigos virtuais me fizeram constatar, todos acham que os gaúchos têm grandes tendências homicidas quando o assunto é futebol. Bem, não chegamos a tanto. Claro, como eu todo lugar, há os torcedores insanos, tão encantadores quanto os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hooliganismo"&gt;hooligans&lt;/a&gt;, mas, apesar de ter o clássico mais disputado do país (&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Esportes&amp;amp;newsID=a2237398.xml"&gt;não é constatação minha&lt;/a&gt;), o futebol aqui é, a sua maneira, um tema tranquilo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que as raízes do futebol brasileiro estão no Rio Grande do Sul, especificamente em Rio Grande. Em 19 de julho de 1900 foi criado o &lt;a href="http://www.sportclubriogrande.com.br/index.php"&gt;Sport Clube Rio Grande&lt;/a&gt;, primeiro clube brasileiro dedicado exclusivamente ao futebol e que deu certo (tanto que até hoje está em atividade, não no topo do futebol gaúcho, mas está vivo), eis porquê 19 de julho é o dia nacional do futebol. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os maiores clubes fora do poderoso eixo Rio-São Paulo se encontram aqui: &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=3&amp;amp;sqi=2&amp;amp;ved=0CDsQFjAC&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.gremio.net%2F&amp;amp;ei=nJN_TqiyPMLZ0QGn4MQM&amp;amp;usg=AFQjCNE6xUJI5t4XWn2FNE_-LXYXSyEKjA&amp;amp;sig2=r-Jln5mPvCuuuQg_fkpU_g"&gt;Grêmio&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CDcQFjAB&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.internacional.com.br%2F&amp;amp;ei=vJN_TrCfBoTLgQflxp0n&amp;amp;usg=AFQjCNECJS58GjLZ3aC-HKcFC7yVRJtmow&amp;amp;sig2=3G_PM1l47-lfOsUPSxqn9g"&gt;Inter&lt;/a&gt;. O Clube que, em 2007, completou 9 anos na elite do futebol sendo, afora o Santos, o único time de interior a estar entre os 24 da série A é daqui: &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CDMQFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.juventude.com.br%2F&amp;amp;ei=2pN_Tvf6HI_ogQftkYku&amp;amp;usg=AFQjCNFN0d5cAQqJTIuVg5nj8WhOcyUdPw&amp;amp;sig2=iHQkk1IUcGzDInoz1FNoYA"&gt;Juventude&lt;/a&gt;. Começaram aqui grandes nomes do futebol brasileiro: &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_liqWjrj8P_I/SwrirbAX9MI/AAAAAAAAD1g/xZg8EbfwzSY/s1600/emerson.jpg"&gt;Émerson&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EwqreN9U5wU/TkiPbKAb_VI/AAAAAAAABM0/_gKjVQHWK_c/s1600/Ronaldinho-Ga%25C3%25BAcho_Sele%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg"&gt;Ronaldinho&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.sporting-heroes.net/files_footballworldcup/LUCIO_20060613_RS_L.jpg"&gt;Lúcio&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.papodebola.com.br/vidadecraque/20050325-a.jpg"&gt;Falcão&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.paixaocanarinha.com.br/media/galeria/1187/4/2/2/5/n_selecao_brasileira_jogadores-1345224.jpg"&gt;Renato Gaúcho&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/03/11/11_MVG_LUCAS.jpg"&gt;Lucas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://colunas.gazetaweb.globo.com/platb/files/472/2009/02/774455111anderson.jpg"&gt;Anderson&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.guiadeatibaia.com/noticias/em-alta-na-selecao-brasileira-damiao-espera-seguir-4098.jpg"&gt;Damião&lt;/a&gt;, entre tantos outros. Daqui, são &lt;a href="http://paulinhoamaral.blogspot.com/2010/11/tecnicos-gauchos-dominam-o-cenario.html"&gt;técnicos poderosos na atualidade&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://kigol.com.br/blog/view/post/tecnicos-gauchos-estao-em-alta"&gt;mais um link que vale ser conferido sobre o tema&lt;/a&gt;): &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,14776010-EX,00.jpg"&gt;Cuca&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.quemdisse.com.br/autores/manomenezes.jpg"&gt;Mano Menezes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://sportv.globo.com/platb/files/1013/2010/10/felipao.jpg"&gt;Felipão&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.quemdisse.com.br/autores/tite.jpg"&gt;Tite&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-utmo7h2kK5E/Tb8HvykLOxI/AAAAAAAAL9c/lwHq4VOY9Yk/s1600/CELSO%2BROTH.jpg"&gt;Celso Roth&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://p1.trrsf.com.br/image/get?o=cf&amp;amp;w=619&amp;amp;h=464&amp;amp;src=http://img.terra.com.br/i/2010/01/27/1428692-6968-atm14.jpg"&gt;Paulo Cesar Carpegiani&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A rivalidade futebolística é sim muito grande aqui. Mais de um experiente jogador já se disse realmente impressionado com os ares de Porto Alegre e energia da mídia em época de Grenal. Outros tantos clássicos gaúchos possuem também tradição e força, como o Caju (Caxias x Juventude) e Brapel (Brasil de Pelotas x Pelotas), por exemplo. São clássicos que são talvez mais disputados fora de campo do que dentro dele, fazendo com que os jogadores sofram uma pressão bem maior que a costumeira (que já é grande).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os torcedores gaúchos são bastante fanáticos e dificilmente tu poderá encontrar na rua alguém que não tenha um time definido, mesmo que não acompanhe futebol (a influência familiar na maioria das vezes faz com que seja escolhido um clube para se torcer). Uma camisa de um time do eixo Rio-São Paulo não é muito bem vista por aqui (especialmente a do Corinthians) e, dependendo do nível de torcedor gaúcho que tu encontre, tu poderá sim ser analisado e conceituado por ela. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, aqui existe preconceito futebolístico por parte dos mais fanáticos. Eu sou daquelas pessoas que acredita que uma pessoa possa ser analisada por seu time de futebol, não pelo time em si, mas pela personalidade que a faz torcer por tal time. Sim, pode-se descobrir o time de futebol de alguém sem que este assunto entre em pauta, mas isso é algo mais extremo e, apesar de já ter feito alguns acertos na área, não sou especialista. Mas, apesar de defender a ligação personalidade-torcedor, não sou das que defende o preconceito (no entanto, muitos colorados ainda creem que não sofrem antipatia de minha parte por uma questão futebolística, o que - e dessa vez tu pode ter certeza que eu falo sério, mesmo que isso seja quase um milagre, sem qualquer ironia - é mentira).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre os mais tolos preconceitos futebolísticos que vi e, infelizmente, ainda vejo, está o movimento "Anti dupla Grenal", promovido pelos meus conterrâneos, torcedores do Caxias e do Juventude. Claro, entendo que é importante dar força pros times locais (como poucos sabem, não por que eu esconda, mas por desinformação, sou juventudista) e eu defendo essa ideia, mas ainda acho que torcer para um time do estado também é válido. De qualquer forma, acho ridículo o fato de eu temer ser descoberta no Jaconi (estádio do Juventude), reconhecida como (também) gremista e ser linchada. Apoio enormemente que se torça pros times regionais, mas deve-se lembrar aí que diversos fatores influenciam a escolha de um time para se torcer, dentre os quais se destaca há existência de uma razão pra se torcer pra tal time. Creio eu que, torcer por medo de um movimento como o "Anti-Grenal", não é uma razão que dê orgulho a alguém. Movimentos como esse, ao meu modo de ver, só prejudicam os clubes e as torcidas que os apoiam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aí entra-se na velha relação futebol-violência, a qual é muito levantada quando o assunto é futebol gaúcho. Como o todo mais, o futebol daqui sofreu grande influência castelhana e, portanto, tal qual uruguaios e argentinos, os times gaúchos por vezes tem como um dos adjetivos mais recebidos o "violento". Ao contrário do resto do país (e aí entramos especialmente no eixo Rio-São Paulo), aqui há um certo orgulho de não se fazer o tão amado "futebol arte brasileiro", mas sim o "futebol-força". Jogadores que gostavam de muitas firulas não se adaptaram aqui, técnicos que pouco incentivava o sentimento aguerrido do time logo foram mandados embora, times já foram muito prejudicados por atitudes recriminadas pelo STJD, mas o estilo permanece. Se bem que, vale destacar aqui, que hoje em dia essa área já está mais tranquila, sem grandes escândalos do "futebol-força" x "futebol-arte".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O futebol do Rio Grande do Sul tem uma história como poucos estado do Brasil (vale dar uma lida &lt;a href="http://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_fut_rgsul.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) e uma torcida única - vale aqui lembrar que foram os gaúchos, sendo o primeiro o Grêmio, que trouxeram a tradição da torcida hermana de cantar em jogos. Grêmio e Internacional são dois dos maiores clubes brasileiros e possuem uma história de títulos e rivalidade invejada por muitos. Juventude, Caxias, Rio Grande, entre outros times fazem também a história da bola no pé de estado. Grandes nomes saíram dos pampas e levaram o nome do Brasil pelo mundo. Grandes fatos colocaram times gaúchos na história do futebol. Grandes torcidas, grandes histórias. Grande é o futebol do Rio Grande do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1701877705051574785?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1701877705051574785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1701877705051574785&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1701877705051574785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1701877705051574785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/gauchos-e-o-futebol.html' title='Gaúchos e o futebol'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-662995542740096675</id><published>2011-09-23T13:38:00.004-03:00</published><updated>2011-09-23T13:56:57.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Talvez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez nunca se descubra. Talvez não haja oportunidade. Talvez o gesto não se faça. E não havendo o gesto, não haverá tempo. Tempo que consome. Tempo que escorre. Tempo que desgasta. Talvez a rosa-dos-ventos não oriente. Talvez no oriente a estrela de Davi não mais brilhe. E se não brilhar como saber dos caminhos? E se não descobrirmos os caminhos como chegaremos ao fim? E se apenas houver o fim? E nenhuma palavra se fizer? E se a voz se extinguir? Como faremos? Seremos apenas? E o que dizer de todos os sonhos que um dia sonhamos? Guardá-los no mais escuro da memória? Como se fossem trapos rotos que a ninguém interessa? Talvez ninguém se interesse. Talvez não haja amanhãs. Talvez nenhuma manhã se acenda. Talvez o sol deixe de aquecer. E as trevas bordem os dias. E os dias se repitam na monotonia do nada. E o nada seja algo que não se termine. Ou que nos termine. Como saber? Como entender as razões que levam os homens a fugir? A fuga é solução? Que solução buscamos ao abrirmos a porta de nossa casa? Talvez o coração bata cheio de esperanças. Talvez não haja esperanças. Talvez o coração não bata. E o som que se ouça seja apenas o som do silêncio. Silêncio que aprisiona. Silêncio que entra pelos poros como se espinhos fossem. Que escorre pelos dedos. Que lateja. Que encobre a visão. Que não cala. Seja o que for, é. Mais do que possamos imaginar. Sonhar. Mais do que possamos admitir. Não adianta fingir. Trapacear. Enganar. A alma não se deixa. A alma não se acovarda. A alma é. Lugar aonde ninguém chega. Intransponível. Sitiado pela ilusão. De que as tradições permanecem. De que nossas bravuras permaneçam. Que não seja apenas hino, mas fé. Não sejam palavras que após o vigésimo dia se transformem em pó. Saudade. Desilusão. Inércia. Que tudo que cantamos nesta semana não seja desafinada melodia a perder-se pelos dias. Que os acampamentos interiores permaneçam, não símbolo do desejado, mas verdade transformadora. Talvez não se encontre esta verdade. Talvez ela esteja longe demais das capitais. Longe demais dos homens que teimam em propagandear a certeza. Talvez não haja certezas. Talvez não haja verdades. Só palavras. Só palavras. E mais palavras. Vãs. Vazias. Inertes. Sem força. Sem a determinação que forja. Que nutre. Que refaz. Talvez refazer seja uma palavra inexistente no dicionário destes homens. Transformar seja tão vago que a ninguém preocupe. Talvez seja o tempo do fogo. O tempo da solidão. O tempo da indiferença. E estejamos marcados. Para sofrer. Estejamos impedidos de cantar e dançar. Que a praça não seja nossa. Que por mais que se grite não haja quem acorde. Talvez nos reste sentar na pedra fria do desencanto. E aguardar a palavra que virá libertar. Que cortará as amarras. Que roerá as correntes. Que fará a luz brilhar com tanta força que acabe por cegar. Bendita cegueira que abrirá os ouvidos e soltará as vozes. Talvez nada disso se cumpra. Talvez nunca nos encontremos. Talvez a vida seja um estalar de dedos. Talvez a indiferença seja o abraço não dado. Talvez os braços não tenham mais força. Talvez a força se esgote antes que se faça. Talvez fazer seja uma palavra sem sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso só pra dizer: eu te amo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(&lt;a href="http://www.sergionapp.com/"&gt;Sérgio Napp&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse post é uma surpresa até pra mim. Lembrei do Sérgio Napp (ou antes lembrei de um poema dele que conheci por forma de música e minha mãe me ajudou a lembrar do nome dele) e fui averiguar quais poesias dele eu conhecia na voz de Mario Barbará. Descobri o site dele e, consequentemente, que o cara é um gênio das palavras. Contos, minicontos, crônicas. Ele escreve tudo. Foi muito premiado e suas músicas já foram destaque na Califórnia da Canção Nativa (maior festival de música tradicionalista gaúcha) e em outros festivais. A minha ideia era colocar aqui um de seus poemas e sua versão musicada, mas não resisti a esse conto. Rio Grande do Sul é terra de Mario Quintana, do Erico e do Luís Fernando Veríssimo e, dentre outros mais, de Sérgio Napp. Recomendando uma visita ao site desse cara, termino o post com uma das mais belas canções gaúchas, "Desgarrados", de autoria de Napp e de Mario Barbará:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Desgarrados&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E são pingentes das avenidas da capital&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eles se escondem pelos botecos, entre os cortiços&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E pra esquecerem contam bravatas, velhas histórias&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E então são tragos, muitos estragos, por toda noite&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Viram copos, viram mundos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas o que foi, nunca mais será&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas o que foi, nunca mais será&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cevavam mate, sorriso franco, palheiro aceso&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Viraram brasas, contando causos, polindo esporas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Geada fria, café bem quente, muito alvoroço&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Jogo do osso, cana de espera e o pão de forno&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O milho assado, a carne gorda, a cancha reta&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Faziam planos e nem sabiam que eram felizes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Viram copos, viram mundos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas o que foi, nunca mais será&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas o que foi, nunca mais será&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uQwLBPmgMJ4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uQwLBPmgMJ4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-662995542740096675?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/662995542740096675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=662995542740096675&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/662995542740096675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/662995542740096675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/talvez.html' title='Talvez'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2346319566875512246</id><published>2011-09-20T09:05:00.002-03:00</published><updated>2011-09-23T12:22:22.982-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informações e Curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>"Foi o 20 de setembro o precursor da liberdade"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então chegamos ao fabuloso dia de setembro cantado no hino gaúcho. Uma simples e compreensível explicação da Revolução Farroupilha (ou Guerra dos Farrapos, como queira) &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/09/semana-farroupilha.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, sugiro que passe por lá antes de tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/09/sirvam-nossas-facanhas-de-modelo-toda.html"&gt;Dois anos atrás&lt;/a&gt;, postei alguns dos hinos do RS, além do oficial. &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/09/2009.html"&gt;Ano passado&lt;/a&gt;, o dia foi dedicado ao aniversário de um dos meus maiores ídolos musicais: Wander Wildner. É também aniversário do &lt;a href="http://www.myspace.com/frankjorgesolo"&gt;Frank Jorge&lt;/a&gt;, outro grande nome do rock gaúcho, mas hoje, pra manter a ideia e o nível do &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/search/label/Especial%3A%20Setembro%202011"&gt;especial desse mês de setembro&lt;/a&gt;, tentarei me superar e fazer um post culturalmente útil e peço que desculpem eventual fracasso de minha parte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tu leu o post que o primeiro link desse texto indica, já tem uma base do que aqui será dito. Se não leu, bem, duvido que o assunto te seja de inteiro desconhecido, afinal a Revolução Farroupilha não foi nada mais, nada menos que, de longe, a maior guerra civil brasileira. Dentre todas as guerras que o imperialismo enfrentou, sem dúvida essa foi a que deu mais trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por dez anos o Rio Grande do Sul enfrentou o resto do país pelo simples fato de se ver em situações injustas e, consequentemente, encontrar espaço e força para lutar por mudanças. Bento Gonçalves foi o grande líder dessa guerra e ocupou o lugar de Presidente da República Rio-Grandense, cuja capital era a pequena cidade de Piratini. Inúmeros heróis marcaram esse movimento, dentre os quais Giuseppe Garibaldi, o italiano revolucionário por natureza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante lembrar aqui vários fatos, dentre os quais o envolvimento de diferentes classes nas batalhas. Havia de escravos alistados por seus donos e escravos alforriados. Havia comerciantes humildes e fazendeiros poderosos. Havia os que estavam na linha de frente e os que ajudavam no momento de necessidade dos republicanos, dando asilo e comida. Havia os bugres que, de acordo com Garibaldi*, nada faziam contra os revolucionários, mas jamais poupavam os imperialistas. Havia gente de todas as cores e classes que, de forma ou outra, reconhecidos ou não por aqueles que registram a dita História, foram de fundamental importância nos fatos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem todos os gaúchos, outro ponto importante, eram republicanos. Obviamente, em maioria, tais se exilaram. De qualquer forma, a opção política foi exposta de maneira aberta nas vestimentas. Para os que pouco sabem, a roupa tradicional gaúcha, &lt;a href="http://www.universitario.com.br/noticias/imagens_noticias/gaucho.jpg"&gt;pilcha&lt;/a&gt;, tem, entre outros adereços, o lenço (cujo tipo de nó também é um tanto significativo). Foi-se então estabelecido o seguinte: lenço vermelho &amp;gt; maragato &amp;gt; republicano; lenço branco &amp;gt; ximango &amp;gt; imperialista. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Importante ainda é lembrar que a Guerra não teve vencedores, foi encerrada por acordos, depois de outras tentativas de acerto recusadas por parte de Bento Gonçalves. O que iniciou-se em 20 de setembro de 1835, acabou-se em 1 de março de 1845. Hoje, a data de início da guerra é feriado estadual e conhecida nacionalmente, o que eu lamento, por "Dia do gaúcho". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como é óbvio, uma guerra de tamanha duração não pode, de modo algum, ser contada em tão poucas linhas, e nem tive por objetivo fazê-lo. Minha intenção foi, simplesmente, dar umas pinceladas sobre a questão e, de alguma forma, fazer pensar aqueles que acham os gaúchos simplesmente bairristas egocêntricos. Essa guerra foi o maior sinal de orgulho que o Brasil já teve, levando em conta que o povo se uniu em busca do que achava ser justo e lutou por mais tempo do que muitos achariam possível. Eis daí, então, que se tira os mais cantados versos do hino gaúcho e que transcrevo abaixo. Antes, porém, vale lembrar do significado das cores da &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-glxVZBPZKLk/TdwKVE8t-DI/AAAAAAAAAJI/RzDzTjPu36I/s1600/bandeira2_rs%255B1%255D.gif"&gt;bandeira gaúcha&lt;/a&gt;: o verde e o amarelo, lembrando as cores da bandeira do Brasil, são cortados pelo vermelho, uma eterna homenagem àqueles que lutaram na Guerra dos Farrapos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Hino Rio-Grandense&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Como aurora precursora&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Do farol da divindade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Foi o vinte de setembro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O precursor da liberdade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mostremos valor e constância&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Nessa ímpia e injusta guerra&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Sirvam nossas façanhas&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;De modelo a toda Terra&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas não basta pra ser livre&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ser forte, aguerrido e bravo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Povo que não tem virtude&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Acaba por ser escravo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vyOicZulVNU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vyOicZulVNU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="420" height="315"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;____________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*"Memórias de Garibaldi", Alexandre Dumas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2346319566875512246?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2346319566875512246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2346319566875512246&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2346319566875512246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2346319566875512246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/foi-o-20-de-setembro-o-precursor-da.html' title='&quot;Foi o 20 de setembro o precursor da liberdade&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-906129620117683183</id><published>2011-09-18T10:30:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T09:46:44.749-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Buenas e me espalho (II)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, como o prometido, a segunda parte do post sobre  &lt;i&gt;gauchês&lt;/i&gt;: os ditos. Pensei em colocar a "tradução", mas é complicado, já que são frases de efeito, digamos assim. Vou colocar observações, se necessárias, certo? Vamos lá:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Bobagem é espirrar farofa.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Bueno como namoro no começo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Calmo que nem água de poço.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Contente como cusco de cozinheira.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Devagar como enterro de a pé.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Esfarrapado que nem poncho* de gaudério.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Feia como mulher de cego.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Firme que nem prego na polenta.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Judiado** que nem filhote de passarinho em mão de piá.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais amontoado que uva em cacho.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais beijado que anel de bispo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais bonita que laranja de amostra.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais comprido que esperança de pobre.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais comprido que suspiro em velório.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais conhecido que a reza do padre-nosso.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais curto que coice de porco.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais demorado que enterro de rico.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais difícil que nadar de poncho*.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais engraxado que telefone de açougueiro.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais enrolado que namoro de cobra.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais faceiro que cusco em dia de churrasco.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais faceiro que guri de bombacha*** nova.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais faceiro que mosca em tampa de xarope.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais fácil que andar pra frente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais nervoso que gato em dia de faxina.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais perdido que anão em comício. &lt;/i&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=DNY9gjeaaBw"&gt;tirada de um dos maiores sucessos d'Os Serranos&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais perdido que cachorro em dia de mudança.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais perdido que cego em tiroteio.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais perdido que cusco em procissão.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais sério que defunto.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais sujo que pau de galinheiro.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais velho que o rascunho da Bíblia.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Me caiu os butiá do bolso.****&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Saracoteando**** mais que bolacha em boca de véia.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;______________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Poncho: o mesmo que pala, que é parte da vestimenta tradicional gaúcha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;**Judiado: machucado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;***Bombacha: outra peça do vestuário tradicional gaúcho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;****Essa seria uma expressão pra demonstrar uma surpresa imensa, demonstrando ter sido realmente surpreendido com a notícia recebida. Butiá é uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buti%C3%A1"&gt;fruta&lt;/a&gt; e também o nome de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buti%C3%A1_(Rio_Grande_do_Sul)"&gt;município gaúcho&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*****Saracotear: pular de um lado pra outro, não parar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;______________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas são algumas, há outras tantas que o Google pode ajudar a localizar. As palavras que não estão explicadas com asterisco, podem ser encontradas no &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/buenas-e-me-espalho-i.html"&gt;&lt;i&gt;Buenas e me espalho (I)&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-906129620117683183?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/906129620117683183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=906129620117683183&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/906129620117683183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/906129620117683183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/buenas-e-me-espalho-ii.html' title='Buenas e me espalho (II)'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8823177410783662297</id><published>2011-09-15T16:00:00.004-03:00</published><updated>2011-09-16T13:24:24.464-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informações e Curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Buenas e me espalho (I)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava aqui averiguando uns links com expressões e ditos gauchescos e realmente me impressiono que alguns sejam regionais, tamanho meu costume com eles. Pois bem, então vamos organizar esse post em 2 partes: &lt;i&gt;palavras e expressões&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;ditos&lt;/i&gt;, certo? Vale lembrar, antes de tudo, que por aqui temos mania de "portunhol", misturamos o espanhol sem perceber. Isso explica-se pela fortíssima influência castelhana, além da indígena, na nossa cultura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Palavras e expressões:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;A la pucha:&lt;/b&gt; exprime admiração, espanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Andar a/pelo cabresto:&lt;/b&gt; andar na linha, submetido a alguém&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Andar de rédea solta:&lt;/b&gt; não ter limites&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Andarengo:&lt;/b&gt; andarilho, pessoa que anda muito a cavalo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Aprochegar: &lt;/b&gt;aproximar-se, chegar perto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Arapuca: &lt;/b&gt;armadilha, trapaça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Bagual:&lt;/b&gt; animal arisco, selvagem; pessoa rude, pouco sociável&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Baita: &lt;/b&gt;muito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Barbaridade: &lt;/b&gt;interjeição de espanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Bergamota:&lt;/b&gt; tangerina, mexerica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Bolicho:&lt;/b&gt; bar, bodega&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Bater a canastra:&lt;/b&gt; morrer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Botar guampa:&lt;/b&gt; trair esposa/marido&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Buenacho: &lt;/b&gt;muito bom&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Buenas: &lt;/b&gt;olá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Cana/Canha:&lt;/b&gt; cachaça, aguardente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Cartear/Carpetear:&lt;/b&gt; jogar cartas, baralho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Castelhano: &lt;/b&gt;relativo a Uruguai e Argentina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;China:&lt;/b&gt;mulher gaúcha; descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos traços característicos étnicos das mulheres indígenas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Chinoca:&lt;/b&gt; mulher, menina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Chorar as pitangas:&lt;/b&gt; reclamar, lamuriar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Com o pé no estribo:&lt;/b&gt; pronto pra partir; quase morrendo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Cordeona:&lt;/b&gt; acordeon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Credo: &lt;/b&gt;exclamação de espanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;CTG:&lt;/b&gt; Centro de Tradições Gaúchas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Cusco:&lt;/b&gt; cachorro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Daí, tchê: &lt;/b&gt;Oi&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;De vereda:&lt;/b&gt; imediatamente, de uma vez&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em cima do laço: &lt;/b&gt;em cima da hora&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Entrevero: &lt;/b&gt;bagunça, desordem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fandango: &lt;/b&gt;baile com danças tradicionais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gaudério:&lt;/b&gt; atualmente, alcunha aos verdadeiros tradicionalistas; no original, vadio, vagabundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gringo: &lt;/b&gt;estrangeiro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Guaipeca:&lt;/b&gt; cachorro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Guapo:&lt;/b&gt; forte, valente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Guri/Guria: &lt;/b&gt;menino, menina&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Juntar os pelegos:&lt;/b&gt; casar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Jururu: &lt;/b&gt;cabisbaixo, tristonho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Lagartear:&lt;/b&gt; ficar no sol durante o inverno&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Maleva:&lt;/b&gt; bandido, malfeitor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Mate:&lt;/b&gt; chimarrão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Matear:&lt;/b&gt; tomar mate&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Negrinho: &lt;/b&gt;modo carinhoso de chamar crianças &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Oigalê: &lt;/b&gt;expressão de admiração, espanto, alegria&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pago:&lt;/b&gt; lugar em que nasceu, fazenda&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Passar um pito:&lt;/b&gt; repreender&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Peleia: &lt;/b&gt;briga&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pêlo-duro:&lt;/b&gt; crioulo, genuinamente riograndense&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Piá:&lt;/b&gt; criança&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pila:&lt;/b&gt; reais (dinheiro)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pilcha: &lt;/b&gt;roupa tradicional gaúcha (basicamente, mulheres: vestido de prenda, homens: bombacha, lenço, camisa)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Querência:&lt;/b&gt; lugar em que nasceu, fazenda&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Qüera:&lt;/b&gt; gaudério, gaúcho, homem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Que tal?: &lt;/b&gt;tudo bem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Regalo: &lt;/b&gt;presente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Relho: &lt;/b&gt;chicote&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sinaleira: &lt;/b&gt;semáforo de trânsito&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Solito: &lt;/b&gt;sozinho, isolado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Soltar os cachorros:&lt;/b&gt; falar mal&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Talho: &lt;/b&gt;corte, ferimento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Trovar:&lt;/b&gt; inventar história; paquerar; desafio musical&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Tropeiro: &lt;/b&gt;condutor de tropas, de gado, de mulas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Vivente:&lt;/b&gt; pessoa, indivíduo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Xirú: &lt;/b&gt;índio velho, crioulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Xucro: &lt;/b&gt;indomável, arisco&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ufa, organizar isso não foi fácil. Destaquei os mais usados (pelo menos que eu saiba), mas tem mil outros. (Ver: &lt;a href="http://kleitonekledir.uol.com.br/gloss.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.fernandofischer.com/2009/12/sotaque-gaucho-e-o-gauches.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogduclone.blogspot.com/2009/06/expressoes-gauchas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.orbilat.com/Languages/Portuguese-Brazilian/Dialects/Brazilian_Dialects-Gaucho.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois que todo mundo tiver com isso na ponta da língua, posto as expressões (leia-se domingo).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8823177410783662297?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8823177410783662297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8823177410783662297&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8823177410783662297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8823177410783662297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/buenas-e-me-espalho-i.html' title='Buenas e me espalho (I)'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-4446684799075805011</id><published>2011-09-11T11:46:00.004-03:00</published><updated>2011-09-11T12:50:12.810-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre o Blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>Casos do Romualdo - Simões Lopes Neto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No 4° post desse setembro especial, minha dica literária é de autoria de João Simões Lopes Neto, um dos mais importantes escritores da cultura gaúcha, o qual &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/com-licenca-de-joao.html"&gt;já citei aqui esse mês&lt;/a&gt;. Agradeço já meu querido tio por me trazer às mãos esse baita livro, aliás, acho melhor dedicar todos os posts desse mês à meu tio, afinal ele é responsável direto pelo que me parece pouco conhecimento que tenho e aqui divido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Simões Lopes Neto, tão carinhosamente citado por &lt;a href="http://www.vitorramil.com.br/"&gt;Vitor Ramil&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/03/satolep-vitor-ramil.html"&gt;&lt;i&gt;Satolep&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, tem como sua maior personagem Blau Nunes, que aparece em&lt;i&gt; &lt;a href="http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/resumos_comentarios/l/lendas_do_sul"&gt;Lendas do Sul&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; e &lt;a href="http://www.paginadogaucho.com.br/bibli/contosg.htm"&gt;&lt;i&gt;Contos Gauchescos&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, as duas mais reconhecidas obras de Simões, mas, co&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;m todo respeito ao Blau Nunes, fico com Romualdo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://www.skoob.com.br/img/livros_new/3/71035/CASOS_DO_ROMUALDO_1261437663P.jpg" border="0" alt="" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 306px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como tão maravilhosamente conta a apresentação da edição que li, &lt;i&gt;Casos do Romualdo&lt;/i&gt; foi um real achado. Tido como perdido pela viúva de Simões, dona Velha (ao que parece, ela foi chamada assim desde jovem), os textos foram encontrados numa edição encadernada do jornal que Simões editava, a qual estava no sotão de um operário pelotense. Me desculpem pela falta de nomes e detalhes, mas o livro escapou das minhas mãos e não posso consultá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao que parece, Romualdo realmente existiu e era realmente bom em contar causos. Simões Lopes Neto o escutou e, da sua bela maneira e acrescentando uma vírgula lá e um ponto aqui, transcreveu de maneira admirável tais histórias. No melhor sotaque gauchesco, Simões nos apresenta um baita trovador, encantador e divertido. Logo no começo, me peguei rindo sozinha e passando, provavelmente, por maluca, já que estava em local público.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reconhecido como a chave de ouro na obra de Simões Lopes Neto, Casos de Romualdo é aquele livro cuja leitura nos diverte, encanta e, por que não?, emociona. Para testar e provar o que digo, te convido agora a, com agradecimentos imensos à Universidade Federal de Pelotas (UFPel), ler o livro &lt;a href="http://www.ufpel.tche.br/pelotas/ebooks/casosdoromualdo.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;, indicando que ao menos a história III, &lt;i&gt;Quinta de São Romualdo&lt;/i&gt;, seja lida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E pegando o embalo, retomo aqui outros livros da literatura gaúcha sobre os quais já falei aqui:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2010/08/o-tempo-e-o-vento-erico-verissimo.html"&gt;&lt;i&gt;O tempo e o vento&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, de Erico Veríssimo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/10/canibais-david-coimbra.html"&gt;&lt;i&gt;Canibais: paixão e morte na rua do Arvoredo&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, de David Coimbra&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/03/satolep-vitor-ramil.html"&gt;&lt;i&gt;Satolep&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, de Vitor Ramil&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, 11 de setembro de 2011, este blog comemora seus três anos. Sempre tenho ânsias de excluí-lo, mas o que me prende é o fato de, através dele, ter conhecido tantas pessoas legais (que eu não vou citar, mesmo que seja essa minha vontade, pra não esquecer ninguém). Adoraria, como agradecimento, dar um presente pra cada um dos que se ocupa de vir aqui, mas me é impossível. Pensei, então, em simbolicamente sortear algo aqui, mas fui travada na questão: "O quê?". Esse blog nem sequer tem um tema definido e, com um certo orgulho digo, tem um público bem variado. Pensei em algo meio personalizado, mas tudo que tenho capacidade de fazer é uma seleção de músicas e capas toscas de caderno, como os &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/2011/08/algo-para-guardar-na-memoria-de-como-eu.html"&gt;presentes que dei pra Pandora&lt;/a&gt;, e acho que sortear algo assim não ia ser muito interessante. Ou seja, se alguém tiver uma boa ideia do que eu posso dar pra vocês, meus caríssimos, me avise, sim? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gracias, viel Danke, grazie, obrigada, thanks por vir a este beco virtual.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-4446684799075805011?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/4446684799075805011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=4446684799075805011&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4446684799075805011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4446684799075805011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/casos-do-romualdo-simoes-lopes-neto.html' title='Casos do Romualdo - Simões Lopes Neto'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-255408352968366492</id><published>2011-09-08T20:30:00.001-03:00</published><updated>2011-09-08T20:33:01.822-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicos'/><title type='text'>Esse tal de Borghettinho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Fora do RS, existe uma curiosidade muito grande sobre a nossa música. As pessoas sabem que existe, mas não conhecem nada. Isso contradiz essa ideia de que somos discriminados no Brasil. Isto é uma coisa crônica, da qual há vinte anos eu ouço falar, mas não vejo nada disso. É mais fácil ficar aqui reclamando do que ir lá encarar. A gente se parece com a aldeia gaulesa do Asterix. Somos um reduto fechado. É importante fazer bem feito aqui e tentar lá. Não adianta nada ficar reclamando."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/09/renato-borghetti-3__-2_tonemapped.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 254px;" border="0" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras de Renato Borghetti, de acordo com um xeróx que tenho aqui com frases dele, tirado quando fiz um trabalho sobre esse baita músico. Um trabalho vergonhoso, diga-se de passagem. Tentarei então me redimir agora, pelo menos perante minha consciência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época do trabalho lembro de ter ficado extremamente chateada por não ter pego o José Mendes no sorteio. Adoro José Mendes. Mas agora, na escolha de um músico sobre quem falar aqui nesse setembro regionalista no blog, escolhi o Borghetti. Por quê? Difícil dizer. Não é só o José Mendes que mereceria um espaço aqui. O Rio Grande do Sul tem grandes nomes tradicionalistas na música, dois dos quais, Honeyde e Adelar Bertussi, que foram os pioneiros em fazer com orgulho a música tradicionalista, que deram aula pro Edson Dutra, o fabuloso líder d'Os Serranos e um baita gaiteiro, são daqui do interior de Caxias do Sul. Mas simplesmente me deu vontade de falar no Borghetti, talvez por saber que a &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/"&gt;Pandora&lt;/a&gt; tenha gostado dele, talvez simplesmente por meu humor. O negócio é que hoje o tema é Renato Borghetti, o Borghettinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de tudo é preciso explicar: aqui no Rio Grande do Sul, acordeon é gaita; acordeonista é gaiteiro (e eu tenho surtos por gaiteiros). Aliás, talvez eu tenha a explicação pra escolher o Borghetti: acho que a alma da música tradicionalista está numa gaita bem tocada (e nada de gaiteiro rebolando, como na Tchêmusic), então a melhor forma de demonstrar sua beleza é com uma música instrumental. E quem melhor que Borghetti?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Renato Borghetti ressuscitou, digamos assim, a gaita-ponto. OK, vamos nos localizar. Há dois tipos de gaita: a &lt;a href="http://images.quebarato.com.br/T440x/gaita+piano+todeschini+80+baixos+cachoeirinha+rs+brasil__C997D_1.jpg"&gt;gaita-piano&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i64B3XFLpTI/TUR6Sn7A6AI/AAAAAAAAAIs/3fA9edJiTAw/s1600/gaita_de_ponto.jpg"&gt;gaita-ponto&lt;/a&gt; (repare nas duas imagens e tu perceberá a diferença e entenderá os nomes, senão me peça que eu desenho). A mais popular é a primeira, os Bertussi, o Edson Dutra..., todos os gaiteiros admiráveis, em maioria tocam a piano. Mas o Borghettinho encontrou a ponto quando os gaiteiros citados e tantos outros estavam no seu auge e fez com que ela se tornasse popular. Além do mais, quando ele fez tal descoberta, qualquer tipo de gaita em mão de guri era cena estranha. Diz ele:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Quando eu comecei a tocar gaita-ponto aqui no RS, não havia jovens fazendo isso; as referências eram dos músicos mais antigos e músicas antigas; então tudo que eu fazia era sempre uma tentativa, um cara novo tentando fazer algo novo dentro de uma escola antiga. Isso caracterizou a minha maneira de ver a música até hoje. Sou muito ligado à música tradicional, mas naturalmente tento inovar."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma trajetória de respeito, iniciada numa Califórnia da Canção Nativa, maior festival nativista, hoje o gremista Borghettinho é um dos maiores nomes da música instrumental. Foi ele o primeiro a ganhar disco de ouro no país com música instrumental. Hoje, aliás, ele anda mundo afora, de lá pra cá, de cá pra lá, sendo que sua turnê pela Europa virou série da RBSTV: &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/rbstvrs/capa-interna,0,0,0,0,Borghetti-na-Estrada.html"&gt;Borghetti na estrada&lt;/a&gt;. Vale MUITO a pena parar para ver esses quatro episódios, pois, além da bela música e das belas paisagens, ainda é possível ouvi-lo prosear e dizer coisas como esta:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;‎"Eu acho que a música que eu faço, mesmo sem palavras, é uma música instrumental, a gente consegue, tocando, dizer de onde a gente vem. As pessoas mesmo não conhecendo o Brasil, mesmo não tendo nem ouvido falar do Rio Grande do Sul, quando a gente toca, eu acho que eles conseguem perceber a origem ou pelo menos como é o lugar de onde a gente vem, onde a gente nasceu e onde nasceu a nossa música."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O triste só é vê-lo sem chapéu. Sim, Borghettinho sem chapéu não é Borghettinho. Sem muita pesquisa, é fácil identificar sua posição costumeira ao tocar: gaita na mão, cabeça baixa, os cabelos soltos e o chapéu permitindo apenas ver um pedaço do queixo, se tanto. Lembro de que, na era em que assistia Ana Maria (sim, com nove anos eu ouvia Roberto Carlos Jovem Guarda e assistia todo dia a Ana Maria), ela veio pra Gramado (como sempre) e convidou-o para uma entrevista. No meio ela comentou algo como: Deixa eu ver esse rosto bonito, você fica aí de cabeça baixa com esse chapéu, não dá pra ver seu rosto. (Meus dedos se contorceram agora pra escrever "você" em vez de "tu" e "seu" em vez de "teu", precisava dizer isso.) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora chega de lorota, vamos à música:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano em que completava 21 anos, com ninguém menos que Cesar Passarinho, acompanhando-o na clássica "Guri", junto com o Neto Fagundes guri, de uma respeitada família tradicionalista: (Reparem no chapéu e todo o tradicional jeito Borghettinho de ser)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="345"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OsokOgHxT0Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OsokOgHxT0Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Certo, Ana, recupere-se. Tô nem aí pro Neto Fagundes, mas o Passarinho cantando essa com o Borghetti guri é demais pra mim... Ok, respirando, vamos adiante)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Milonga para as missões" é uma das músicas mais clássicas que temos por aqui, todos tocam, mas a versão do Borghetti sempre me parece inigualável. Não pude resistir a colocar essa versão com orquestra:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="345"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GhFmwghVP0I?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GhFmwghVP0I?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já tive o prazer de ir num show dele. Não posso deixar de me gabar disso. Tenho fotos para comprovar, até comentamos rapidamente a vitória do Grêmio naquele dia. Fiz um vídeo também, creio que essa é "Quarteto", mas não tenho certeza agora. Desculpem pela má qualidade, mas a música é linda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="345"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gHkfKt8WoAM?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gHkfKt8WoAM?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então um gaiteiro com um tocador de violão de primeira? É pra morrer de emoção, não? Exageros a parte, é inegável a beleza e o encanto do som feito por Borghetti com o admirável Yamandú Costa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="266"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9hlJSdS970E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9hlJSdS970E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="266" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra finalizar, mostrando que o Borghetti anda por tudo que é canto mesmo, um vídeo de uma das vezes em que tocou com Humberto Gessinger. No caso, a música é "Refrão de Bolero"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="420" height="266"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3QR2jc_SCfM?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3QR2jc_SCfM?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="266" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E depois de ouvir Engenheiros, um último e curioso depoimento de Borghetti:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Não vejo problema nenhum em tocar com músicos de outros gêneros. Já toquei com Nenhum de Nós, com os Engenheiros, chorinho no Rock in Rio e até arrisquei Villa-Lobos com Turíbio Santos. Gostei de tudo e não vejo nada errado, desde que seja como participação especial, dentro do trabalho deles. Em trabalhos meus, eu não faria isso porque acho que tenho que respeitar minha identidade."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É ou não é um guri bom, esse? Para maiores informações e coisa e tal, vale dar uma passada no &lt;a href="http://www.renatoborghetti.com.br/"&gt;site dele&lt;/a&gt; e,  bem, se alguém quiser me dar o DVD dele eu JURO que não fico braba. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-255408352968366492?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/255408352968366492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=255408352968366492&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/255408352968366492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/255408352968366492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/esse-tal-de-borghettinho.html' title='Esse tal de Borghettinho'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3680517573098743469</id><published>2011-09-05T09:07:00.004-03:00</published><updated>2011-09-05T10:05:16.999-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Causos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Com a licença de João...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentia-me terrivelmente perdido ali. Ou melhor, literalmente perdido. O que não se faz por uma garota? Mas já estava no meu limite. Precisava urgentemente sair dali. Só havia um problema: as chaves do carro. Onde, diabos, elas estariam?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Como é o nome daquele santo que acha as coisas em troca de pulinhos? - pedi, desesperado, ao arredio avô dela, única pessoa que estava por perto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, nunca fui de acreditar em santos, mas meu desespero era imenso. Estava quilômetros distante de qualquer cidade, na casa dos avós de Lígia (que agora estava emburrada comigo porque eu não queria jogar cartas a dinheiro com os primos malandros e malucos dela) e com toda a família imensa que ali estava para comemorar o aniversário de casamento dos anfitriões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Santo? Isso é bobeira, rapaz. Bom pra achar o que está perdido é acender uma vela pro Negrinho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhei pro velho. Estava ali sentado na poltrona da sala, com a cuia na mão e a chaleira ao lado de seus pés, no chão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Como é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez eu estivesse sendo um tanto estúpido. Reparei nisso e, desanimado comigo mesmo, sentei na poltrona em frente ao velho pronto a ouvir qualquer história que fosse, desde que me impedisse de fazer qualquer outra bobeira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Mas vais me dizer que não conhece a história do Negrinho do Pastoreio?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei um pouco. Talvez já tivesse ouvido falar sobre, mas nunca soube que história era, afinal. Sacudi a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Pensei que ao menos nas escolas eles falassem nele... Pra mim, é uma das mais buenas histórias existentes, sabe, rapaz? Tu devias conhecer... Se tiveres desistido de sair correndo daqui, posso buscar o livro do Simões...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Livro? Simões? Não, não. Desculpe-me, mas nunca fui de livro e, de qualquer modo, no humor em que estou, dificilmente me concentraria. O senhor não pode me contá-la?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Nada se compara ao&lt;a href="http://e-gauderios.blogspot.com/2008/12/o-o-negrinho-do-pastoreio-joo-simes.html"&gt;modo de contar de Simões Lopes Neto&lt;/a&gt;, mas quem sabe ouvi-la de modo simples te faça interessar pelos causos do João... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não disse nada. Estava calado e assim ficaria, até que me sentisse seguro a abrir a boca outra vez. Ouvi o silêncio e depois a história do velho:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- E depois disto e daquilo, o Negrinho, escravo de um estancieiro tão rico quanto mão fechada, levou chicotadas e chicotadas por perder os tordilhos de vista. O estancieiro mandou soltá-lo e ir em busca da tropilha. O detalhe é que era noite. O Negrinho pegou um toco de vela, pediu o auxílio de sua madrinha, a Virgem Maria, e encarou a noite. Depois de muito andar, encontrou os tordilhos, levou-os de volta, deitou e dormiu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E foi isso?" - pensei comigo. Hoje fico feliz de não ter pronunciado em voz alta. Depois de uns poucos segundos, enquanto tomava seu chimarrão meio que encantado pela própria história, o velho continuou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O filho do estancieiro era um piá danado. Espantou os tordilhos sem que o Negrinho visse e foi aos berros anunciar ao pai que eles continuavam sumidos. E então o pobre Negrinho voltou ao tronco e só saiu de lá quando o tinham como morto. Pra evitar o trabalho de cavar um buraco para jogar o corpo, o estancieiro jogou-o num grande formigueiro e atiçou as formigas para que cobrissem o pequeno escravo, que estava lambuçado em sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais um tempo para o mate, enquanto eu abismado tentava entender o que ouvia. Fosse realidade ou apenas uma lenda, era por demais triste, não?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Depois de três dias, o estancieiro, que andava tendo uns sonhos não muito bons, foi até o formigueiro descobrir como estava o corpo do Negrinho. Surpreendeu-se tremendamente ao encontrar o negro de pé, mui bem, sem cicatrizes ou ferimentos, melhor do que jamais estivera. Ao seu lado, viu a madrinha dos que não tem madrinha, a Virgem Maria, que estava ali, auxiliando o afiliado. A tropilha, que ainda não havia sido encontrada, ali estava também, junto do Negrinho. Depois disso, o Negrinho é responsável por encontrar o que está perdido, seja o que for e de quem for, basta lhe acender uma vela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reencontrando a voz e um pouco impressionado com aquela rápida mas interessante história, pedi:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O senhor acredita mesmo nisso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele fitou os olhos em mim e, com calma, respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- E por que deveria não acreditar? O Negrinho nunca me falhou. Dê quantos pulos quiser, mas o único capaz de achar o que ninguém mais acha é o Negrinho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sorri de lado, não sabendo mais o que dizer. Talvez o velho fosse meio maluco, achasse que aquilo era realidade. Mas que era uma boa história, era.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais calmo, voltei a buscar minha chaves. Continuava decidido a sair dali e agora tinha como companhia aquela interessante história na qual pensar. Sorri pro espelho à minha frente e pensei: "E então, meu caro Negrinho do Pastoreio, onde estão minhas chaves?". É, era uma história bonita, mas apenas isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então uma batida na porta. Lígia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Se tu quer mesmo ir embora, acho que vai precisar disso - e entregou-me as chaves do carro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela saiu. Não fui atrás. As chaves estavam ali. Crendo ou não, pensei comigo, não me custa nada acender uma vela, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3680517573098743469?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3680517573098743469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3680517573098743469&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3680517573098743469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3680517573098743469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/com-licenca-de-joao.html' title='Com a licença de João...'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3265016845560539456</id><published>2011-09-01T19:50:00.002-03:00</published><updated>2011-09-02T12:59:02.986-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Programas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial: Setembro 2011'/><title type='text'>Hallo, September + Uma boa teoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E começa setembro. Ao que parece todo mundo está inspirado com isso, sabe-se lá porquê. Os mais antigos do interior da serra gaúcha dizem que, se sobreviveu-se a agosto, não se morre mais esse ano. Provavelmente em razão do inverno meigo que se abate por essas bandas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas cá no Rio Grande do Sul o mês de setembro é especial. Não, não me venha com essa de "20 de setembro - dia do gaúcho". Nada disso. Vinte de setembro é feriado Farroupilha. Setembro tem a semana Farroupilha. Afinal, quais outros estados lutaram 10 anos contra o resto do país? Sim, é disso que temos orgulho por aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Antes que me batam ou me chamem de bairrista, esperando até dia 20 conseguir fazer um post decente sobre tal data e seu significado histórico, paro aqui e anuncio que este mês será exclusivo com posts gaúchos: músicas, músicos, personalidades, livros e etc. e tal. Por quê? Porque, por alguma razão, o povo da blogosfera acha que sou uma boa gaúcha e até um exemplo. Já tentei desenganar, mas foi inútil, então é melhor dar uma razão pra isso. E, conforme meu pobre vocabulário permitir, farei alguma amostra do "gauchês" por aqui. Bueno?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Então, pra começar bem a semana, nada melhor que uma buena e interessante linha de raciocínio, além de curiosa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O alemão e o delegado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Delegado de polícia, conhecia a profissão, pra ele não existia um caso sem solução. Até que um certo dia na delegacia entrou um alemão bem nervoso que desse jeito falou:&lt;br /&gt;- Eu vim fazer um queixa. Acabo de ser roubado, só quem pode me ajudar é o senhor, seu delegado. Enquanto eu trabalhava, veja que um tipo qualquer, entrou lá no meu casa e roubou o meu mulher.&lt;br /&gt;O delegado sorriu e desse jeito respondeu:&lt;br /&gt;- Parece até uma piada todo esse problema seu. O senhor deve ser louco, nunca vi ninguém mais bobo, quando que roubar mulher foi considerado roubo?&lt;br /&gt;- Opa, opa. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Parali&lt;/span&gt; uma vez. Espere aí, seu doutor. É melhor olhar direito nesses livros do senhor, pois como pode entender porque &lt;span style="font-style: italic;"&gt;motiveraçón&lt;/span&gt; quem roubou o meu mulher não possa ir pra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;prisón&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O delegado disse assim:&lt;br /&gt;- Vou explicar a verdade. Saiba que sua mulher não é sua propriedade. Veja se entende bem essa minha explicação: quem roubou sua mulher pra lei não é um ladrão.&lt;br /&gt;- Opa, opa, já pode parar de novo, me responda seu doutor: de quem é esse relógio aí no pulso do senhor? É um relógio bonito, muito dinheiro valeu, como é que o senhor me prova que esse relógio é seu?&lt;br /&gt;O delegado irritado, já saindo do normal, disse:&lt;br /&gt;- O relógio é meu, tenho aqui nota fiscal.&lt;br /&gt;- Hahaha, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bichón&lt;/span&gt;. Muito bem, seu delegado, o senhor chegou no ponto que eu queria ter chegado. Eu tenho junto comigo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;certidón &lt;/span&gt;de casamento, vale mais que essa nota, é um grande documento, assinada pelo juíz, com a benção do vigário, com diversas testemunhas e registrado em cartório, aonde o meu mulher jurou comigo ficar até o dia em que a morte viesse nos separar, mas como eu não morri e nem ela está morta, se vire seu delegado, que eu quero ela de volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Boa, hein? Melhor ainda é ver a versão original. Não, não é um texto, é uma música. Transcrevi em texto pra fingir que era algo sério. Enfim, a música é d'Os Três Xirús, cujo maior sucesso foi, sem dúvida, &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.4shared.com/audio/H5ToB9Yt/Os_3_Xirus_-_Vaquinha_preta.htm"&gt;Vaquinha Preta&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (a qual, inclusive, dei pros meus alunos e, se na hora acharam difícil falar com o sotaque &lt;/span&gt;&lt;span&gt;alemón&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; e riam quando eu falava assim, hoje eles adoram a música). Não há gaúcho que não tenha cantado "Nós temos lá em casa uma vaquinha preta, fora de série, tem cinco tetas", mesmo sem saber de onde veio isso. Demorei um tempo pra descobrir a música. Tá, pode ser que existam gaúchos que não conheçam, mas certamente não são gaúchos do campo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas estávamos falando do &lt;/span&gt;&lt;span&gt;alemón&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; e o &lt;/span&gt;&lt;span&gt;delegoda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, então vamos ao vídeo esplendoroso e que é uma relíquia (Glórias ao programa "Galpão Crioulo" e a quem colocou no YouTube). Eis os anos 80 tradicionalista gaúcho (aumentem o som que o do vídeo é baixo):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="348" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cDlVGqtkRiw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cDlVGqtkRiw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="348" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Confessa ai, gostou, hein? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3265016845560539456?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3265016845560539456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3265016845560539456&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3265016845560539456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3265016845560539456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/09/hallo-september-uma-boa-teoria.html' title='Hallo, September + Uma boa teoria'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6552077613959561915</id><published>2011-08-29T00:02:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T00:02:00.725-03:00</updated><title type='text'>O Belo</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O que é o Belo? Isso, com B maiúsculo mesmo. O que, afinal, é o Belo?  Numa análise profunda numa aula, a professora disse que o bonito é  apenas uma parte do Belo. Ou pelo menos na Grécia eles pensavam assim. Mas e agora, hoje, no mundo contemporâneo, o que é o Belo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(&lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;Continua...&lt;/a&gt;)&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6552077613959561915?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6552077613959561915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6552077613959561915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6552077613959561915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6552077613959561915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/o-belo.html' title='O Belo'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2547185666398361886</id><published>2011-08-25T13:00:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T13:10:56.786-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rock Gaúcho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Rock Gaúcho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicos'/><title type='text'>As coisas mudam</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;E o bravo ficou só&lt;br /&gt;O mundo tornara-se ridículo&lt;br /&gt;Para nele se viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não dizem adeus&lt;br /&gt;Os índios dizem "Vá em frente&lt;br /&gt;e que os deuses te acompanhem"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se hoje você perdeu&lt;br /&gt;Amanhã você pode ganhar&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora você não sabe&lt;br /&gt;Depois poderá descobrir&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem dias que chove muito&lt;br /&gt;N'outro o sol despontará&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não dizem adeus&lt;br /&gt;Os índios dizem "Fique em paz&lt;br /&gt;e que os deuses te acompanhem"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora você está triste&lt;br /&gt;Depois poderá rir disso&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje você tem saudades&lt;br /&gt;Amanhã poderá se casar&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia você vai pro norte&lt;br /&gt;N'outro você vai pro sul&lt;br /&gt;As coisas mudam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não dizem adeus&lt;br /&gt;Os índios dizem "Até o outro sol&lt;br /&gt;e que os deuses te acompanhem"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.wanderwildner.com.br/"&gt;Wander Wildner&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="271" width="430"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hj3RszvFgAw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Hj3RszvFgAw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="271" width="430"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Acho essa música encantadora em sua simplicidade. Quem me conhece sabe que sou adoradora das músicas de Wander Wildner, mas creio que essa é uma daquelas músicas que é impossível não admirar. Ou será que tô errada? Bom, se essa não agradar, desisto realmente de fazer as pessoas gostarem de Wander. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2547185666398361886?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2547185666398361886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2547185666398361886&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2547185666398361886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2547185666398361886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/as-coisas-mudam.html' title='As coisas mudam'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8218535436254306368</id><published>2011-08-20T16:13:00.001-03:00</published><updated>2011-08-20T16:49:06.324-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>O velho e o mar - Ernest Hemingway</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez por meu encanto de infância por &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.youtube.com/watch?v=2KUtkcXvm8A"&gt;O velho homem do mar&lt;/a&gt;, música de Roberto Carlos, ou pelos comentários do meu pai, independente da razão, a verdade é que por muito tempo olhei para o &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HRkPES51Z4s/THxOg1VlGOI/AAAAAAAAACY/mxTrF2MDFi8/s1600/4.jpg"&gt;livro de Hemingway&lt;/a&gt; na prateleira prometendo a mim mesma lê-lo. Livro daqui, livro de lá, finalmente o tiro do lugar em que me olhou por anos. Mais um dia encarando-o na escrivaninha e...&lt;br /&gt;O sol pela janela e o frio me fizeram tomar coragem. Nem levantei da cama. Estiquei o braço, peguei o livro, os óculos e pronto: hora de finalmente ler &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O velho e o mar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Simplicidade. Essa é a primeira palavra que me vem a cabeça para descrever o livro. Uma história incrivelmente simples e encantadora. O pescador Santiago, o velho que apaixonadamente chama o mar de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;la mar&lt;/span&gt;, com sua humildade se torna admirável instantaneamente. Pelos olhos de Santiago, Hemingway nos mostra uma visão simples e cansada do mundo, o que nos faz parar e refletir.&lt;br /&gt;Depois de 84 dias sem pescar nada, Santiago sai no 85° dia com esperanças, afinal em algum momento as coisas devem melhorar. Despede-se de Manolim, o garoto a quem ensinou a pescar e que verdadeiramente se preocupa com ele, e antes do amanhecer sai acreditando na mudança de sua sorte. O que era para ser mais um dia de pesca, torna-se uma aventura quando um peixe morde uma das iscas de Santiago e, em vez de dar-se por vencido, arrasta o barco por horas, fazendo com que o pescador passe dias e noites dentro do mar.&lt;br /&gt;A história assim descrita pode parecer tola, banal, mas ler nas linhas de Hemingway a fé, os pensamentos e olhar de Santiago nos faz pensar em o que faríamos no seu lugar. Iríamos nos deixar guiar pelo peixe desconhecido e forte ou desistiríamos simplesmente? Até que ponto iríamos? Como nos sentiríamos sozinhos, longe de terra, em um pequeno barco, segurando uma linha com toda a força? Transformando esse peixe em um sonho, talvez fosse mais simples responder. Ou não.&lt;br /&gt;Um livro pra ser lido de uma vez. Com suas poucas páginas e simplicidade, é impossível parar a leitura. Pelo menos pra mim o foi, antes do fim da manhã o livro tinha sido lido. Provavelmente, mais um daqueles livros que, sem pedido, ressurgirão na cabeça e, sempre que isso acontecer, me farão refletir. Uma mostra da simplicidade e do encanto foi o curta inspirado no livro. Sou bem enjoada para adaptações, mas é impossível não achar admirável essa, que ganhou Oscar em 2000 e contou com uma criação artística admirável realmente (vá no youtube e veja a descrição).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="330" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qx-3VYKvDUA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qx-3VYKvDUA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="330" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8218535436254306368?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8218535436254306368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8218535436254306368&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8218535436254306368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8218535436254306368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/o-velho-e-o-mar-ernest-hemingway.html' title='O velho e o mar - Ernest Hemingway'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-341859101220229951</id><published>2011-08-15T09:46:00.003-03:00</published><updated>2011-08-15T09:52:52.024-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>Comédia simples</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;	Por alguma razão, as pessoas evitam aquele banco. Preferem ficar de pé a sentar nele. Alguém pode dizer que dá enjôo, outro que é desconfortável; existem, afinal, mil razões pra não sentar naquele banco. Eu, de minha parte, até o acho bastante divertido. Acho uma graça sentar de costas pro motorista e ver os demais passageiros de frente, sem falar na diversão de ver tudo se afastar pela janela.&lt;br /&gt;	Naquele banco, tudo é visto ao contrário, já que a impressão é de que está se andando de marcha-ré. Muitas pessoas se incomodam com isso, creio, se incomodam em ver as coisas do avesso, ver de outro ponto de vista, sair do comum. Qualquer bobeirinha, como ver pela janela a pessoa que está na calçada se afastando e não se aproximando, é motivo para as pessoas se sentirem mal.&lt;br /&gt;	Eu me divirto bastante com isso, sem um pouco de controle, facilmente seria encontrada no banco que fica de costas pro motorista rindo como uma maluca. É tão engraçado olhar pro caminho que o ônibus deixa pra trás, quanto é engraçado lembrar das brincadeiras e tolices de infância. Comédia simples, risadas sinceras.&lt;br /&gt;	Mas as pessoas parecem se incomodar com as coisas deixadas pra trás. Não olham, não pensam e, alguns, preferem fingir que esqueceram e, a simples menção de algo passado, é razão de angústia. Besteira, na minha opinião. Rir de piadas e idiotices passadas é altamente divertido! Mas o maior desperdício mesmo, penso eu, é ignorar os erros e fracassos, tê-los como vergonha. Com um erro, aprende-se a ser um melhor profissional. Com um relacionamento ou uma amizade que falhou, aprende-se a conviver com as pessoas.&lt;br /&gt;	Sim, devo admitir que, em algum ponto, olhar pra trás nos deixa tontos. Mas isso é simples: somos feitos para olhar pra frente. O passado ensina e diverte, mas não podemos viver nele. Do mesmo modo, é bom não andar como um cavalo selado, que vê só o que está na frente. É bom e necessário saber de onde se veio e para onde se vai, mas quando se está sentado num banco qualquer, é tolice não olhar para os lados e descobrir a melhor maneira de aproveitar o momento.&lt;br /&gt;	Viver da melhor maneira é tirar o melhor proveito da vida; é olhar pra todos os lados; é passado, presente e futuro; é não se deixar parar por uma alegria, uma dor ou um amor, é buscar por mais. Viver é apenas isso: viver, e não se deixar parar por mais difícil que possa ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Oscar Wilde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Gurias:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sim, inegavelmente sou uma cópia dela. Mas só por fora. Cara de uma, focinho de outra, como dizem. O gênio é dele, certamente. Os gestos, são dele. Talvez por ter convivido mais diariamente com ele, ou talvez mesmo seja a genética.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Já me disseram que caminho como ela. Me disseram que tenho a voz dela. Mas outro dia me peguei assobiando pelo meio da rua. No outro, me vi ignorando quem falava com um livro de palavras cruzadas na mão. Assim como ele, peguei um livro e consegui encontrar todas as pessoas do meu dia a dia nele.&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/08/versao.html"&gt;continua...&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-341859101220229951?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/341859101220229951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=341859101220229951&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/341859101220229951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/341859101220229951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/comedia-simples.html' title='Comédia simples'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2152420245734914494</id><published>2011-08-11T19:28:00.002-03:00</published><updated>2011-08-11T19:34:36.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Let the sunshine in</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;	Os raios de sol atravessavam a janela naquela manhã de sábado. Se na noite anterior tinha desejado sair o mais tarde possível de debaixo das cobertas, agora o sol tornava isso impossível. Não pela claridade em si, afinal uma alma cansada pouco valor dá à falta ou ao excesso de luz. Não, o problema é que o sol liberava aquela típica energia que torna as pessoas incapazes de esconder a cabeça no travesseiro.&lt;br /&gt;	E então agora estava ali, de pé. Sem nenhum motivo aparente, sorria. Eis mais uma consequência do surgimento do sol depois de tantas manhãs sem que alguém o visse. Estava acordado e de ótimo humor, outra raridade de um sábado de manhã. Infelizmente, porém, não havia ninguém por perto com quem compartilhar tal alegria, nesse caso, o jeito é cantarolar para as paredes.&lt;br /&gt;	Um belo café da manhã, seguido de um salto da cadeira: E agora? Como aproveitar tal dia? Bem, na falta de uma resposta imediata, não havia como resistir ao vício de sempre, mesmo que por uns poucos minutos. Voltou ao quarto, ligou o computador e começou a dar uma conferida...&lt;br /&gt;	Que barulho foi aquele? Teve a impressão de ouvir algo. Segurou a respiração por um momento na tentativa de descobrir sua origem. Nada. Silêncio. O resto da casa estava vazia, não havia mais ninguém ali. Na certa foi sua imaginação. Sacudiu a cabeça e esqueceu. Era, afinal, um belo sábado de sol.&lt;br /&gt;	Nhéam.&lt;br /&gt;	Com certeza ouviu alguma coisa. Parecia... Parecia que alguém tinha acabado de sentar... Isso, aquele era o barulho de alguém sentando, o barulho que a cadeira fazia, como se gemesse. Sim, tinha ouvido uma cadeira gemer. Mas era impossível! Sua única companhia naquela casa era sua sombra e ela, mesmo que estivesse vida própria, não poderia fazer a cadeira gemer... Balançou a cabeça de novo. Impressão sua, não ouviu mais nada e não havia ninguém. O barulho devia ser considerado uma coisa banal, apenas isso. Voltando à alegria trazida pelo sol.&lt;br /&gt;	Nhéééam.&lt;br /&gt;	Certo. Não podia mais se deixar pegar de surpresa por aquele barulho, já começava a se assustar. Quando se deixava convencer de que não era nada, tinha a impressão de que outra pessoa sentava. Mais um pouco e a mesa de seis lugares com certeza estaria com todas as cadeiras ocupadas. Isso não seria incomum se não fosse o fato de que NÃO HAVIA MAIS NINGUÉM EM CASA! É, definitivamente começava a se impacientar, ou seria apenas medo disfarçado?&lt;br /&gt;	Nhééééaam.&lt;br /&gt;	MEDO. Era medo. Definitivamente medo. Não podia negar. E agora? Deixou-se levar pelo medo por alguns minutos, mas antes que o barulho pudesse se repetir, resolveu tomar coragem e enfrentá-lo. Seja lá o que fosse, enfrentaria o problema. Coragem! ... Eh... Mas na certa não era nada. É, nada. Onde estava mesmo? Dia feliz. Feliz por que? Sol. Isso, o sol. Por um momento esqueceu-se dele e...&lt;br /&gt;	Nhééééaaam.&lt;br /&gt;	O salto que deu da cadeira em que estava foi tão grande que viu-se em um instante de pé. Coragem. Sem autoenganação. Havia um problema e teria que haver uma solução. Não podia passar o resto da vida preso no quarto enquanto as pessoas sentavam nas cadeiras da cozinha... Que pessoas? Não havia nin... Fantasmas! Seria possível? Não... Se bem que nunca fora comprovada a sua não-existência... Inconscientemente ouviu a música dos caça-fantasmas em sua cabeça, como se viesse de longe, e viu-se caminhando devagar em direção à porta do quarto, abrindo a porta semi-encostada e dando o primeiro passa no corredor, em direção à cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Nhéééééaaaam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Assim que o barulho se repetiu, olhava já pela porta da cozinha. As cadeiras vazias. Nenhum sinal de pessoas, nem reais nem do além. Tudo no lugar. Olhou automaticamente para o lugar de onde veio aquele som que tanto havia assustado. Na janela, o galho de uma árvore batia, no ritmo do vento que a embalava graciosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inspirado na incrível saga de &lt;a href="http://twitter.com/#%21/GuiSpigolan"&gt;Guilherme Spigolan&lt;/a&gt; narrada por ele via twitter um sábado desses. Texto devidamente aprovado e com autorização de publicação do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2152420245734914494?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2152420245734914494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2152420245734914494&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2152420245734914494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2152420245734914494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/let-sunshine-in.html' title='Let the sunshine in'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-7795127900052322725</id><published>2011-08-09T09:31:00.007-03:00</published><updated>2011-08-09T10:34:19.798-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Resto'/><title type='text'>Memórias de uma ex-estagiária de magistério</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de mil vezes ter respondido negativamente a pergunta de que eu não fazia parte de uma banda:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sério, profe, que tu não tem uma banda? Como não? Tu tinha que ter. Tu tá sempre com camisa de banda, sabe tudo e canta e dança. Tu devia montar uma banda, profe, sério mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignorem a parte do canta e dança. Meu aluno não sabia o que dizia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Profe, tu vai nos fazer gostar dessas músicas... Aí vai vim todo mundo com camisa do Raul Seixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, minhas aulas de música foram o que tornaram meu estágio interessante... E olha que dei Raul a pedido deles mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Profe, tu é casada?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Tem namorado?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Mas por que tu não tem namorado?&lt;br /&gt;- Não quero me incomodar com um.&lt;br /&gt;Entra outra na conversa:&lt;br /&gt;- É, né, profe, e depois eles dizem que são as mulheres que incomodam.&lt;br /&gt;- Isso é história, são os homens que incomodam mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Profe, não se irrite. Isso, isso, se acalma - a aluna que diz isso chega perto e começa a me acariciar. - Dá rugas, profe. Melhor assim, fica calminha, com a pele lisinha e nada de rugas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Profe, por que as gurias vão sempre em grupo no banheiro?&lt;br /&gt;- Não sei.&lt;br /&gt;Meia hora depois.&lt;br /&gt;- Profe, tu ainda me deve uma resposta.&lt;br /&gt;- Do quê?&lt;br /&gt;- Por que as gurias vão sempre em grupo no banheiro?&lt;br /&gt;- Não sei, isso é algo que os homens ainda não descobriram.&lt;br /&gt;- Mas, profe, - e ele parece muito concentrado e preocupado com a questão - a senhora é umaa guria, certo? Então, quando tinha a idade delas fazia a mesma coisa, né? A pergunta é: por que a senhora fazia isso?&lt;br /&gt;Minuto em que eu tô assimilando "Ah, é, sou uma guria!".&lt;br /&gt;- Sinceramente, não sei. Mania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contando isso pro meu pai, ele disse: Tu devia ter falado a verdade: pra fofocar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Convido a titular pra minha formatura. Ela, na última semana, mostrou o convite aos alunos. Eis o que um me manda de recado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diz pra profe que ela tá a musa maravilha. Não tem pra ninguém. Musa maravilha, não esquce, diz que ela tá a musa maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então tá, né.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi outras pérolas, mas no momento só lembro destas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e ontem foi meu dia lá no &lt;a href=http://guriastriarretadas.blogspot.com/&gt;Gurias arretadas&lt;/a&gt;. Um post beem mais interessante e informativo sobre Grease do que o que tem aqui no blog.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-7795127900052322725?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/7795127900052322725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=7795127900052322725&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7795127900052322725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/7795127900052322725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/08/memorias-de-uma-ex-estagiaria-de.html' title='Memórias de uma ex-estagiária de magistério'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6780161758995288468</id><published>2011-07-28T11:24:00.002-03:00</published><updated>2011-07-28T12:02:19.578-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rock Gaúcho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Onde as pontes se cruzam</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faça uma lista de grandes amigos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem você mais viu há uns dez anos atrás?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos você ainda vê todo dia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos você já não encontra mais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faça uma lista dos sonhos que tu tinhas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos você desistiu de sonhar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos amores jurados pra sempre?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas quantos tu conseguiu preservar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Onde você mais se reconhece:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na foto da sala ou no espelho de agora?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E hoje, é do jeito que achou que seria?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos mistérios que tu sonhava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E quantos tu conseguiu entender?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E os segredos que tu guardava?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hoje são bobos, eu não quero saber!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantas mentiras que tu condenavas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantas  tu teve que cometer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantos defeitos sanados com o tempo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ah, isso era o melhor que havia em você!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantas canções que você não cantava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E hoje assobia para sobreviver?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quantas pessoas que você não amava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E hoje não acredita que elas amam você?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faça uma lista dos grandes amigos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que tu mais viu há uns dez anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E quantos ainda são capazes de amar, amar e amar você?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Esse texto fecha a quarta faixa do CD "Bola Oito" de Julio Reny &amp;amp; os Irish Boys, homônima ao post. A música é realmente muito boa, mas não posso deixar de dar destaque à esse baita texto que, de acordo com o encarte do CD, foi escrito e é dito na música por Mauro Brum. Não há o CD pra download na internet, muito menos a música separada, mas me disponho a enviar por e-mail a quem interessar possa.&lt;br /&gt;Aproveito pra dizer que o espaço de quinta-feira pros textos alheios, lá no &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;Gurias Arretadas&lt;/a&gt;, está devidamente inaugurado com uma das crônicas que mais me encantam: &lt;a style="font-style: italic;" href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/07/meu-ideal-seria-escrever.html"&gt;Meu ideal seria escrever&lt;/a&gt;, de Rubem Braga. Vale ler!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6780161758995288468?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6780161758995288468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6780161758995288468&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6780161758995288468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6780161758995288468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/07/onde-as-pontes-se-cruzam.html' title='Onde as pontes se cruzam'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-269467308057785216</id><published>2011-07-25T00:02:00.001-03:00</published><updated>2011-07-25T18:54:06.712-03:00</updated><title type='text'>Em outro território...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sim, eu sei, ando relapsa em relação à blogosfera. Não consegui atualizar o blog na última semana nem visitei os blogs que sigo, ao contrário do esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa semana será diferente! Com a promessa de que criarei vergonha na cara, quero aproveitar e avisá-los que, a partir dessa semana, nas segundas-feiras posso ser encontrada &lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;(Faça o favor de clicar, nem que seja pra dizer que ficou conhecendo o lugar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até à vista, povo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sempre fui uma guria inquieta e teimosa, talvez por isso o campo não seja meu lugar favorito: é muito quieto e eu nunca tive a opção de "não ir", ao contrário do que eu gostaria. Quando pequena, talvez, se tivesse uma criança da minha idade por lá, eu me interessasse mais, mas não era o caso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Paro pra pensar no que eu fazia para me ocupar. &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://guriastriarretadas.blogspot.com/2011/07/guria-da-serra.html"&gt;continua&lt;/a&gt;)"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-269467308057785216?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/269467308057785216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=269467308057785216&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/269467308057785216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/269467308057785216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/07/em-outro-territorio.html' title='Em outro território...'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8054917118252950975</id><published>2011-07-15T23:00:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T23:12:52.331-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parcerias'/><title type='text'>Intríseco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes eu penso que não conseguirei suportar o peso do mundo em minhas costas. As pessoas me cobram algo que eu não posso dar e  me encaram como se eu tivesse todas as soluções e possíveis respostas. Num minuto eu estou cheia de gente aos meus pés e, num segundo, nada desse tal poder existe e eu sinto como se vivesse um dia de cada vez, sem nada especial.&lt;br /&gt;Não sei se é o mundo que espera demais de mim ou eu que espero demais dele. Gostaria que as pessoas entendessem que, por mais que eu tente, não consigo satisfazer a todos nem resolver os problemas do mundo. Me sinto mal ao ver problemas que me angustiam e que eu adoraria resolver e não posso, mas me sinto pior ao perceber que as pessoas esperam que eu os resolva sem perceber que eu não posso.&lt;br /&gt;Às vezes me sinto sendo a super heroína de HQ, cheia de super poderes e visão de raio-x, eu falo sério quando digo que nada me escapa, e eu respondo a tudo com indiferença, mas é a forma evasiva que encontrei para não me deixar levar. Meu egoísmo é o que mais me assusta nesta vida e o que mais me mantem em mim. Eu tenho me acostumado a ouvir sempre a frase "você é especial", ultimamente vejo isso até em outdoors, mas de que adianta ouvir se o que sinto em mim não é nada de tão raro ao ponto de parecer que eu nada mais tenho do que 20 anos de uma existência comum?&lt;br /&gt;Como eu posso me sentir especial se ajo do modo que acho que todos agem? Não vejo nada demais em fazer algo simples que ajude alguém, e não acho que a falta de capacidade de resolver certas situações me torne diferente. Se por vezes acho que me dedico demais aos outros, em vários outros momentos eu me sinto extremamente egoísta, incapaz de dar maior atenção a quem precisa de mim. Eu adoraria sair correndo pra ajudar pessoas que acho especiais, mas também adoraria gritar "Hey, mundo, eu não consigo! Não me cobre algo que eu não posso fazer!"&lt;br /&gt;Então é isso, eu não posso me isolar do mundo como eu pensaria que pudesse. As pessoas continuarão a precisar de mim e eu de todo esse poder que elas me depositam, sendo ou não responsável elas acreditam que eu sou capaz, mas o que de nada posso esquecer é que preciso confiar em mim acima de tudo, mas que também não posso me torturar pelo que não posso fazer, me cobrar pelo que está fora do meu alcance.  Eu preciso saber os meus limites, sem esquecer de fazer o meu melhor. Toda heroína tem seus belos finais, entretanto também tem seus dias de “eu preciso de um tempo para pôr a mente em ordem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(&lt;a href="http://aportadafrente.blogspot.com/"&gt;Allyne Araújo&lt;/a&gt; e Ana Seerig)&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Fazia tempo que eu não me metia numa parceria, hein? Eu e a Allyne estávamos enrolando há tempos pra fazer algo juntas, mas aí está. Ela falou em uma série de posts, mas vamos ver. Eu, particularmente, gostei desse texto. Quem sabe não investimos nosso tempo no msn em mais algum do gênero?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Há tempos que a Allyne me deve uma carta de três mil linhas (não tente entender). Então &lt;a href="http://t.co/nuANqgA"&gt;com o nosso texto, ela publicou uma versão para a promessa feita&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8054917118252950975?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8054917118252950975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8054917118252950975&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8054917118252950975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8054917118252950975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/07/intriseco.html' title='Intríseco'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6405585993400342916</id><published>2011-07-08T19:20:00.000-03:00</published><updated>2011-07-08T19:24:39.861-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>What a wonderful world</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object height="330" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8y3_kH9nYcA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8y3_kH9nYcA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="330" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O meu mundo maravilhoso não é complicado, não é utópico. Pelo contrário, é bem simples. Mas o que me parece simples, me parece igualmente difícil de encontrar, meio que em extinção. Não, meu mundo maravilhoso não é um que natureza e pessoas estão espetacularmente interligadas e todos se amam e tal e tal. Gente demais espera por isso e não parece haver muita diferença... Se bem que, talvez, as faltas que impedem o meu mundo maravilhoso de existir, impeça, consequentemente, o resto dos sonhos alheios.&lt;br /&gt;Meu mundo maravilhoso? Bom, pode ser que isso seja mais utópico do que pra mim pareça; ou em meu interesse em demasia pelas pessoas, que me faz esperar mais do que elas costumam ser; mas eu realmente acharia maravilhoso um mundo em que as pessoas tivessem mais personalidade. Sim, já falei inúmeras vezes por aqui e por todos os demais lados que acho que personalidade é o mínimo que uma pessoa deve ter para ser alguém que mereça atenção, na minha humilde opinião.&lt;br /&gt;De qualquer modo, vou tentar mudar o ponto de ataque pra algo que tem me chamado a atenção nos últimos dias: comprometimento. Ao que parece, muitas pessoas acham que assumir um compromisso é apenas arrumar um namoro para anunciar por ai. (Me controlarei e não retomarei minha teoria que ultimamente chamo de "relacionamentos fracassados".) Ando me sentindo um tanto deslocada ao reparar que alguns seres não se ocupam do que se comprometeram a fazer ou mesmo de justificar o que fizeram. Em geral, de assumir suas atitudes, feitas ou não.&lt;br /&gt;Pode ser que eu esteja neurótica, que tenha algumas manias que não percebo que ultrapassaram ou seja apenas implicante; mas a verdade é que esperaria que as pessoas dissessem "Eu vou fazer" quando realmente tivessem intenção de fazer o que afirmam, seja pagar uma conta ou conferir a caixa do correio. Também espero que as pessoas saibam justificar suas atitudes, como porquê subitamente mudou de conceito sobre uma pessoa ou porquê deixou de ler um livro pela metade.&lt;br /&gt;Quer dizer, será mesmo que é só mania de explicação? Esperar que as pessoas digam a alguém "Estou chateada contigo em tal e tal ponto e, por isso, não estranhe se eu me afastar" em vez de simplesmente evitar a pessoa é neurose minha? Ou confiar quando alguém diz "Farei isso" e depois dar com a cara na porta, é ingenuidade da minha parte? Será que é tão errado assim dizer "Eu não sou assim" em vez de deixar as pessoas pensarem o que quiserem e criarem uma impressão errada?&lt;br /&gt;Não, não acho que me explique demais. Explico o necessário. Penso eu que, o que não se quer explicado, não necessita ser divulgado. De verdade, qual a razão de se assumir pela metade algo? Prometer e não fazer. Fazer, anunciar e não saber justificar a razão disso pra si mesmo? (Não consegui escapar dos relacionamentos fracassados por muito tempo.) Acho extremamente tosco as pessoas saírem anunciando, por exemplo, um novo namoro, depois de ter terminado um suposto "grande amor" há uma semana, sendo que nem sabem exatamente quem é a pessoa com quem estão compartilhando essa "imensa alegria" e muito menos sabem dizer o que lhe chamou atenção nela.&lt;br /&gt;Falo de compromisso com pessoas, com atitudes, com modos de pensar. Meu mundo maravilhoso é aquele feito por pessoas que sabem quem são, o que fazem, o que pensam. E sabem com uma clareza suficiente para agir como prometem suas palavras. Amigos são amigos, esclarecem diretamente seus problemas, sem fuga e confiança única em um terceiro ser. Namora-se uma pessoa com quem se tenha uma real razão pra se estar junto, talvez meio abstrata, mas que cause antes um sentimento do que um anúncio ao público. Acordos são feitos com o intuito de serem cumpridos, sejam comerciais ou meramente pessoais. Cada um tem um estilo de vida que é explicado por seu modo de pensar que, por sua vez, pode ser explicado, com a opção de ser ou não aceitado pelo outro.&lt;br /&gt;Enfim, meu mundo maravilhoso é... utópico. Devo admitir que, ao fim desse texto, é o que ele me parece. Eu acho que, assim como a &lt;a href="http://elfpandora.blogspot.com/2011/06/sobre-presuncao.html"&gt;Pandora&lt;/a&gt;, eu devia tentar gostar de cachorros já que, dizem, é o melhor amigo do homem, e parar de reparar tanto nas pessoas... Seria menos frustrante, acho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6405585993400342916?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6405585993400342916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6405585993400342916&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6405585993400342916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6405585993400342916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/07/what-wonderful-world.html' title='What a wonderful world'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1069446508638977763</id><published>2011-06-30T13:12:00.004-03:00</published><updated>2011-06-30T13:42:22.699-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>O texto que eu gostaria de ter escrito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recebi essa semana um baita texto por e-mail que trata de algo sobre o qual tenho o costume de pensar: ser feliz à sua maneira, de modo simples, sem grandes ilusões. Não pude resistir a postá-lo, pois realmente gostaria de tê-lo escrito, diz exatamente o que penso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_____________________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Minimamente Feliz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'. Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Leila Ferreira, jornalista)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1069446508638977763?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1069446508638977763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1069446508638977763&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1069446508638977763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1069446508638977763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/o-texto-que-eu-gostaria-de-ter-escrito.html' title='O texto que eu gostaria de ter escrito'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-1725773487013305348</id><published>2011-06-26T14:07:00.002-03:00</published><updated>2011-06-26T14:43:07.993-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Resto'/><title type='text'>Olha a faceirice da guria!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fazia um bom tempo que eu não me animava assim... Começo até a desconfiar do meu nível mental... Quer dizer, depois de feriados ensolarados e com algum descanso, nenhum desse semestre me deixou tão alegre como o que hoje termina.&lt;br /&gt;Não, o Sol praticamente não deu as caras. Umidade é tudo que se vê pela janela. Do começo ao fim do dia. No momento, a &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/meteorologia/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;action=meteorologia"&gt;estação meteorológica da RBS em Caxias&lt;/a&gt; diz que a temperatura é 4,4°C e a sensação térmica de 0,9°C. Sério?&lt;br /&gt;Tinha me prometido não reclamar do frio até que chegasse o inverno e, bem, agora que ele começou oficialmente, não vejo razão alguma pra reclamar. Minha única reclamação nesse instante é o fato de minhas mãos parecerem congeladas, mas no mais está tudo ótimo.&lt;br /&gt;O que fiz nesse feriado? Preparei as aulas da semana (no fim do estágio, consegui tal façanha) e li, li, li. Talvez essa seja uma das boas razões da minha alegria. Fazia um bom tempo que eu não passava horas lendo e lendo. Na falta de uma lareira acesa, com uma mesa, baralho e companhia pra jogar; a melhor forma de se aproveitar esse clima adorável de Caxias do Sul é enrolar-se numa coberta e ler, ler e ler. É, pode ser isso.&lt;br /&gt;Também posso suspeitar da minha adorável conversa dramática com a &lt;a href="http://ericaferro.blogspot.com/"&gt;Ferro&lt;/a&gt; no meio da quinta-feira: uma se lamenta disso, a outra daquilo. Foi interessante, especialmente pra minha pessoa, que dificilmente faz dessas. Então, pode ser que um pouco de drama tenha me feito bem, facilitando com que eu o esquecesse em seguida.&lt;br /&gt;Ou quem sabe é mesmo uma influência musical. Ouvir &lt;a href="http://www.rooney-band.com/audiovisual/audio/"&gt;Rooney&lt;/a&gt; costuma me animar. Mas sem dúvida meu surto maior esse feriadão foi descobrir e ficar vendo todos os divertidos &lt;a href="http://www.dieprinzen.de/content/video.php"&gt;clipes de Die Prinzen&lt;/a&gt;, além do DVD deles pelo qual paguei uma boa nota e não canso de ver. Eu fico feliz que o &lt;a href="http://grem.io/FFf"&gt;Hércules&lt;/a&gt; ande meio surdo, afinal me ver saltitante por aí deve ser meio assustador, imagina se ele ouvisse minhas tentativas de cantar em alemão... Pobre alma!&lt;br /&gt;É, pode ser isso. Ficar quieta num canto, sem ninguém atormentar, sem ter que fazer isso ou aquilo, cumprir horários de refeições (er... eu não sou, humm, um ser que se prende muito à alimentação), poder ficar sem fazer nada ou correr de cá pra lá... É, talvez esquecer um pouco as preocupações tenha contado...&lt;br /&gt;Seja pela razão que for, a questão é que estou estranhamente faceira hoje. Cá estava ouvindo Los Hermanos e, de súbito, tive vontade de digitar linhas e linhas com meus dedos congelados pra falar da minha alegria sem sentido. Melhor fazê-lo agora, antes que o futebol comece e sabe-se lá no que transforme meu bom humor (mas continuo a negar fanatismo, certo?).&lt;br /&gt;Post absolutamente sem sentido. Toscamente sem sentido. Divertidamente sem sentido. Mas azar, não busco sentido algum no momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa, a sensação térmica aumentou pra 1,6°C. Pra mim continua na mesma...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-1725773487013305348?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/1725773487013305348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=1725773487013305348&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1725773487013305348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/1725773487013305348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/olha-faceirice-da-guria.html' title='Olha a faceirice da guria!'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-378726135582652229</id><published>2011-06-17T18:40:00.000-03:00</published><updated>2011-06-17T18:40:41.478-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>A Arte de Xingar a Si Mesmo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre as muitas Artes desconhecidas da maioria por serem esnobadas pelos que se dizem entendidos do negócio, está a Arte de Xingar a Si Mesmo. Sim, o nível elevado de resmungar com seus próprios botões é uma Arte. Por quê? Pelo simples fato de que Arte (com A maiúsculo) é caracterizada por ser o dom de poucos. Isso, não? A Arte feita pelos que tem talento. Pelo menos na teoria.&lt;br /&gt;Para confirmar minha tese, o que necessito fazer é distinguir resmungões de artistas que sabem o valor do Xingar a Si Mesmo. Só assim poderei provar que não é qualquer ser que tem tal dom. Mas antes um salve: não me encontro no direito de dizer que não faço parte dos resmungões, minha tese é fonte de estudo e observação, não de conhecimento específico de causa. Dito isso, vamos ao que interessa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resmungões: &lt;/span&gt;Esses são de característica comum, são os que vez por outra reclamam de uma coisa aqui ou acolá, de um esquecimento ou de uma distração, nada de relevante. Outra coisa que os caracteriza é não dar real valor ao seu autoxingamento, são palavras ditas quase que involuntaria e automaticamente, não há uma tortura psicológica por trás. Tal definição faz perceber que a maioria da população universal (não é simplesmente mundial) pertence a este grupo, tornando minoria os...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Especialistas da Arte de Xingar a Si Mesmo: &lt;/span&gt;Não é um simples resmungo. É Arte. Há toda uma dedicação ao escolher xingamentos e trejeitos, além do correto modo de executá-los. O que caracteriza tais Artistas (tal Arte é tão única e especializada que seus especialistas também merecem letra maiúscula) é a facilidade e aparente costume em xingar a si. Digo aparente porque, como disse, tais atitudes são resultado de estudo (intencional ou não) e prática não em xingar a si, mas sim prática em praticar a Arte de Xingar a Si Mesmo. Compreende? Explico. Tais Artistas não se xingam com naturalidade, como nós, resmungões, eles executam uma técnica e, como tal, é pensada, e não apenas costume. Essa Arte é complexa, eis o que torna seus Artistas geniais. Seu talento é apresentado nas ruas e nunca recebem o devido reconhecimento, por isso cá estou tentando explicar esse nível superior da Arte. Sabe aquele cara no mercado com cara de solteirão, resmungando consigo e variando o tom de voz? Artista da Arte de Xingar a Si Mesmo! E você apenas se ocupou em rotulá-lo como louco! Aquele seu colega de trabalho intercala simpatia com a sua pessoa e xingamentos ao seu próprio ser em períodos curtos? Também é Artista! Garanto que você achou que ele precisasse de terapia, hein? Se era colega de escola, meu caro leitor, você ignorou um gênio da Arte de Xingar a Si Mesmo, afinal é um técnica complexa, precisa de estudo, não é qualquer um que a domina na fase escolar. Ah, mas você agora está pensando no motorista maluco de outro dia, que cantava, abria a janela, gritava um xingamento sem aparente destino, voltava a cantar, parava de cantar e ficava martelando a cabeça na buzina na sinaleira e voltava a cantar, no maior bom humor, ignorando todos que o olhavam, certo? Artista, Artista, ARTISTA! Um gênio da Arte de Xingar a Si Mesmo não reconhecido! SIM, VOCÊ É UM CIDADÃO TOLO POIS NÃO RECONHECE A VERDADEIRA ARTE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha intenção não é apenas tentar que tal Arte seja reconhecida em vez de ridicularizada, como é atualmente; é também fazer a sociedade tomar conhecimento desse fantástico meio de expressão do ser humano, afinal seria egoísmo não querer isso.&lt;br /&gt;É importante ressaltar também a origem de tal Arte, para que minha exposição aqui seja completa, apesar de abreviada (quem quiser conhecimento detalhado da Arte, favor me avisar). Os Artistas surgiram como resmungões como eu e você, mas tiveram um abalo interior tão forte (o que alguns podem, inicialmente, confundir com algum problema de autoestima), que qualquer pensamento os fazia resmungar, lamuriando-se sempre pela mesma razão, sem que necessariamente precisasse haver uma relação entre o motivo do resmungo inicial e esta, algum grande plano que, em seu entender, havia sido destruído por sua própria tolice. Sim, muitos Artistas alegam que tudo começou com um círculo vicioso de xingamentos repetitivos, sem uma razão específica, com uma frequência gigantesca, até que percebessem que havia algo além do vício, uma "voz interior gritando" (diz um deles), um talento despertando. Eles não sabiam, mas era a Arte de Xingar a Si Mesmo. Aos poucos foram percebendo as reações alheias, os trejeitos, aumentando o vocabulário de xingamentos, até chegarem ao nível superior de Artistas.&lt;br /&gt;Importante é ressaltar que eles nunca buscaram espaço na mídia por só verem razão na sua Arte quando ela é anônima, só assim, dizem eles, ela pode resultar em reações válidas do público. E o objetivo dos Artistas? Fazer as pessoas não temerem expor-se para si e para os outros, conscientizá-las que, tão importante quanto rir de si mesmo, é o autoxingamento; uma terapia não catalogada. Eis mais uma razão para ser Arte: busca a autorreflexão dos seres.&lt;br /&gt;Sei o que se passa na sua cabeça agora e digo: Sim, é uma Arte genial. Tudo que exijo por essa ampliação nos seus horizontes é: divirta-se com ela antes de xingá-la.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E com esse post, eu paro de ficar postando tão seguidamente e, consequentemente, de atormentá-los. Acho que é um post que merece um pouco de espaço, não ficou de todo mal... Saiu até melhor que a encomenda...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-378726135582652229?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/378726135582652229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=378726135582652229&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/378726135582652229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/378726135582652229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/arte-de-xingar-si-mesmo.html' title='A Arte de Xingar a Si Mesmo'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8746089731385538639</id><published>2011-06-13T13:51:00.003-03:00</published><updated>2011-06-13T14:22:00.046-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aos Meus Amigos'/><title type='text'>"Escrevo-te essas mal traçadas linhas..."</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre tive um encanto por cartas, não sei exatamente porquê, mas as adoro. Jane Austen conseguiu me fazer gostar ainda mais (não há nada mais lindo do que a carta do Mr. Darcy), se é que é possível, anos atrás. Durante um bom tempo eu catei alguém disposto a enviar cartas no correio para a minha pessoa, antes ainda de todas as minhas amigas viverem em roda de e-mails. De verdade, não sei explicar, mas acho cartas extremamente interessantes.&lt;br /&gt;Abrir a caixa de correio e encontrar lá um envelope para a minha pessoa é algo que me anima. Tanto que, mesmo que esteja saindo de casa, eu a saio lendo pela rua. Bonito é ver a cara das pessoas quando começo a rir sozinha ou a fazer caras e bocas com a leitura empolgada da folha de papel que seguro. São histórias sobre o bêbado da esquina ou tragédias do dia a dia. E eu me divirto em ver que alguém se ocupou em escrever aquilo, especialmente nos dias de hoje, que tudo é feito da maneira mais rápida possível e pouquíssimas pessoas se dispõe a parar e escrever.&lt;br /&gt;A maravilha da cartas está em, depois da primeira lida, relê-la com calma, pegar papel e caneta, e responder. Por vezes foi minha ocupação em aula, enquanto a professora falava alguma coisa que não me interessava. Mas é lamentável terminar uma carta, por duas razões: 1. Tu sempre esquece algo, deixa de fora; 2. Ter que assiná-la e colocar no correio sabendo que demorará algum tempo para receber resposta, é deprimente.&lt;br /&gt;Adorar cartas é uma coisa que só pode dar imensa alegria quando se tem um correspondente. Meus anos de procura inútil foram completamente esquecidos há quase três anos, quando pela primeira vez recebia uma carta da minha maranhense favorita: &lt;a href="https://twitter.com/alynneemore"&gt;Alynne&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Na espera da 19ª carta dela, olho as outras devidamente guardadas: envelopes coloridos, de tamanhos variados, com selos de profissões, instrumentos e obras de arte desaparecidas. A última contou com um vídeo que há tempos ela havia me prometido e, que diz ela, só foi feito porque eu a ameacei de morte (quando que eu ameacei alguém? Estou chocada com tal anúncio). Antes já tinha me enviado lembrança do aniversário dela e a dedicatória para o livro que ela me deu e não colocou.&lt;br /&gt;Uma amizade virtual que, hoje, só usa da internet para avisar "Carta enviada". Cartas que às vezes não parecem ser escritas por alguém que está longe, por alguém que não se conhece pessoalmente. Alguém que fez amizade com o carteiro e que se gaba de ter uma louca no Rio Grande do Sul com quem se corresponde. Uma louca que se alegra em receber respostas longas e divertidas para suas cartas escritas rapidamente. Cartas rápidas que são longas; cartas curtas que são respondidas com perguntas e perguntas na busca por uma carta maior; cartas que são recebidas e lidas com toda empolgação. Cartas, cartas e cartas.&lt;br /&gt;E, na espera da 19° carta, só tenho a dizer: feliz aniversário, Alynne! (E me mande um pedaço de torta!)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8746089731385538639?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8746089731385538639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8746089731385538639&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8746089731385538639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8746089731385538639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/escrevo-te-essas-mal-tracadas-linhas.html' title='&quot;Escrevo-te essas mal traçadas linhas...&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6578828377442861614</id><published>2011-06-09T13:52:00.003-03:00</published><updated>2011-06-09T14:45:37.932-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Eu penso, tu pensas, ele pensa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adorava estar ali. Por alguma razão que não poderia explicar, aquela cena acalmava. Aliás, qualquer cena com pessoas indo e vindo era sinônimo de uma distração da qual não cansava. Coisa estranha. Ou será que essas banalidades tem o mesmo poder sobre todos? Isso, era essa a questão: sua autoanálise. Nada de distrair-se. Concentração. Onde começar?&lt;br /&gt;Sim. Aí. Achava que estava enlouquecendo. Quando achou isso pela primeira vez? Difícil dizer, vivia dizendo estar com a sanidade mental em risco. Mas a sério mesmo foi dias atrás, quando se encontrou falando em voz alta com pessoas que não poderiam responder: escritores mortos; músicos que tinham certa influência em seu ser e que, provavelmente, jamais conhecerá; ou então pessoas que não via há tempos ou que tinham sumido por livre e espontânea vontade. Isso. Se pegara falando com seres que só estavam presentes em sua cabeça e cujas respostas imaginava, mantendo assim um diálogo. Sim, isso era falta de lucidez. Se bem que, devia admitir, tinha plena ciência de que as pessoas não estavam ali e não responderiam. É, talvez fosse só vontade de falar, não loucura.&lt;br /&gt;E aquele disco que repetiu. Ou antes, aqueles discos que repetiu. Uns cinco. Sempre os mesmos tocavam nas últimas semanas. E enquanto ouvia um, cantava outro. De verdade, tentava, mas não conseguia entender-se. Mas afinal, era pra isso que estava ali, não? Por isso estava com as costas apoiadas na árvore olhando as crianças brincarem no parque. Não era nada muito empolgante, balanços e coisa e tal, corriam de um pra outro, tendo uma que se destacava por fazer tal troca de brinquedos a cada dez segundos, como sua cabeça, que mudava de pensamento a todo instante, impedindo qualquer linha de raciocínio. Aliás, onde estava?&lt;br /&gt;Loucura. Era isso. É, talvez fosse isso. Não ter mais certeza de nada, esse era um dos problemas. O que andava fazendo nos últimos dias. Era algo impossível dizer. Tinha plena certeza de que não fora fácil encontrar tempo para parar e pensar (o tempo que agora desperdiçava por não saber manter um pensamento por um minuto), mas agora não conseguia descobrir com o que ocupava seus dias. Merda. Tudo era tão automático que já não sabia o que fazia. Tudo previsível e... &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=u9ueXlixNW8"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas não seja previsível como sempre... Aproveite a deixa ao menos essa vez (não espere mais), seja instinto ou uma lembrança qualquer (não se importar), eu quero sempre mais (do que eu sou capaz), então...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Droga. Não era hora de cantar. É hora de pensar, pensar e pensar. E tentar entender algo.&lt;br /&gt;Sua suposta loucura. Por que acreditava nela? Talvez por já não saber o que fez, faz ou fará da vida. Talvez por não ver graça em mais nada. Talvez por falar consigo enquanto finge falar com alguém à quilômetros de distância. Talvez, talvez, talvez. E certeza? Do que tinha certeza? De que não sabia de nada. Mas que grande merda! E então? Mais fácil é continuar olhando o vai-e-vem das pessoas, das crianças brincando, dos cachorros correndo, dos amigos conversando... É, bem mais fácil. Por alguma razão, ao contrário de, talvez, a maioria das pessoas, não conseguia pensar na solidão. Por quê? Devia admitir que sua facilidade em se distrair com pessoas não ajudava, mas... Ah, o que mesmo estava pensando?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_kBudP3fbds"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se você pensa que vai fazer de mim o que faz com todo mundo que te ama, acho bom que pra ficar comigo vai ter que mudaaaar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. De novo. De onde vinham essas músicas? Seu inconsciente e sua mania de aparecer com essas letras das quais só tomava conhecimento quando ouvia-se cantando. Can-tan-do?! É, era mesmo uma criatura perdida. Cantava quando devia lamentar-se por não saber nada sobre si. Um caso perdido. E agora? Agora... bom, talvez... é apenas um talvez... Como dizer? Subitamente lembrara-se de &lt;a href="http://www.letraselivros.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1110&amp;amp;Itemid=65"&gt;Leo&lt;/a&gt;, eis um cara que teve um final que, agora, lhe parece um tanto divertido. É, bastante divertido. Até demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nem autobiografia, nem ficção, apenas resultado da perturbação mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hey, estou prestes a descobrir um modo de construir um monumento à &lt;a href="http://balzaquianacomz.blogspot.com/"&gt;Vaneza&lt;/a&gt;. Por quê? Pelo fato dela, seguidamente, mandar blogueiros amigos e também leitores dela pra esse fim de mundo virtual. Grazie. Danke. Gracias. Thanks. Eis um dos fatos que me impede de atender à minha eterna compulsão de clicar em "excluir blog", afinal não é qualquer um que tem uma baita blogueira como ela mandando amigos pra cá. De verdade, se eu fosse um ser extremamente sentimental, eu chorava de comoção. Mas não, eu não sou, então só repito mais uma vez, agora em português: Obrigada! (Cara, isso foi difícil, essa mania de ficar dizendo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;grazie&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gracias&lt;/span&gt; realmente tá fora do controle - e não se enganem, não falo nem espanhol, nem italiano)&lt;br /&gt;E, pessoas, de verdade, pretendo voltar a visitar vossos blogs com frequência, mas isso tá meio difícil, sem que eu saiba exatamente porquê...&lt;br /&gt;Enfim, é isso, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vI3GGvYJ9xQ"&gt;tschüssi, macht's gut&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6578828377442861614?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6578828377442861614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6578828377442861614&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6578828377442861614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6578828377442861614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/eu-penso-tu-pensas-ele-pensa.html' title='Eu penso, tu pensas, ele pensa'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-833191088449149586</id><published>2011-06-05T13:42:00.003-03:00</published><updated>2011-06-05T14:49:16.695-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hoje é dia...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicos'/><title type='text'>05/06 - Os 70 do Tremendão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que há pouco tempo reconheci o valor real de Erasmo Carlos, provavelmente por minha alienação a Roberto Carlos me impedir de ver além. Mas graças ao &lt;a href="http://www.tucunare.bio.br/images/Jovem_almanaque.gif"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Almanaque da Jovem Guarda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; isso mudou. Criei vergonha pra conhecer mais das bandas jovenguardianas e conclui, cá com os meus botões, que Roberto não seria nada sem Erasmo, já que os sucessos iniciais dele como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fHUWzzYqTk8%3Cspan" style="font-weight: bold;"&gt;&amp;gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O calhambeque&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; foram versões "traduzidas" pelo Tremendão. Traduzidas, entre aspas, porque Erasmo admite que não sabia e até hoje não sabe uma palavra em inglês.&lt;br /&gt;Mas a questão é que hoje Erasmo Esteves faz 70 anos de idade sendo que grande parte desses anos foi dedicado à música, dos primeiros acordes ensinados por Tim Maia, com quem compartilhou a infância na Tijuca, até os dias de hoje. Tantas são as histórias que valem a ser comentadas sobre essa figura, que, mais válido que eu tentar escolher uma e escrevê-la aqui, é meu conselho: leiam &lt;a href="http://www.objetiva.com.br/minhafamademau/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Minha fama de mau&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; por inúmeros motivos que não vou listar, satisfaçam-se com um "vale a pena".&lt;br /&gt;Então, se não estou aqui para debater a biografia do gigante da Jovem Guarda, que farei eu? Ora, o mais difícil: tentar selecionar apenas cinco músicas para colocar aqui. Vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Minha fama de mau&lt;/span&gt; (LP &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A pescaria&lt;/span&gt; - 1965)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="257"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s5oZ2XC0xVk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/s5oZ2XC0xVk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="257"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aGAFWnYygts"&gt;Uma versão do Acústicos &amp;amp; Valvulados que vale ser ouvida&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Festa de arromba&lt;/span&gt; (LP &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A pescaria&lt;/span&gt; - 1965)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ACP8FN_BWAk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ACP8FN_BWAk?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz Erasmo no livro que muita gente reclamou da ausência de alguns artistas na letra, mas ele tem uma justificativa simples: quando ele compôs a música tais artistas não haviam surgido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Você me acende&lt;/span&gt; (LP &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você me acende&lt;/span&gt; com participação de The Fevers - 1966)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/87877877/5b2a9356" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="200"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A carta&lt;/span&gt; (LP &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você me acende&lt;/span&gt; com participação de The Fevers - 1966)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JB_Tob74u3Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JB_Tob74u3Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aleluia, irmãos! Consegui achar a versão original, sem Renato Russo pra detonar. Danke schon, Gott! (E sim, tenho uma implicância braba com Renato Russo, mas não vou discutir isso, nem agora, nem depois, é inútil.) Ah, bem mais bonita essa versão, ou vai me dizer que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Putz, já foram quatro e eu só peguei de dois LPs. Triste, qual será a última?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coqueiro verde&lt;/span&gt; (LP &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Erasmo Carlos&lt;/span&gt; - 1970)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lVyOWmPhB3g?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lVyOWmPhB3g?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termino com uma das músicas que começou a era pós-Jovem Guarda. Essa música ele fez pra Narinha, sua esposa, de quem se divorciou anos mais tarde, mas que diz ser a única mulher que amou de verdade. Atualmente, Erasmo tem uma gravadora, com a qual lançou seu mais recente disco &lt;a href="http://www.erasmocarlos.com.br/"&gt;Rock'n'Roll&lt;/a&gt; (altamente recomendável por sinal - clique no link e ouça o disco no site), cujo nome é justamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Coqueiro Verde&lt;/span&gt; em alusão a esta canção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficaram inúmeras que gosto de fora, mas se não me limito a cinco esse post fica quilométrico, isso se um dia eu resolver finalizá-lo. Então, fica por ai minha lembrança aos 70 do Erasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, um último salve: Feliz aniversário também à Ternurinha/Wanderléa!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-833191088449149586?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/833191088449149586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=833191088449149586&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/833191088449149586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/833191088449149586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/0506-os-70-do-tremendao.html' title='05/06 - Os 70 do Tremendão'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-5587416005416994407</id><published>2011-06-01T20:35:00.002-03:00</published><updated>2011-06-01T21:57:26.855-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e Escritores'/><title type='text'>O conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há nada melhor pra uma alma perturbada do que, em seis dias, conseguir espaço pra ler Jane Austen seguida de Alexandre Dumas (pai). Ou pelo menos quando a alma perturbada em questão é a minha. No caso de Austen, li &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Persuasão&lt;/span&gt;, na edição especial com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Orgulho e Preconceito&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Razão e Sensibilidade&lt;/span&gt; que ganhei da caríssima &lt;a href="http://ericaferro.blogspot.com/"&gt;Erica Ferro&lt;/a&gt;. Mas como a capacidade narrativa dela vai além da minha de resenhista, escolho como vítima meu adorado Alexandre Dumas, autor do livro que terminei de ler horas atrás, um dia antes do que tinha me estipulado, cinco dias. Comecei domingo à noite e cá estou já a escrever, ou ao menos tentar, sobre essa que talvez seja a obra de Dumas mais conhecida depois d'&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os três mosqueteiros &lt;/span&gt;(livro que, como muitos, ou ao menos alguns, sabem ser da minha grande estima, pra não dizer de uma vez ser meu livro favorito). Tudo que me passa na cabeça no momento é dizer: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu amo Alexandre Dumas!, &lt;/span&gt;mas isso teria significado tão amplo quanto pequeno, então farei o possível pra que essa minha volta ao blog depois de quase um mês seja bem feita, especialmente pelo nome de peso envolvido... Então, mãos congeladas à obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que me encanta em Alexandre Dumas é sua simplicidade em escrever e, especialmente, a facilidade em definir personalidades (parênteses para dizer que Austen também tem tal dom e, se possível, de maneira ainda mais profunda). Aqui provavelmente alguns pararão para questionar: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em que ponto Dumas é simples ao escrever em sua difícil linguagem? &lt;/span&gt;Sim, à primeira vista não é, mas vamos lá, suas histórias se passam em séculos passados, sendo assim, as histórias seguem tal linguagem. Eu mesma admito que a primeira vez que li &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os três mosqueteiros&lt;/span&gt; (depois li mais uma ou duas vezes...) quase desisti pela difícil compreensão, mas minha teimosia foi maior e quando vi quase sai falando como suas personagens. Vale aqui ressaltar que em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O conde de Monte Cristo&lt;/span&gt; a linguagem é mais leve, até por, no contexto temporal das histórias, ser mais recente que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os três mosqueteiros&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Falo em simplicidade me referindo realmente à sua forma de escrever... As histórias que, quando lembradas parecem complexas, quando lidas (e compreendidas com naturalidade) são tidas como leves, por serem narradas com fácil relação ao cotidiano (se tu vivesses no século em que se passa a história, claro) e manterem uma sequência natural e... pam, quando se viu o livro acabou e tu começas a pensar: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E agora? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Conde de Monte Cristo &lt;/span&gt;segue essa tradicional linha de Dumas, começando com a chegada do jovem Edmundo Dàntes à sua terra após atracar com o barco em que trabalhava como marinheiro, sendo logo promovido à Capitão. Em suma, era o ápice da alegria de Dàntes, que tinha pretensão de, antes da próxima viagem, casar-se com sua amada noiva Mercedes. Inveja daqui e de lá, tudo se vai com a prisão injusta de Dàntes. Em sua prisão, no castelo de If, acaba por fazer amizade com o abade Faria, tido como louco pelos carcereiros, mas com quem muito aprende e busca uma fuga. Uma vez livre, a meta de Dàntes será descobrir a causa de sua injusta prisão e o destino daqueles a quem amava, o pai e a noiva, e acertar as contas que estiverem pendentes. De posse de um tesouro, Dàntes se torna o conde de Monte Cristo, que enterrou o jovem Edmundo no castelo de If anos atrás e agora é rico e tem grande poder, aparentemente, em todas as áreas.&lt;br /&gt;É, sem dúvida, um livro admirável, daqueles que não há como parar de ler até que surja o último ponto final. Dumas mantém suas já ditas características de enredo fácil de ser apreciado e personagens com personalidades facilmente definidas, sem esquecer de mostrar as falhas dos bons e, muito menos, as glórias dos maus, lembrando que somos todos humanos. É tão admirável a postura de Monte Cristo quanto, em algum momento, é lamentável. Festeja-se tanto o fim merecido aos vilões, quanto questiona-se se realmente aquele seria o único caminho. Enfim, Dumas consegue por a nós, leitores, a pensar, não simplesmente aceitar o mocinho perfeito e os vilões as serem destruídos. Não é à toa que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O conde de Monte Cristo&lt;/span&gt; é um dos mais conhecidos livros de Dumas, que, até onde li, é autor de livros admiráveis.&lt;br /&gt;Não saberia o que mais dizer sem dizer tudo e deixar de falar muito. Um livro, em certo sentido, subjetivo, já que o ato de cada personagem pode ser interpretado de maneiras diferentes; sem deixar de ser extremamente geral. Mas me repito, então melhor parar aqui, finalizando com o real desejo de que, se minha sugestão literária for seguida, seja apreciada por todos, até porquê me parece impossível ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais ver, meus caros. Prometo visitas aos blogs assim que possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-5587416005416994407?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/5587416005416994407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=5587416005416994407&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5587416005416994407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5587416005416994407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/06/o-conde-de-monte-cristo-alexandre-dumas.html' title='O conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3112093693715537505</id><published>2011-05-07T10:00:00.002-03:00</published><updated>2011-05-08T18:31:35.407-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>Claramente incompreensível</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os carros passam. Conforme o sol desce, as pessoas surgem. Saem elas do trabalho e vão pra casa; saem elas de casa e vão estudar. Começa a lentidão entre os veículos, todos andando desesperados, fugindo do ponto de partida, desesperados pelo de chegada. E eu ali, apenas observando tudo isso refletido nos raios alaranjados que escapam por entre os prédios enquanto a noite fria chega.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me divirto simplesmente vendo tudo isso. Sempre me diverti com isso. Para onde vão? De onde vem? Quem será manchete semana que vem ou daqui dez anos? E por quê? Acidente de carro ou descoberta fantástica? Mas as coisas mudaram. Agora olho os outros enquanto penso em mim mesma: O que diabos eu estou fazendo?&lt;br /&gt;No começo isso estava comicamente divertido, mas agora esse movimento parece um tanto tedioso. Fazer duas ou três coisas completamente diferentes, ocupar sessenta por cento da tua semana com horários, mais trinta com os extras que tais horários exigem, resta o quê? Dez por cento para reclamar de tédio. Sim, tédio. Tédio de tudo, tédio de nada. Ou talvez não seja essa a palavra.&lt;br /&gt;Cansaço? Cansaço de tanto pra fazer? Ou será cansaço de fazer tudo e em poucos momentos se satisfazer plenamente com o que faço? Não, não está errado, não visualmente, não oficialmente. Tá tudo certinho. Sem grandes problemas. Todo mundo diz "Que bonito!" e eu continuo sem achar graça. Quer dizer, gosto disso tudo, gosto do que faço, mas... há sempre um "mas".&lt;br /&gt;Tenho pra mim que é a minha tal insatisfação, ou antes inquietude. Mesmo que seja uma rotina variada, me canso de ficar na mesma rota, de andar no mesmo círculo e não ver mudança nenhuma, avanço nenhum. Ah, caramba, não é assim! Pra algo isso tá prestando, nem que seja pra algo mínimo, mas tá, não negue! Então é cansaço mesmo...&lt;br /&gt;Ah, eu queria pegar um livro e "devorá-lo" como fazia tempos atrás. Queria passar horas fazendo nada, seja na frente do computador ou da televisão. Queria rever pela milionésima primeira vez os filmes que já vi mil vezes. Queria voltar há anos atrás quando a Sessão da Tarde prestava e eu ficava assistindo enquanto resolvia alguma divertida expressão matemática. Queria não ter certeza de que, com uma semana de férias, já estarei querendo voltar à rotina maluca de agora. Queria saber o que realmente quero e parar de escrever e escrever e continuar a não entender.&lt;br /&gt;Eu queria simplesmente entender... e dormir sossegada quando a lua aparecer.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;Tá, eu tinha "despublicado" isso, mas na falta de algo melhor, ai está de volta.&lt;br /&gt;Aproveito para pedir licença e me ausentar daqui, meu tempo dedicado à blogosfera nos próximos dias será para ler blogs e etc e tal, em vez de teimar em posts ilógicos e mal escritos.&lt;br /&gt;Até logo mais, povo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3112093693715537505?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3112093693715537505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3112093693715537505&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3112093693715537505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3112093693715537505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/05/claramente-incompreensivel.html' title='Claramente incompreensível'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-566162052898811532</id><published>2011-04-30T10:00:00.000-03:00</published><updated>2011-04-30T10:04:00.915-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Floriano,</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É óbvio que sei que teu nome não é este, mas sim essa carta é pra ti. Volta e meia acabo por retomar meu enanto pel'O Tempo e o Vento e, quando vejo, ali estou a concluir que, mesmo com o adorado e indescritível Capitão Rodrigo Cambará, não consigo negar que meu favorito é Floriano Terra Cambará. Não posso explicar ao certo, mas a verdade é que por vezes sinto vontade de reler toda a trilogia, apenas para me perder nos pensamentos e teorias do Floriano. Provavelmente por concordar com ele em alguns pontos, senão vários.&lt;br /&gt;Mas fujo da explicação de te chamar assim. A verdade é que não há uma exata, creio que todos somos um pouco de Floriano, mas na última vez que me encontrei retomando partes do final da trilogia sobre os Terra-Cambará, só pude lembrar de ti. Talvez seja por perceber que tu, como ele, percebe tão bem os outros, ao mesmo tempo em que defende suas ideias e esconde e nega certos pontos em ti. Me refiro aqui à Sílvia. Não que eu simpatizasse com ela, mas a verdade é que dificilmente simpatizo com as mocinhas, elas sempre me parecem tão desmerecedoras dos adoráveis mocinhos. Quer dizer, com caras tão legais, que ao que parece só existem na ficção, como é possível que elas tenham atitudes tão toscas em relação a eles?&lt;br /&gt;Opa, me perdi de novo. A Sílvia não era tão tosca assim, eu sei e não posso não admitir, mas ainda acho o Floriano querido demais pra ela, se bem que ele ainda foi o mais tosco na relação toda. Estou aqui falando e falando, e não posso ter certeza de estar sendo compreendida. Se não leu o livro, é impossível que me entendas; mas creio que leu, ainda assim é possível que não tenha visto onde quero chegar. Floriano e Sílvia tinham tudo pra dar certo, eles sabiam que daria certo, mas ele achou mais fácil não arriscar, podia ser ilusão, podia tudo dar errado, ela merecia coisa melhor, melhor deixá-la ir.&lt;br /&gt;Ah, toda vez que eu lia uma frase em que Floriano se desmerecia, eu tinha vontade de bater e gritar na tentativa de fazê-lo perceber que na verdade ele era o completo oposto do que achava ser. Mas era uma personagem em um livro, como faria isso? E cá estou eu agora te usando como Floriano Cambará, dizendo o que eu queria ter dito a alguém que não existe. Diabos, será que eu enlouqueci? Será que Floriano virou uma paranóia na minha cabeça em vez de um personagem que admiro? Acho mesmo que o estou apenas usando como desculpa para dizer o que quero te dizer.&lt;br /&gt;Somos todos covardes sentimentais, o que varia é apenas o grau. A maior parte das pessoas tenta camuflar tal covardia mostrando serem profundos sentimentos que simplesmente não existem. As pessoas adoram meter-se em relacionamentos achando que o fato de poder dizer que tem um os salva da covardia de admitir que não existe sentimento, medo de ficarem sozinhas por não buscarem sentir. Mas fazemos parte do grupo contrário. Digo fazemos, porque como já disse, boa parte do meu encanto por Floriano Terra Cambará se deve às ideias dele. Bem, se eu, de certa forma me identificava com ele, não posso negar que minha covardia sentimental é da mesma espécie da de vocês.&lt;br /&gt;Mas não falemos de mim, mais fácil é continuar usando Floriano como exemplo e tu como ponto de análise. Ele covardemente ignorou Sílvia quando ela lhe deixou claro que ela só poderia ser feliz com ele admitindo como certas conclusões sobre si próprio, as tais que me deixavam com vontade de gritar. Não lembro ao certo se ele usava a diferença de idade entre os dois como desculpa, pode ser, afinal ela existia; mas tenho por certo, e essa é uma das coisas que mais lembro dele, que ele via-se como um cafajeste, o qual, sem dúvida, não a merecia. Como um cara tão querido podia ser cafajeste? É isso que eu te digo. Sílvia sabia que ele não era, mesmo que ele a tentasse convencer disso. Mas era mais fácil pra ele dizer "Eu não presto, tu mereces coisa melhor".&lt;br /&gt;Além de ser um egocentrismo tremendo o dele achar que pode saber o que é ou não melhor pra ela, isso foi fruto de uma paranóia danada. Sim, Floriano tinha seus motivos. Tu deve ter os teus para agir como age. Eu tenho os meus. Cada um tem os seus. Mas ainda assim é uma covardia horrenda. Mas é difícil admitir que se pode ser feliz com alguém quando se quer insistir na ideia de autosuficiência. E é tão fácil concluir tudo isso, mas tão difícil colocar em prática. Eu queria gritar "Vai dar certo", mas seria tão ignorada como eu mesma tento ignorar.&lt;br /&gt;Sílvia, como disse, não era de todo tola. Aliás, até a admiro. Ela chegou em certo ponto e disse "E então?", todo aquele fingimento de falta de compreensão do que era claramente compreensível precisava parar. Floriano preferiu continuar a fingir. Sílvia não correu atrás, eis no que admiro, em vez disso tentou ir em frente e aí chega-se ao ponto em que eu a critico. Seguir em frente não tinha um único caminho, aquele que a levava ao altar com Jango. Entendo toda a situação, mas tal atitude foi covarde. De qualquer forma, ela tentou. Não deu certo, ninguém seria o Floriano. Floriano percebeu o quão tosco foi, mas era tarde.&lt;br /&gt;E cá estou, talvez por encanto a ele, enxergando a ficção na vida real. Mas ainda há uma chance de não ser total imaginação. Não, não sou nenhuma Sílvia. Não vou repetir um último pedido, assim como ela fez; mas não vou tentar solucionar o problema correndo pelo primeiro caminho que surgir. Aliás, se eu fosse me identificar com uma personagem, fugiria das histórias narradas por Erico Veríssimo e me encontraria nas palavras de Jane Austen: Jane Bennet. Engraçado, sempre achei o seu maior problema incabível, mas agora me parece ser tão real: achar-se óbvia e permanecer incerta na interpretação dos outros. Mas essa é uma análise pra outra carta, que será escrita quando eu deixar de ignorar os gritos que dirijo a mim mesma...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não podendo assinar de outra forma,&lt;br /&gt;Jane.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Cartas fictícias e/ou jamais endereçadas: eis meu novo hobby.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-566162052898811532?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/566162052898811532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=566162052898811532&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/566162052898811532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/566162052898811532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/04/floriano.html' title='Floriano,'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6559791534289516988</id><published>2011-04-23T10:00:00.002-03:00</published><updated>2011-04-23T10:00:05.236-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hoje é dia...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicos'/><title type='text'>(Atrasado, mas em tempo) 19/04 - 70 anos do Brasa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu sei que tem muita gente por aí que não gosta do Roberto Carlos. Sei que muitos de vocês, que vem aqui, fazem parte desse grupo. Mas eu nunca perco a esperança. Desde meus 9/10 anos defendo e tento fazer com que os que compartilham dessa ideia, no mínimo, reconheçam o talento desse cara. E sim, tu leu certo, com meus 10 anos eu não adorava Backstreet Boys ou qualquer outra moda da época, não, eu estava perdida nos anos 60 ouvindo Roberto Carlos. Para se ter uma ideia, naquela época ele veio fazer um show aqui e tanto fiz que meu pai me levou junto. A única pirralha no meio de um monte de senhoras (pra não dizer velhas que fica feio) que nos anos 60 se descabelavam pelo Brasa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As décadas de 60 e 70 pra mim são as melhores dele, infelizmente uma época que ele parece ignorar em grande parte atualmente, especialmente as minhas favoritas, que também não foram os grandes sucessos de alguns discos. Confesso que não apoio certas manias atuais do Roberto Carlos, ou antes, que estão em maior destaque atualmente, do mesmo modo que não sou grande admiradora dos seus especiais de fim de ano (apesar de assistir sempre, não consigo não ver, mesmo que eu ache ridículas certas participações) mas, apesar de tudo, é o Roberto Carlos, o cara que fez discos que, lançados em CD, fazem parte da minha coleção de intocáveis; discos que me fizeram rir com suas brincadeiras sessentistas; discos que me fizeram imaginar certas situações e ver as coisas de modo diferente; discos que me acalmaram e me acalmam; enfim, ele é o cara que me torna nostálgica, pelo simples fato de ter sido a trilha de anos únicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certo, posso falar e falar, ou melhor, escrever e escrever, e não conseguir explicar claramente porque continuo a adorar esse cara, se bem que com bem menos fanatismo que antes, então talvez consiga convencê-los a esquecer um pouco esse Roberto Carlos cheio de dramas e manias de hoje colocando aqui cinco músicas que me fizeram, na minha infância (na época, nas palavras de hoje, até sofri bullyng por isso, mas tô nem ai), olhar pro cara que muitos, da mesma idade, nem sabiam quem era ou, se sabiam, o viam apenas como um cara brega qualquer. Vamos lá. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Mexerico da Candinha&lt;/u&gt; (LP &lt;a href="http://img-up.baixargratisbr.net/img/ccf794c8cc.jpg"&gt;&lt;em&gt;Jovem Guarda&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, 1965)&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Sim, a risada dele é extremamente tosca, mas é uma bela música. Há pouco, pelo Almanaque da Jovem Guarda, soube que era uma alusão à uma coluna de fofocas, sem autor fixo, de uma revista da época, a Coluna da Candinha. Enfim, sempre adorei essa. Encontrei agora um vídeo de 1976, com uma versão que vale ser ouvida: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vFOuDyNPfZs"&gt;&lt;em&gt;esta&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wLfjXeJBMxg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wLfjXeJBMxg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;O gênio&lt;/u&gt; (LP &lt;em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SaItl_glQ04/TIPGlPcfZfI/AAAAAAAAAI4/NDsDhbZ-sk0/s1600/1966+-+Eu+Te+Darei+o+C%C3%A9u.jpg"&gt;Roberto Carlos 1966&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A-do-ra-va essa música. E ainda adoro. Eu ainda vou dar ela pros meus alunos, anotem aí.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed height="250" type="application/x-shockwave-flash" width="420" src="http://www.4shared.com/embed/252069128/ea0bad76" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;O sósia&lt;/u&gt; (LP &lt;em&gt;&lt;a href="http://img.americanas.com.br/produtos/01/02/item/5104/8/5104895G1.jpg"&gt;Em Ritmo De Aventura&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;,1967)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ah, essa eu acho que é a música que mais repeti desse disco... E olha que ele tá cheio de músicas que gosto, como &lt;a href=http://www.youtube.com/watch?v=wdW2Eo7xY5w&amp;feature=fvsr&gt;&lt;em&gt;"Quando"&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; e... ah, eu adoro esse disco todo!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QXmK0l7XtdE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/QXmK0l7XtdE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;E por isso eu estou aqui&lt;/u&gt; (LP &lt;em&gt;Em ritmo de aventura&lt;/em&gt;, 1967)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Tentei, mas não resisti a colocar mais uma desse disco... especialmente porque encontrei o videozinho do filme, o qual eu vi, aliás, em VHS. Foge também da minha intenção de fugir do Roberto Carlos romântico, mas é que ela é tãããão bonitinha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="300" height="255"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nqzbmH-j7Kc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nqzbmH-j7Kc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="300" height="255"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Vista a roupa meu bem&lt;/u&gt; (LP &lt;a href=http://3.bp.blogspot.com/_V4Y2vZg_pMY/TPueZs0WFxI/AAAAAAAABZs/BaLOXXgfWSY/s1600/Roberto+Carlos+%25281970%2529+httpdjmessias2.blogspot.com.jpg&gt;&lt;em&gt;Roberto Carlos 1970&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aquela que a juventude da época, em sua inocência, transformou em "Tira a roupa meu bem". Mas ah, tão bonitinha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/o-jqTdJVdjw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/o-jqTdJVdjw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramba, foi difícil isso, acho os anos 60 do Roberto Carlos 100% louvável, sou até suspeita de falar. Não sei se fiz alguém repensar RC, mas fica aqui a lembrança de uma aficcionada, e que ano que vem ninguém morra perto do aniversário dele, dois anos consecutivos já é o suficiente... Aproveito pra relembrar o post de &lt;a href=http://algomaispraler.blogspot.com/2009/11/versoes.html&gt;versões de músicas do Roberto Carlos&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais ver, povo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6559791534289516988?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6559791534289516988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6559791534289516988&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6559791534289516988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6559791534289516988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/04/atrasado-mas-em-tempo-1904-70-anos-do.html' title='(Atrasado, mas em tempo) 19/04 - 70 anos do Brasa'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2822915187831143409</id><published>2011-04-16T10:00:00.000-03:00</published><updated>2011-04-16T10:00:07.929-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>Somos quem podemos ser (?)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na última terça-feira estreiou na &lt;a href="http://www.ucsfm.wordpress.com/"&gt;UCSfm&lt;/a&gt; o programa &lt;a href="http://twitter.com/depoisdeclarice"&gt;Depois de Clarice&lt;/a&gt;, uma clara homenagem à Clarice Lispector (da qual, confesso, nunca li nada, a não ser crônicas... e numa colêtanea com textos do Sabino, Mendes Campos e Rubem Braga, então acho que será completamente compreensível dizer que não gostei nada das crônicas dela. Quanto aos romances, uma hora crio vergonha pra ler). O programa, feito por quatro jornalistas, estreiou em grande estilo, tendo por inspiração o verso que dá título à clássica música dos Engenheiros do Hawaii, transformada com a simples colocação de um ponto de interrogação no seu fim: Somos quem podemos ser?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De pé, ali no extinto ponto de carona da UCS, quando saia do curso de alemão e ouvia o programa é que percebi o simples: tal frase é uma limitação tremenda. Dizer "Eu sou o que posso ser" é dizer "Pronto, a partir de agora meus dias serão iguais, sou o máximo". Claro, como o próprio Humberto Gessinger falou no programa (veja o nível da estréia, já começa com uma participação dessas...), o verso seguinte, "sonhos que podemos ter", é o extremo oposto do que o antecede, afinal sempre sonhar com algo, desejar ir em frente, é viver, é enfrentar desafios, é jamais encontrar um limite para se alcançar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas também tem o outro lado: dizer que se é o que se pode, é dizer que se faz o melhor. Ou não? Também pode ser uma forma de dizer: "Pronto, passei por isso. Aqui estou. Consegui." Passa-se então algum tempo alegrando-se com a conquista, com o desafio superado, sonha-se o sonho seguinte e então mãos à obra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conseguir perceber a mudança pela qual se passou e orgulhar-se dela sem esquecer que nem tudo está conquistado é, ao meu modo de ver, viver. Melhor do que dizer "Eu cheguei onde queria" é dizer "Eu posso chegar mais longe". Não se deve excluir nenhum desses momentos, a satisfação da conquista e a percepção do desafio seguinte, porque ambos são de importância gigante para o crescimento e satisfação pessoal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parabenizar-se pelo que fez não é egocentrismo ou algo do gênero, é dizer a si mesmo "Eu fui capaz"; do mesmo modo que buscar ser melhor não é eterna insatisfação, é provar a si que está vivo e ainda tem o que conquistar. Desnecessário é, então, dizer, que seguir apenas uma dessas linhas é tolice, afinal uma depende da outra para que os benefícios possam ser plenos. Não diga apenas "Eu consegui" assim como também não diga "Eu tenho muito a conquistar". Não, repetindo o dito antes, parabenize-se pelo momento e aproveite-o sem esquecer que tem sempre um passo a ser dado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra finalizar o post, nada melhor que o clipe da música que inspirou "as Clarices" e cujo tema eu roubei. Veja aí, o guri Gessinger e seus loirosos cabelos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FzGqe5VTQ44?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FzGqe5VTQ44?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2822915187831143409?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2822915187831143409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2822915187831143409&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2822915187831143409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2822915187831143409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/04/somos-quem-podemos-ser.html' title='Somos quem podemos ser (?)'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-9148747929426523257</id><published>2011-04-09T14:00:00.002-03:00</published><updated>2011-11-02T10:46:45.649-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rock Gaúcho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><title type='text'>Músicas de bêbado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tempos atrás o meu caríssimo Blueman fez &lt;a href="http://fimdejogobaltazar.blogspot.com/2010/12/baltazar-by-nights-51.html"&gt;um Baltazar by Nights especial, com três músicas de bêbado&lt;/a&gt; (sendo uma delas, aliás, uma que eu adorava ouvir quando criança), e absurdamente deixou Wander Wildner de fora. Se tu falar "bebida", há no mínimo três músicas dele que me vêm em mente imediatamente. Enfim, revolta à parte, resolvi eu fazer uma lista de músicas de bêbado, e depois de muita enrolação, cá está ela:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De início, por já ter sido citado, Wander Wildner. Música com o título de &lt;em&gt;Quase um alcóolatra&lt;/em&gt; não precisa justificar sua presença nessa lista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U5VYdaShvYE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/U5VYdaShvYE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguindo, uma música que conheci na voz do Wander Wildner, mas que é d'A Barata Oriental, banda gaúcha oitentista: &lt;em&gt;Mares de cerveja&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lC0U19LIrIk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lC0U19LIrIk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pra seguir, Graforréia Xilarmônica, com o belo pedido de desculpa de &lt;em&gt;Meus dois amigos&lt;/em&gt;. Quem aí nunca deu bolo nos outros por ressaca? Então! E na dúvida, culpem o Flávio Basso por levá-los a encher a cara. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FdnDU6gR1GI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FdnDU6gR1GI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;E já que Flávio Basso foi citado, nada melhor do que seguir com &lt;em style="text-align: justify; "&gt;Beatle George&lt;/em&gt;, música dele sob o pseudônimo de Júpiter Maçã.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CRXwVIwOkYo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CRXwVIwOkYo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tentei, mas não consegui lembrar de uma quinta música que não a clássica &lt;em&gt;Bebendo vinho&lt;/em&gt; do Wander, &lt;a href="http://www.4shared.com/audio/VqhebI4C/Bebendo_Vinho_-_Ira.htm"&gt;que também conta com uma versão do Ira!&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed height="250" type="application/x-shockwave-flash" width="420" src="http://www.4shared.com/embed/296491948/cdd7973c" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ah, e uma observação: o fato de todas as músicas serem de gaúchos, NÃO foi intencional, mas a mania limita o meu cérebro. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-9148747929426523257?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/9148747929426523257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=9148747929426523257&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/9148747929426523257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/9148747929426523257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/04/musicas-de-bebado.html' title='Músicas de bêbado'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-3206575397652358426</id><published>2011-04-02T10:00:00.002-03:00</published><updated>2011-04-02T10:00:04.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>♫ Sou Narciso invertido, veja é bem mais divertido ♫</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não sei ao certo como surgiu o assunto, mas n'outro dia me peguei dizendo à &lt;a href="http://ellaenpalabras.blogspot.com/"&gt;Babs&lt;/a&gt;: &lt;em&gt;A melhor coisa que há pra se fazer é rir de si mesmo&lt;/em&gt;. Não sei de onde tirei isso. Ou melhor, eu sempre tive essa ideia em algum canto da mente, mas só naquele momento as palavras apareceram de forma clara. Aliás, toda a ideia apareceu clara. Coisas do meu inconsciente, que às vezes deixa vir à luz o quê, em outras ocasiões, fez questão de deixar obscuro, como uma coisa que está longe, incerta. Mas naquele dia "fez-se a luz" e eu nem estava escutando Wander (que canta a &lt;a href="http://www.kboing.com.br/wander-wildner/1-1048148/#"&gt;música que dá título ao post&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ideia esclarecida, hora de expô-la, se possível de maneira mais clara do que eu fiz com aquela meia dúzia de tweets pra Babs. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma coisa que sempre defendi e continuo a defender (então desculpem a repetição) é que a personalidade é o que mais vale em uma pessoa. Alguém que diz o que pensa, que defende ideias, admite erros, encara os problemas, não teme mudanças, adapta-se da melhor forma às situações sem esquecer de seu próprio modo de pensar... Parte fundamental da personalidade é não ligar para o que os outros dizem ou, melhor, não levar ao extremo os outros sem repensar sua própria ideia, só assim saberá se deve ou não validar a ideia do outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Complicado? Explico. Se alguém critica a tua atitude, antes de simplesmente mudá-la, pense: por que eu faço isso? Se obter uma resposta que te agrade, que te mostre que tu faz o teu melhor pelo melhor, permaneça como é; se, do contrário, encontrar buracos em suas autoexplicações por medo/vergonha de admitir a falha, repense a si mesmo e mude o que achar necessário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o Narciso invertido, onde está? Simples: Narciso admirava a si mesmo, especialmente sua imagem, bem, somemos ai as atitudes, até porque acho que elas refletem mais no teu exterior que o inverso, ou seja, se estás feliz com teu modo de agir/viver, estás também feliz com sua aparência e vice-versa. O invertido? É o segredo da personalidade, ao meu ver.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olhar-se no espelho e ver aquela pereba enorme na sua cara, aquele cabelo que não toma jeito e tantas outras coisas que nos incomodam e poder rir, isso é personalidade. Não buscar a perfeição, muito pelo contrário, olhar pra si e achar mil e um motivos pra rir: a risada ridícula, a piada tosca, as manias idiotas e coisa e tal. Quando nos olhamos e realmente nos vemos; quando rimos da nossa própria ridicularidade e paramos de nos importar com as risadas dos outros; quando sabemos que não somos perfeitos e que isso nos torna quem somos; tudo isso nos torna Narcisos invertidos. E os benefícios? Inúmeros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olhar pra si e avaliar-se nos faz ver os erros e, com vontade e coragem, consequentemente, temos a chance de mudar. E sim, mudar não é fácil, mas eis aí a vantagem de rir de si mesmo: quando se faz isso, se mostra como a vida é leve, como não nos pressionamos. Mude naturalmente, por saber que é certo, não se imponha uma mudança, torne isso leve: perceba o erro, veja quão tosca é a tua atitude e a mude. Simples. Esqueça o que os outros dirão sobre ter feito isso ou aquilo, por ter mudado de opinião ou por rever algumas coisas antes comuns; se importe com você! Seja ridículo, assuma a riducularidade, ria tranquilamente e mude. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, tu tá aí lendo e acenando positivamente com a cabeça enquanto diz "Ela pode ter razão", mas simplesmente continuará fazendo igual, afinal é só um texto qualquer, de uma maluca qualquer; ou, no máximo dirá "É fácil pra ela dizer, é fácil concordar, mas e fazer?", e eu concordo: não é fácil "aprender" a rir de si, não é só tomar "Narciso invertido" como hino e repetir com o Carlinhos Carneiro: "Wander Wildner é Deus: esse é o caminho", não, não é fácil. E então? Então eu não posso fazer nada, digo que minha maior diversão é rir de mim, mas se pra ti ainda é difícil, bem, ai vai de ti a vontade de mudar. Pra mim deu certo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;__________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ah, e agradecimentos a: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/profile/05912195935312733418"&gt;&lt;em&gt;Bittencourt&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, o meu Ross favorito, que fez um &lt;a href="http://www.colherdesopa.com.br/2011/03/e-para-animar-segunda.html"&gt;post pra mim&lt;/a&gt; tentando me convencer de que dinossauros são emocionantes, mas ainda não me caiu a ficha. Dragões e Pokémons são emocionantes (sem falar na Genki Dama), mas dinossauros? Jurassic Park? (e ao ler isso, o Bittencourt desistirá de mim pra sempre, mas né, sinceridade...) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://balzaquianacomz.blogspot.com/"&gt;VaneZa&lt;/a&gt;, que nunca se cansa de mandar seus leitores pra esse beco. Mille grazie!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/profile/03154169170272249116"&gt;Allyne&lt;/a&gt;, que se prestou a me fazer um &lt;a href="http://aportadafrente.blogspot.com/2011/03/30-de-marco-aninha-parabens.html"&gt;post de aniversário&lt;/a&gt;, além de todos os demais que me deram parabéns, mesmo que me chamando de bêbada, como a Babs (já devidamente linkada no post) e, CLARO, a &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/04116527537739386877"&gt;Ferro&lt;/a&gt;. Danke schon, Leute!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-3206575397652358426?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/3206575397652358426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=3206575397652358426&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3206575397652358426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/3206575397652358426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/04/sou-narciso-invertido-veja-e-bem-mais.html' title='♫ Sou Narciso invertido, veja é bem mais divertido ♫'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-4947442233812467594</id><published>2011-03-26T10:00:00.001-03:00</published><updated>2011-03-26T10:00:11.726-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos e Idéias'/><title type='text'>A blogosfera morreu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há um bom tempo que quero falar isso: a blogosfera morreu. Sim, poucos são hoje que usam os blogs de maneira natural, sem forçar, sem se desesperar. Não é fácil hoje encontrar leitores que veradeiramente leem o que tu escreve, que formam uma opinião, que não comentam simplesmente pra fazer propaganda do seu próprio blog. Caramba, como isso irrita. E não é difícil, é só um simples reciocínio: eu gostaria que viessem no meu blog apenas pra fazer propaganda do seu blog? Mas é claro que, quem faz esse tipo de coisa, não pensa nisso, aliás, nem sei se pensa em qualquer coisa. Duvida? Tais pessoas estão incluídas no meu segundo argumento pra dizer que a blogosfera morreu, que vem a seguir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há mais blogs originais, ou pelo menos não se descobrem novos com tanta facilidade. Vá até o blog da pessoa que veio fazer divulgação no seu, na certa será um blog extremo. O que quero dizer com isso? Que o blog só tem um tema: lamentar-se, expor seu vício tosco em alguma bobeira ou sabe-se lá o quê. Sou completamente contra o extremismo. Extremismo é burrice, limitação de pensamento, covardia para conhecer e refletir sobre novas coisas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu blog, com seus dois anos e meio, surgiu numa época em que as pessoas ainda faziam blogs pra expor suas próprias ideias, opiniões e preferências; com textos ora emocionais, ora cômicos, ora informativo; com textos que não buscavam um público, e sim apenas tomar forma, sendo publicados na busca de alguém que compartilhasse do que foi dito ou tivesse uma opinião diversa pra dar. A blogosfera era uma troca de ideias, em que tu te surpreendia ao descobrir um blogueiro com opiniões parecidas, que desse sugestões que te agradavam, que, aos poucos, acabasse por ser tido como um amigo, mesmo há quilômetros de distância. Mas, salvo os que já estão há algum tempo nesse meio, a blogosfera morreu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é raro tu receber um comentário que claramente foi inspirado no título e nenhuma relação tem com o texto. Ou ir a um blog e ver que os posts são todos iguais: lamúrias, lamúrias, lamúrias. Jamais saiu ou sairá de moda aqueles seres que vem com o famoso "Oi, adorei teu blog, tô te seguindo, me segue também?". De verdade, não sei como alguém pode cair nessa. Aliás, não sei como alguém continua mandando isso. E há muitas chances de tu encontrar o mesmo comentário, da mesma pessoa, em um blog já conhecido teu. Sim, porque os blogueiros de antigamente ainda tem o hábito de visitar os blogs que gosta, pelo simples prazer da leitura, não para cobrar uma visita ou um comentário. Bons blogs recebem visitas por serem bons, então faça um blog bom e terá visitas sem precisar fazer fiasco por ai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E aqui entra o segundo tema que há tempos quero comentar: mudança. Parece que, assim como no mundo real, mudar é difícil, mesmo com a liberdade da blogosfera, alguns não conseguem ir pra frente. Não, remoem as mesmas coisas, mesmo com aqueles que ainda se dispõe a ler e dizer: supere, é dificil, mas vá em frente. Eu entendo que no mundo real é difícil encontrar alguém em quem se confie para contar o que se sente, mas se tu usa a blogosfera pra isso, aproveite o que ela tem a te dar. Vá em frente. Teus leitores não te leem por tuas lamúrias e sim pela tua sinceridade, se eles buscam te ajudar, eles querem ver que tu os escutou, se tu continuar com as mesmas reclamações, eles simplesmente cansarão de ti. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não me interpretem errado. A blogosfera está aí para ser usada, para fazerem-se desabafos e divulgar trabalhos próprios, mas... Repetir, repetir, repetir, é coisa de máquinas, robôs. Mudar de ideia, de visão, de gosto, não é pecado, é, provavelmente, uma forma mais madura de ver as coisas. Divulgue o teu trabalho, mas não esqueça que tu ainda é um ser humano e que tu está interagindo com outro, então nada custa agir como um, aliás, melhor divulgação será. Lamente-se sempre que quiser, às vezes é mesmo bom gritar e dizer: Hey, me olha, eu tô numa situação drástica. Mas, caramba, não faça isso tua vida inteira. Tua vida não é só porcaria, olhe as coisas boas, mude as ruins na medida do possível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A blogosfera morreu, por isso ando sempre nos mesmos blogs. Não, não é um menosprezo aos que eu acompanho, muito antes pelo contrário: cada um dos blogueiros que eu acompanho e que me acompanham já não são mais blogueiros quaisquer, não, já fazem parte do meu dia a dia, são meus amigos, me ensinam coisas, põe em palavras o que penso, me mostram outra maneira de enxergar isso e aquilo. Ao que parece, hoje em dia não é isso que importa, apenas o número de seguidores e comentários, que podem não ter relação nenhuma com o que foi escrito, mas e daí? Número alto é sinônimo de sucesso. (?)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Demorou, mas o ser humano chegou à blogosfera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;_________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Posts recentes que me fizeram criar vergonha na cara de escrever tal post e que valem ser lidos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://ellaenpalabras.blogspot.com/2011/02/sobre-blogs.html"&gt;&lt;em&gt;Sobre blogs&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, de Bárbara Farias&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://penso-blogo.blogspot.com/2011/02/mudancas.html"&gt;&lt;em&gt;Mudanças&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, de Dayane Pereira&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://balzaquianacomz.blogspot.com/2011/03/na-boa-voce-nao-vai-querer-ler-isso.html"&gt;&lt;em&gt;Na boa? Você não vai querer ler isto&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, de Vaneza&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-4947442233812467594?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/4947442233812467594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=4947442233812467594&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4947442233812467594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/4947442233812467594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/03/blogosfera-morreu.html' title='A blogosfera morreu'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8437568106261663849</id><published>2011-03-19T10:00:00.001-03:00</published><updated>2011-03-19T10:00:03.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes e Atores/Atrizes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hoje é dia...'/><title type='text'>19/03</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Faz tempo que não falo em aniversários por aqui, então nada melhor do que voltar à velha mania com um antigo ídolo: Bruce Willis, que, através do meu caríssimo Blueman, descobri que, além de um baita ator, é um excelente músico (&lt;a href="http://fimdejogobaltazar.blogspot.com/2011/02/entre-cameras-e-microfones-1.html"&gt;peloamordedeus clique aqui&lt;/a&gt;). Peraí, não fuja minha cara amiga blogueira, tu tá achando que Bruce Willis faz aqueles filmes de ação trash, com porrada e tal? Não, não é, então faça o favor de continuar lendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como os tradicionais posts de aniversário, uma pequena biografia: Bruce Willis nasceu em 19/03/1955 (faz hoje, portanto, 56 anos), em solo alemão, mas naturalizando-se estudianense, já que logo seus pais (pai americano, mãe alemã) se mudaram para os Estados Unidos. Seu grande sucesso, e que foi um marco revolucionário nos filmes de ação, foi Duro de Matar, de 1988, em que interpretou John McClane e que fez tamanho sucesso que se seguiram 3 filmes a este. Mas como meu intuito aqui é fazer uma mistureba boa, de aniversário com lista de 5, cá paro a biografia e sugiro que visitem o maravilhoso mundo da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bruce_willis"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt; que vale a pena ler mais, especialmente se eu não convencer a vós, querida blogueira que adora boas comédias românticas (aliás, somos duas), que não existe cara que seja mais admirável que Bruce Willis (e não digo isso por ele ser alemão - fiquei sabendo depois do vício criado - ou por ele ser lindo, fofo, querido e blablablá - meus caros amigos, creiam-me, não assisto um filme pela aparência do ator, mas convenhamos, não posso dizer que o Bruce Willis tem apenas o talento admirável).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes da &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/search/label/1%20lista%20com%205"&gt;1 lista com 5&lt;/a&gt; filmes do meu querido Bruce, vamos a como descobri-o. CLARO que eu o conhecia de nome, aqui em casa vez por outra falavam nele, mas só quando parei pra ver o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_wfpNz-T6II"&gt;&lt;em&gt;Duro de Matar 3&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, na extinta sessão das Oito e Meia do SBT (e na época que começa às 20h30 - perceba então que faz eras isso), é que eu fiquei maravilhada. Na boa, não existe cara como o Bruce Willis. Ação com comédia e, às vezes, um romancezinho, na medida certa. Nada de pancadaria, nada de "eu sou um valentão e quebro todo mundo aqui". Ação com cérebro. Corri pra ver toda a série e, bem, não existe série que se compare a &lt;em&gt;Duro de Matar&lt;/em&gt;, nem mesmo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_mort%C3%ADfera"&gt;&lt;em&gt;Máquina Mortífera&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (afinal, depois do primeiro, o Riggs fica sociável), pelo simples fato de não existir outro John McClane. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas Bruce Willis não é apenas ação, é suspense, é romance, é ficção científica, é comédia, é filme que te faz pensar. Duvida? Vejamos isso já. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Duro de Matar&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(Die Hard - 1988)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sinopse: John McClane (Bruce Willis) é um detetive de Nova York que está indo a Los Angeles para se encontrar com sua esposa (Bonnie Bedelia), que trabalha em uma empresa japonesa. Porém, ao chegar no prédio onde ela trabalha, percebe que o edifício está sendo assaltado por um bando de terroristas e decide atrapalhar seus planos para resgatar sua mulher.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É impossível pra mim não falar desse, até porque foi onde surgiu realmente Bruce Willis. O vilão é belamente interpretado por Alan Rickman (o Snape, de Harry Potter) e o desenrolar do filme é excelente. Duas horas passadas rapidamente. E aqui faço uma observação importante: não existe cena de filme de ação que seja mais linda - sim, linda é o adjetivo - do que aquela em que John McClane está entrando escondido pelas escadarias e sai quebrando os pescoços alheios com os joelhos. Não, não há coisa mais querida que essa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tá, tu não está me levando a sério. Mas, minha cara amiga blogueira, pense o seguinte: não seria lindo tu ter um marido que invadisse um prédio pra te salvar de terroristas e quebrasse os pescoços alheios assim? Quer dizer, depois de arrumada a praga, que sirva pra algo, eu sei, mas, ah, ele é tão querido com aquela esposa desgraçada (sim, nas sequências do filme mostra-se como ela é uma besta, aliás, todas as mulheres dos personagens do Bruce são completamente criticáveis). E meus queridissimos amigos, John McClane usa o cérebro, não é apenas chute daqui, soco de lá. Todo mundo gosta de John McClane. Impossível não gostar. Vamos ao trailer antes de passar ao próximo da lista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-qxBXm7ZUTM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-qxBXm7ZUTM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A morte lhe cai bem&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(Death becomes her - 1992)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sinopse: Madeline é uma famosa atriz egocêntrica que rouba o noivo de sua amiga, uma aspirante a escritora. A noiva rejeitada se torna extremamente complexada e gorda, mas dá a volta por cima após 14 anos, quando lança o livro "Eternamente Jovem" e, na noite de autógrafos, está mais linda do que nunca. Ela despertando a atenção de todos, principalmente da atriz que, sentindo-se cada dia mais velha, acaba indo se consultar com uma mulher misteriosa, que tem uma poção da juventude que proporciona resultados inimagináveis. Ao bebê-la ela fica jovem outra vez e descobre que sua rival também é cliente da feiticeira. Inicialmente elas começam a brigar pelo médico, mas logo as duas estão preocupadas e, de certa forma, unidas contra um terrível efeito colateral.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme prestes a completar 20 anos e que trata de um assunto extremamente atual: a busca da beleza, da juventude. As plásticas de hoje em dia não são nada perto da admirável técnica do filme para enganar a morte, e suas cômicas consequências não chegam aos pés das do filme. Uma imensa piada da vaidade humana, perfeito para uma tarde de sábado em que se quer sentar no sofá e descansar com uma inteligente comédia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/B7sMilQeVHk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/B7sMilQeVHk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O sexto sentido&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(The sixth sense - 1999)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sinopse: Menino (Osment) é atormentado por espíritos de adultos e crianças que tiveram mortes horríveis e não consegue dormir à noite. Um psicólogo infantil (Willis) procurará ajudá-lo. Dias antes, o analista levara um tiro de um antigo paciente, que invadira sua casa e ainda estava em estado de choque. A princípio, o psicólogo não acredita no garoto, mas coisas estranhas começam a acontecer. O final é totalmente surpreendente. Filme indicado a seis Oscar - filme, direção, ator coadjuvante (para o menino Haley Joel Osment), roteiro original, atriz coadjuvante (para a australiana Toni Collette, protagonista de O Casamento de Muriel) e montagem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse é da época em que já havia passado o grande auge do Willis e esse filme o reergueu. Esse todo mundo, ao menos, ouviu falar. Confesso que não sou fã de filmes de suspense, mas me obriguei a ver por causa do Bruce Willis, admito, e é excelente. Toda a história é muito bem traçada, com um final surpreendente e com todo o sentido. Ótimo, sem mais. Veja o trailer, mas se tu não te interessar, passe adiante, vamos à um filme-família, a um filme egocêntrico e autoreflexivo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VG9AGf66tXM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VG9AGf66tXM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Duas vidas&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(The kid - 2000)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sinopse: Se você tivesse a chance de encontrar consigo mesmo quando tinha 8 anos de idade, será que aquela feliz criança gostaria de ver o que você se tornou quando cresceu? Em se tratando de Russ Duritz, a resposta um ressoante "Não!". Russ (Bruce Willis) tem sua pacata vida como um profissional bem-sucedido virada de cabeça para baixo quando, de forma mágica e inesperada, encontra Rusty, ele mesmo com apenas 8 anos (Spencer Breslin). Rusty um doce e ligeiramente gordo menino que não fica nada feliz ao ver seus sonhos de ser um piloto de avião irem por água abaixo após conhecer sua versão adulta. Porém, o convívio de ambos irá ajudar Russ a relembrar seus sonhos de infância, para que ele possa se tornar o adulto que sonhava ser quando criança.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme leve, ótimo de se ver e que te faz pensar. Não tem o que dizer mais, é encantador, te faz nostalgico ao mesmo tempo em que tu pára e pensa: e com 40 anos? Como EU vou ser? Absolutamente impossível não gostar, creia-me. Veja o trailer e veja se eu não tenho razão:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wlP-eJM20c8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wlP-eJM20c8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Xeque-mate&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(Lucky number Slevin - 2006)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sinopse: Slevin Kelevra (Josh Hartnett) está com vários problemas em sua vida. O prédio onde mora foi condenado, sua carteira de identidade foi roubada e ele recentemente flagrou sua namorada na cama com outro homem. Para escapar ao menos por algum tempo dos problemas, ele consegue emprestado com seu amigo Nick Fisher (Sam Jaeger) um apartamento em Nova York. Paralelamente um plano está sendo tramado no submundo do crime de Nova York. Para se vingar da morte de seu filho, o Chefe (Morgan Freeman) planeja um golpe no filho de seu arquiinimigo, o Rabino (Ben Kingsley). O Chefe contrata Goodkat (Bruce Willis) para executar o plano, que consiste em encontrar um apostador que deva muito dinheiro ao Chefe a ponto de aceitar matar o filho do Rabino para se livrar da dívida. O escolhido é Nick Fisher, o que faz com que Goodkat vá até seu apartamento e confunda Slevin com seu alvo. "Xeque-Mate" (Lucky Number Slevin) é um suspense baseado em história em quadrinhos, que retorce o submundo do crime e vingança onde nada parece o que é. O filme é dirigido pelo escocês Paul McGuigan (de "Amor à Flor da Pele", "Os Gangsters"), que volta a trabalhar com Josh Hartnett no papel do nem tão sortudo Slevin do título original.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme de ação que pode facilmente ser confundido com uma imensa confusão e que nos deixa com uma pena desgraçada do Slevin. Oh, gurizinho azarado! Se bem que, admito, é difícil não rir do azar do cara e de suas tosquices. Sim, um filme de ação, mas só se percebe isso com o final espetacular. Sou adoradora de Bruce Willis, e foi realmente difícil escolher apenas cinco filmes, mas eu não poderia deixar um dos filmes mais incríveis que vi de fora. Se tu ver esse filme e não correr pra locadora atrás de outros do Bruce Willis, eu não abro mais minha boca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="255"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fVIUEcizkPc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fVIUEcizkPc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="255"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E eis ai a minha lista com cinco ótimos filmes. Mas estou aqui me roendo pra um extra e eu não vou conseguir evitar. Especialmente pra ti que adora ficção científica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os doze macacos&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(Twelve monkeys - 1995)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sinopse: Um solitário viajante do tempo vindo do ano de 2035 deverá resolver um mistério para salvar seu povo, mas isso também poderá leva-ló a loucura. Bruce Willis, Madeleine Stowe e Brad Pitt estrelam esta obra prima da ficção-científica dirigida pelo aclamado Terry Gillian de O Pescador de Ilusões. Após a população do mundo ser devastada por um terrível virus, sobreviventes vivem em comunidade no subsolo. Cole (Willis) é voluntário para viajar no tempo e obter uma amostra pura do virus, para ajudar os cientistas a encontrarem uma cura. Em sua jornada ele cruzará o caminho de uma linda psiquiatra (stowe) e de um incrível doente mental (Pitt). Cole já iniciou sua procura pelo exército dos 12 Macacos, um grupo radical ligado a este virus letal.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nunca fui fã do Brad Pitt mas, depois que vi esse filme, ele ganhou o meu respeito. Uma ficção científica de primeira: devastação do mundo, viagens no tempo, malucos e tudo mais. Brad Pitty faz caras insanas como poucos e seu personagem, que de início nos parece passageiro, se mostra importante; as viagens no tempo são feitas com muita lógica e a música tema se encaixa de modo espetacular ao filme, do início ao fim. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="400" height="255"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kxHvbUo6kD4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kxHvbUo6kD4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="255"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E depois do extra, acaba mesmo aqui, apesar de haver inúmeros filmes bons do Bruce Willis, a grande maioria, aliás. É por esses e outros que o Bruce Willis é o único ator do qual eu realmente me digo fã. Posso estar fazendo qualquer coisa, se me disserem "Vamos ver um filme do Bruce Willis" eu nem penso pra responder, ao contrário de qualquer outro ator. Brincadeiras do post à parte, eu falo sério quando digo que vale muito ver Bruce Willis atuar. É até difícil crer que ele possa ser um músico igualmente admirável (há tantos sem um talento e ele tem dois, senão outros desconhecidos), mas é fato, então, se ainda não clicou no link láááá de cima, faça isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;______________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, e sobre parcerias: acho que nunca disse oficialmente aqui, até porque as parcerias que rolaram até agora foram pura brincadeira, mas como teve gente que levou a sério e acha que é de alguma valia fazer parceria comigo, digo que não as nego. Acho um bocado divertido, mas dificilmente eu vá iniciar a parceria, então se tiver interesse, dá um grito e tenha como aceito o convite. E essa semana estreiei uma nova forma de parceria, da qual eu participei incoscientemente, mas mesmo assim levei créditos. Falo do post de quinta-feira (17/03) no &lt;a href="http://aportadafrente.blogspot.com/"&gt;novo blog da minha caríssima Allyne Araújo&lt;/a&gt;, o qual foi inspirado em alguma coisa impensada que eu disse no msn e que parece ter sido bem poético... Bom, pelo menos deu um belo post, vale ler.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E até o próximo sábado, povo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8437568106261663849?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8437568106261663849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8437568106261663849&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8437568106261663849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8437568106261663849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/03/1903.html' title='19/03'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-5690056730884275581</id><published>2011-03-12T10:00:00.000-03:00</published><updated>2011-03-12T10:00:02.591-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Diversos'/><title type='text'>Amigos bizarros do Ricardinho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Seguinte: oficializo agora que, durante os próximos meses, o blog será atualizado apenas aos sábados, a menos que eu me entendie e/ou tenha capacidade/assunto para um post que não poderá esperar um sábado qualquer. Os posts serão programados no geral, dependendo de minha capacidade mental e tempo. Quanto às visitas aos blogs que gosto de acompanhar, isso ocorrerá nas minhas escapadas ao mundo virtual ou fins de semana de ócio. Dito isso, iniciemos o post desse sábado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há algum tempo que não coloco um curta aqui. Confesso que, quando vi na RBSTV (emissora local, filiada à Globo), propagandas do curta que dá nome ao post e vem a seguir, não levei fé. Aliás, tive até certa implicância, mesmo vendo sem querer uma reportagem sobre os bastidores, dizendo que é uma história real e que Ricardinho é interpretado por si mesmo. Quer dizer, amigos bizarros do Ricardinho? E com o tal Ricardinho com aquela cara de tanto fez, tanto faz? Mas aí me peguei na frente da televisão às 12h30 e, tantan, dou de cara com o Ricardinho. O que fazer? Ver, afinal não tem nada mais útil. Pra estar colocando aqui, vocês podem deduzir que simpatizei muito com o curta, pra não dizer mais. Então veja aí:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M-OhaXRkf0o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/M-OhaXRkf0o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-5690056730884275581?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/5690056730884275581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=5690056730884275581&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5690056730884275581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/5690056730884275581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/03/amigos-bizarros-do-ricardinho.html' title='Amigos bizarros do Ricardinho'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2476430967985043064</id><published>2011-03-05T11:17:00.002-03:00</published><updated>2011-03-06T11:35:03.809-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><title type='text'>Depois das marchinhas passadas, o bom carnaval é tema de outras canções...</title><content type='html'>Introdução desnecessária. Músicas que citam o carnaval e que valem a pena serem ouvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria, carnaval e cinzas - Roberto Carlos&lt;/strong&gt; (Não resisto a essa música, e daí?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/h-Y_ZjWpFEQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/h-Y_ZjWpFEQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu quero é botar meu bloco na rua - Sergio Sampaio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PiCteoGZf7Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PiCteoGZf7Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cachaça mecânica - Erasmo Carlos&lt;/strong&gt; (o começo tá cortado, mas vale a raridade do vídeo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="255"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/au82-yxHck0?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/au82-yxHck0?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="255"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todo carnaval tem seu fim - Los Hermanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J16o9bYS-no?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/J16o9bYS-no?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A marchinha psicótica do Dr. Soup - Júpiter Maçã&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/az_mSxwMoEw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/az_mSxwMoEw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E bom carnaval, povo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2476430967985043064?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2476430967985043064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2476430967985043064&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2476430967985043064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2476430967985043064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/03/depois-das-marchinhas-passadas-o-bom.html' title='Depois das marchinhas passadas, o bom carnaval é tema de outras canções...'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-31492104610007596</id><published>2011-02-26T11:00:00.000-03:00</published><updated>2011-02-26T11:19:37.753-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>♫ Não me leve a sério, não me leve a mal, me leve para casa ♫</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vez por outra, especialmente através do blog, me deparo com análises da minha pessoa do tipo: "Quando alguém se menospreza demais é busca por atenção". Mas eu não fico convencida que preciso de terapia (apesar de achar que a Psicologia ia me adorar e descobrir mil e uma patologias e neuroses em mim), eu rio. Eu não levo a sério. Agora, por que me levam ao pé da letra? Vamos à esclarecimentos do ser "Ana Seerig":&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo que sou inútil não é por ser neurótica, e sim por ser inquieta e precisar estar sempre ocupada. Mas eu não falo sério. Eu tenho plena noção de que há criaturas mas inúteis e, especialmente, que faço o que posso, que faço muita coisa, que sou útil e legal para os que me cercam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando digo que sou insuportável, é apenas brincadeira. Assim como sei que às vezes consigo ser terrivelmente chata, quando busco ser; sei também que há razões pra que as pessoas me aturem, busquem minha companhia e considerem minha amizade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando digo que não gostei do que escrevi, é apenas autocrítica, não drama ou busca desesperada por elogios. Tá, eu sei que isso é irritante, tô tentando me controlar para benefício meu e de vossas pessoas, que me aturam (e eu sei que, como tua visita aqui é espontânea, "aturar" não é o verbo).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando digo "se é que alguém se importa", é por ter plena noção que nem sempre o que me interessa, interessa aos outros. Por não achar necessário que as pessoas se desesperem, se alegrem, riam ou chorem comigo, cada um é cada um, então nunca tenho plena certeza de que, o assunto sobre o qual falo é importante, ou no mínimo interessante, a quem me ouve ou lê. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando sou irônica, não é por violência ou desprezo, é por diversão. Eis o risco da ironia: nem sempre é entendida, correndo o risco de ser analisada pela Psicologia e interpretada por freudianos. Não, não me leve ao sério, ao pé da letra, ao extremo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo "Me deixa quieta", não é grossura ou estupidez, apenas uma tentativa de, pelo contrário, evitar que alguém saia chateado da conversa e chamando a minha pessoa de, adivinha, estúpida ou isso ou aquilo. Eu sou legal no maior tempo possível, seja legal e me deixe ali, sem achar que briguei com meu namorado (i-ro-ni-a presente), que o Grêmio perdeu ou sei lá que outra teoria possa surgir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo "aham", eu quero dizer "aham", não é tédio ou insatisfação. No máximo, falta de concentração pra responder algo mais interessante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo que não falo em futebol, não é falsa modéstia ou superioridade, é por já saber que, em certos casos, pode acabar em conversas exaltadas, com ou sem desacordo, que nos fazem colocar o futebol num nível além do que está: é esporte, não é vida e morte (apesar de parecer às vezes, eu bem sei). Agora se eu faço um comentário futebolístico, não estou me contradizendo, apenas comentando como algo qualquer, e fugirei do tema assim que perceber exaltação à caminho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu sou estúpida, não tenho plena noção disso e, em cinco minutos, não compreenderei porque alguém não me olha na cara. E falo sério. Então não leve em consideração, em vez disso me dê um corte tremendo e, meia hora depois, volte a ser legal, já terei superado meu lapso de estupidez inconsciente. Duvida? Tudo bem, mas te garanto que, se tento ser, sou antes cômica que estúpida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu fico séria na hora de rir, agradeça. Primeiro por te achar legal e não querer fazer um fiasco na tua frente, do contrário eu gargalharia esdruxulamente. Segundo porque é melhor isso do que ter mania de rir na hora errada, né?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo ou faço qualquer coisa, não me leve a sério. Nem eu me levo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo que não me levo a sério, não é depressão ou falta de autoestima, muito antes pelo contrário, é autoconfiança demais, suficiente pra me fazer rir de mim mesma. É legal. Tente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando eu digo o que eu digo, eu não digo nada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jxgTk8zVeJo"&gt;Quando dico che ti amo, credi a me, è la pura, sacrosanta verità.&lt;/a&gt; Ou é ironia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Título: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fxWcqMRuqlQ"&gt;&lt;em&gt;Todo mundo é uma ilha&lt;/em&gt; - Engenheiros do Hawaii&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-31492104610007596?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/31492104610007596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=31492104610007596&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/31492104610007596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/31492104610007596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/02/nao-me-leve-serio-nao-me-leve-mal-me.html' title='♫ Não me leve a sério, não me leve a mal, me leve para casa ♫'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-2770952785908460507</id><published>2011-02-19T12:19:00.010-02:00</published><updated>2011-02-19T14:31:26.087-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes e Atores/Atrizes'/><title type='text'>Comédias clássicas dos anos 80: Trilogia "De volta para o futuro"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As estatísticas do blogger dizem que o post sobre &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/08/comedias-classicas-dos-anos-80.html"&gt;comédias oitentistas&lt;/a&gt; é um dos mais lidos do blog. Eu não confio nelas, já que dão o primeiro lugar de visitas pra um post &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/05/amigas-de-infancia.html"&gt;beeem menos interessante&lt;/a&gt;, mas acho que o fato do post oitentista estar nos primeiros links da busca do google pra "comédias anos 80" é de algum crédito, então nada melhor do que, na falta de tempo e assunto para um post mais bem pensado, falar de um dos maiores sucessos dos anos 80 com o qual ocupei belamente algumas horas das minhas férias: &lt;em&gt;De volta para o futuro&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estrelada por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, respectivamente Marty McFly e Dr. Emmet Brown, e contando com Steven Spielberg na produção, os três filmes têm como ponto inicial e final um único dia: 26 de outubro de 1985. É nessa data, no Centro Comercial Dois Pinheiros, em Hill Valley, California; que o Dr. Brown resolve experimentar sua mais nova invenção, contando com a ajuda de seu assistente Marty. Partindo do ponto comum dos filmes, vamos à cada um deles:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De volta para o futuro (1985)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguindo as ordens do Dr. Brown, Marty o encontra à 1h15 da madrugada do dia 26 de outubro para o teste de sua mais nova invenção: a máquina do tempo, que nada mais é do que um carro, cuja fonte de energia foi roubada de terroristas que planejavam montar uma bomba nuclear. Durante os testes, os terroristas aparecem e começam um tiroteio, no qual acertam o Dr. Brown, restando o carro como único meio de fuga para Marty. Ao alcançar 88 milhas por hora, o carro é levado para o ano de 1955, precisamente no dia 5 de novembro, onde Marty acaba por conhecer seus pais jovens e busca a ajuda do Dr. Brown dos anos 50 para voltar para casa. Com o inevitável encontro com os pais, Marty acaba alterando o curso da história,, evitando que seus pais se conheçam, e tem que remediar a situação até o dia 12, no qual a igreja da praça será atingida por um raio que, ao descarregar, poderá dar a energia necessária para que o carro leve Marty de volta para o futuro. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="349"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/geYqE-f7ojY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/geYqE-f7ojY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="349"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tgd46QiHz4I"&gt;Ferris cantando &lt;em&gt;Twist and shout&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; em um desfile de Ação de Graças é uma cena clássica de &lt;em&gt;Curtindo a vida adoidado&lt;/em&gt;, Marty marca &lt;em&gt;De volta para o futuro&lt;/em&gt; cantando &lt;em&gt;Johnny B.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Goode&lt;/em&gt; de Chuck Berry em um baile estudantil dos anos 50. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="255"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wCXK8yB4T6M?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wCXK8yB4T6M?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="255"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De volta para o futuro 2 (1989)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mal chega aos anos 80, ainda notando as mudanças causadas por suas ações em 1955, Marty é buscado pelo Dr. Brown, que havia se mudado para o futuro, para ajudar seu filho que está em apuros, em 2015. Mas, ao retornar aos anos 80, Marty se depara com uma situação completamente diferente, com seu pai assassinado e sua mãe casada com Biff, velho inimigo da família, então rico. Com a ajuda do Dr. Brown, Marty descobre que o Biff do futuro conseguiu retornar à 1955 na máquina do tempo com um almanaque em que estão os resultados esportivos de 1950 e 2000 e entrega ao seu eu jovem, que com ele faz fortuna em apostas. Marty, então, retorna a 12 de novembro de 1955 para destruir a revista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CMnw_f4OZO8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CMnw_f4OZO8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De volta para o futuro 3 (1990)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após uma pequena falha durante a tempestade de 1955, Dr.Brown é mandado para o Velho Oeste, em 1885, e manda uma carta a Marty com indicações de onde escondeu a máquina do tempo. Ao encontrá-la, Marty também encontra o túmulo do Dr. Brown, tendo 7 de setembro do mesmo ano como dia de sua morte, dia seguinte após a data da carta, em que o doutor pede que Marty apenas destrua o carro e não vá buscá-lo. Diante do túmulo, Marty decide ir encontrar o Dr. Brown para avisá-lo do perigo que corre. Em 1885, Marty encontra seus bisavós e, para não causar espanto com o sobrenome McFly, brinca usando o nome de Clint Eastwood, ator conhecido por seus filmes de faroeste. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="330"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mBNouD97eLE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mBNouD97eLE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="330"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Três excelentes filmes. Cheios de idas e vindas, mostrando, à la Asimov, um futuro que, hoje contemporâneo, é engraçado por todas as tecnologias imaginadas e não criadas; brincando com o passado em assuntos óbvios nos anos 80, tal como Chuck Berry, em que é sugerido que ele soube da música que foi um dos seus maiores sucessos pelo pequeno show de Marty no baile; ou lembrando de Clint Eastwood no Velho Oeste, temática dos seus filmes já tão conhecidos nos anos 80. Curiosa e divertida, a trilogia é mais um clássico oitentista e que, como tal, nunca poderá ser classificada como chata ou entendiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Fontes:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/de-volta-para-o-futuro/"&gt;Adoro Cinema&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://cinemacomrapadura.com.br/?s=de+volta+para+o+futuro"&gt;Cinema com Rapadura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De_volta_para_o_futuro"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-2770952785908460507?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/2770952785908460507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=2770952785908460507&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2770952785908460507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/2770952785908460507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/02/comedias-classicas-dos-anos-80-trilogia.html' title='Comédias clássicas dos anos 80: Trilogia &quot;De volta para o futuro&quot;'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6978527552652523932</id><published>2011-02-05T11:36:00.002-02:00</published><updated>2011-02-05T11:43:31.221-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>Uma efêmera abstração</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;- Deixe-me explicar uma coisa, querida, para que você entenda: passado, presente e futuro são meras abstrações de nossa mente racional que insiste em tentar enquadrar o tempo dentro de um esquema funcional teórico que se adeque à necessidade que temos de compreender o incompreensível de nossa existência, sacou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espere, deixe-me continuar, ainda não terminei, baixe esse braço com o balde e tire a outra mãozinha da cintura. Esse cenho franzido é porque não entendeste nada do que eu disse, não é, amor? Pois deixa que eu explico como se você tivesse cinco anos. Senta aqui um pouquinho. É assim, ó: passado, presente e futuro não existem. O que há é um fluxo contínuo da existência dos seres e das coisas. Existe o ser, e ao mesmo tempo existe o nada. O ser e o nada, pescou? Portanto, o passado não existe e nunca existiu, porque, quando o passado estava ativo, ele era o presente naquele momento, entende? Tampouco existe o futuro, porque quando aquilo que denominamos como futuro chega, ele se transforma automaticamente em presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o presente é outra abstração, porque ele flui continuamente, escorrega pelos nossos dedos no exato momento em que nossa mente se fixa nele, e imediatamente ele já é um passado transformando-se no futuro que se presentifica. Sem beliscar, sem beliscar, meu bem, para e escuta mais um pouquinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha só: seguindo a lógica do meu raciocínio, pois você sabe que os homens têm pensamento mais racional e as mulheres mais emocional (por isso que estás bravinha, meu amor, tudo é científico, vês?), seguindo essa lógica, fica claro que é injusta a acusação que você faz de que eu fico o tempo todo sentado no sofá comendo porcaria e olhando televisão enquanto você faxina a casa, porque você disse isso no passado, que não existe, e o presente não é este que você julga estar vendo. Quando eu digo que farei a faxina, você deve contabilizar essa promessa como algo já realizado, uma vez que acabo de te provar que... ei... benzinho... largue o chinelo... que é isso... tá bom, tá bom eu vou, eu vou, eu limpo. Me dá aqui esse balde e esse pano. Contra o chinelo, não há argumento científico que se imponha mesmo... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(&lt;a href="http://futilidadesliterais.blogspot.com/"&gt;Marcos Fernando Kirst&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;__________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fazia algum tempo que eu não postava aqui textos de verdadeiros cronistas e, por alguma razão, ainda não tinha colocado nenhum do Kirst aqui. Dois coelhos de uma vez. Essa crônica foi publicada ontem (04/02) no &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/home"&gt;Jornal Pioneiro&lt;/a&gt;, mas vale olhar o blog dele pra ler mais. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6978527552652523932?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6978527552652523932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6978527552652523932&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6978527552652523932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6978527552652523932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/02/uma-efemera-abstracao.html' title='Uma efêmera abstração'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-8822746620659773620</id><published>2011-01-29T21:40:00.000-02:00</published><updated>2011-01-29T21:41:25.399-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>- Uéééélintooom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava eu deitada na beira da praia, tentando superar o fim d'O visconde de Bragelone (livro de 10 volumes que encerra a trilogia d'Os três mosqueteiras, da qual talvez eu fale descentemente um dia por aqui) e, portanto, remoendo a história, quando ouço esse belo grito vindo logo ali do lado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uéééééélintoom, vem cá! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Como eu sei que as pessoas são tão criativas e há a possibilidade do nome gritado não ser escrito da forma que suponho correta, Wellington, acho mais justo grafar a sonorização do grito.)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E durante uns cinco minutos foi só o que eu ouvi. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uééééélintoom! Uéééélintoom!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como todos sabem, sou mesmo um poço de calma e, ao contrário do que alguns malucos aí possam pensar, eu não executei qualquer tipo de violência para com a autora daquele grito irritante (nunca mais conseguirei ouvir tal nome sem lembrar dos gritos, nem sei se terapia me ajudará a superar o trauma), nem verbal nem fisicamente. Não, eu simplesmente me sujeitei a tentar entender a situação e, para tal, virei meu rosto - discretamente - para a direção dos gritos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ali, embaixo de um guarda-sol (não peça detalhes como cor ou posição ou distância, sou péssima nisso, especialmente com gritos no meu ouvido), havia: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- uma criatura com lá seus 40 anos, de biquíni preto e que, coisa que eu havia reparado no dia anterior, era um pimentão vivo. Não sei se o cérebro já tinha sido cozido ou que a sensibilidade dela já estivesse zerada tamanha era a vermelhidão, mas mesmo queimada, lá estava o ser estatelado em uma toalha, na cara do sol - falha minha, nem todos estavam embaixo do guarda-sol.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- uma outra mulher, de mesma idade que a Mulher-Pimentão provavelmente, sentada numa cadeira de praia, parecendo ignorar os gritos, assim como a outra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- a autora dos gritos: uma guria de, sei lá, uns vinte e tantos anos, folgadamente instalada numa cadeira reclinável, que certamente era muito confortável, já que ela preferia irritar quem estivesse próximo com seus gritos, mesmo percebendo que eles eram voluntariamente ignorados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Às voltas do guarda-sol havia um guri meio Jonathan (essa é a única definição que encontro pro ser, inspirada em um aluno "adorável" da escola em que vez por outra eu fazia boas ações - magnânimas quando feitas em salas com Jonathans da vida), que corria pra lá e pra cá com uma guria que... podia ser normal. Ambos deviam ter cerca de 10 anos em média. Descobri que tal Jonathan (se for tão diícil entender o grau de adorabilidade de um Jonathan, posteriormente faço uma explicação, se assim quiserem) chamava-se Guilherme (eu digo que pessoas com tais nomes nunca são seres que dispõem da minha paciência, pra não dizer mais, a exceção do irmãozinho de uma amiga minha - o único gremista da família, como eu posso não simpatizar e incentivar tal ser? - e, claro, o meu caríssimo &lt;a href="http://fimdejogobaltazar.blogspot.com/"&gt;Blueman&lt;/a&gt;, que aliás, eu ainda duvido que tenha tal nome, apesar dele alegar que sim, mas enfim, continua como Blue mesmo que é mais bonito - garanto que minha preferência por azul não por simples vício futebolístico, ou acho que não - e impede que eu lembre de todos os Guilhermes toscos e sem-cérebro que conheci), através de tal grito:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Guiiiii, pega o Uéééélintoom e traz pra cá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí eu descobri quem era a critura que atendia (ou antes, não atendia) pelo nome tantas vezes gritados. Foi-se o Jonathan (sim, fica como Jonathan), com seu bonézinho colorado na cabeça - que eu só vi DEPOIS de ter percebido que ele era um Jonathan - atrás de um gurizinho de seus três anos, se tanto, que andava de lá pra cá na beira do mar, beira mesmo, mal as ondas chegavam a seus pés. E foi o nosso pobre Uéééélintoom arrastado pelo braço pelo Jonathan, provando mas uma vez ser um Jonathan. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, nosso pobre Uéééélintoom, porque a essas alturas eu já tava com pena do piá, pelos gritos e pelo fato de ser assim arrastado pelo braço. Pobre ser. Mas era esperto, além de ignorar os gritos - guri gênio fez belamente a mãe passar por fiasquenta e, especialmente, imprestável -, escutou o pequeno discurso que o esperava e disfarçadamente mandou-se de volta para o lugar em que estava até que o Jonathan executasse a ordem que lhe fora incubida também aos gritos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O discurso supereducativo foi o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O que nós combinamos antes de sair de casa? Hein, Uélintom? Tu é burro ou tu é inteligente? (SIM, EU OUVI ISSO) Fica aqui, bem aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É importante destacar que, durante os gritos, a execução da ordem dada ao Jonathan e o discurso, a que, creio, era mãe do nosso herói (sim, é realmente uma saga), não moveu um centímetro seu belo corpo da confortável cadeira. Isso mesmo: gritou, deu ordens e discursou ali mesmo, sentadinha, como se fosse a coisa mais normal seres saírem, ou melhor, sentados, gritando e incentivando a lei do mais forte entre crianças. Mas, como já disse, nosso caro Uéééélintoom esnobou a ordem de permanecer para onde tinha sido arrastado e se aventurou a voltar ao lugar onde estava.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar disso, o silêncio pareceu retornar. Vejamos, onde estava? Ah, sim. Luísa nojentinha desprezou o Raul - lindo, querido, amado, coisafofa - pelo Luis, deu nisso... E daí que ele era rei? Putz, só o fato do Raul ser filho do...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uéééélintoom! Uééééééélintooom!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ai, meu querido Dumas, não é hoje que eu supero o fim do livro. Parece que descobriram que o piá voltou pra água. Mas, tchê, custa muito ir lá um pouco com o guri? E se quer que ele te obedeça vai lá e traz ele pra cá e faz uma palestra decentemente! Depois não sabem porquê as crianças viram Jonathans da vida... Mas calma, tô calma, se eu tivesse tentando ler eu realmente teria com o que me irritar. Ignora, Ana, ignora. Vejamos, tá, sim, o Raul é o cara mais querido do universo só por ser filho de quem é... Imagina, o conde de L...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;-Uéééélintoom!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ignora, Ana, ignora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uééééli! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelo menos o grito mudou. Agora é só Uéli. E seguido de uma risadinha. É claro que ele vai te obedecer, sobrinha da Mulher-Pimentão (sim, descoberta feita entre um e outro grito). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acabei por desistir de maldizer mentalmente a boca-aberta da Luisa que fez o que fez com o Raul - que entrou imediatamente na minha lista de personagens mais adorados de livros assim que deu as caras na trilogia, pelo simples fato de ser filho do...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Uéééélintoom!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certo, chega. Melhor nem pensar mais. Aliás, já tô começando a me acostumar com o grito... Olha, se eu fosse MC (cofcof), faria um funk: Uéééélintoom, Uélintom, Uélintom, Uélintom... Uééééli...Uéééélintom.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E foi grito pra ele vir, pra ele largar o cachorro que apareceu sei lá de onde, pra ele ir ali e não lá... Até que o nosso herói achou mais divertido mudar seus rumos e simplesmente dar às costas à praia, desbravando o caminho até sua casa ou, quem sabe, um lugar mais interessante, sendo seguido alguns minutos depois pelo Jonathan e a guria que simplesmente fazia nada e seguia todo mundo, que foram seguidos, ainda minutos mais tardes, pelos homens que ali tinham aparecido durante toda a saga, enquanto as três sereias - como meu galante tio chama qualquer mulher à beira-mar, mesmo que Moby (Dick) caia melhor, como meu pai com certeza chamaria - continuavam estateladas ali, inclusive a Mulher-Pimentão, parecendo nem perceber que o nosso bravo mocinho, seu carcereiro e a Maria-vai-com-as-outras tinham sumido. Eis a prova de que o senso maternal, se não inexistente em algumas mulheres, pode ser esquecido diante do desejo de "pegar um bronze". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, minha cara Mulher-Pimentão, estar de um tom vermelho que reflete não é sinal de bronzeado. Com essa bela dica, terminamos, pelo menos momentaneamente, ou por esse verão, a saga do Uéééélintoom. Futuramente, tal grito poderá ser reconhecido e, portanto, termos mais aventuras do piá loiro que, com sua cara de santo, aos três anos é um revolucionário. Então, gritemos todos agora, em sua homenagem: Uéééélintoom!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;_____________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois estão, pessoas, esse ano vou enlouquecer a família gritando Uéééélintom... Só escrevendo aqui é que percebi quanto simpatizei com o piá, apesar dele ser o culpado dos gritos. Mas enfim. Com isso e cantando, veja bem, cantando "Você não é melancia mas 'cê mente pra danar", ou declamando, porque o negócio é profundo. Não é qualquer um que tem a genialidade e a coragem de cantar algo com um trocadilho desse porte ('cê mente = semente, que tem tudo a ver com melancia). Como descobri tal obra prima? Quando eu não estava na beira da praia lendo, ouvindo o grito Uéééélingtom ou fingindo tomar chimarrão com a mãe, eu tava ou lendo em casa, ou me viciando em jogo de celular, ou sendo atormentada pelos meus queridos irmão e primo, eu tava tentando achar algo útil na TV (quando não tava no horário do Mundo de Beakman) e dei de cara com uma criatura cantando isso e anunciando o nome do tão incomparável compositor (e poeta, combinemos).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas enfim, pessoas, era isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, sim. Dei uma passada numa Lan House no meu veraneio e publiquei um post já pronto. Provando que o calor devorava meu cérebro, não mudei a data (não até hoje) e ele foi publicado como 09/01, data em que foi feito - ou antes iniciado, do que 19/01, dia em que eu realmente o publiquei. Acabou que ninguém viu a atualização, acho, ou não pelo painel. Enfim, se não leu, leia. Não é longo, é musical. E, se alguém da trela pro meu gosto musical, talvez se interesse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora sim, é isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até, povo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-8822746620659773620?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/8822746620659773620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=8822746620659773620&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8822746620659773620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/8822746620659773620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/01/ueeeelintooom.html' title='- Uéééélintooom'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-6188706624692529997</id><published>2011-01-19T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-01-29T09:57:52.480-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rock Gaúcho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 lista com 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos - Rock Gaúcho'/><title type='text'>Cinco das quais não falei</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há um bom tempo atrás, apareceu aqui no blog o &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/07444472091953527309"&gt;Samuel Santos&lt;/a&gt;, dizendo que a &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/16631078018119616340"&gt;Vaneza&lt;/a&gt; tinha indicado esse humilde blog a ele. Cheguei no blog dele e dei de cara com um post sobre Pouca Vogal. Opa! Li o post e fui comentar... E dei de cara com a tal indicação da Vaneza, a qual transcrevo aqui para poder ser analisada:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"[...]&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Agora dá uma olhada neste blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://algomaispraler.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode dizer que chegou lá por indicação de uma tal Balzaquiana com 'Z'... você será mui bem recebido rs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guria que escreve é uma guria mesmo... gaúcha tchê... tu vais adorar. Vai por mim! Sem contar que ela é uma gata rs."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E isso depois de umas duas semanas da primeira visita da Balzaquiana por aqui. A última frase eu realmente ponho em dúvida e já acho que foi propaganda até que um pouco enganosa... Brincadeiras à parte, o que me impressionou realmente foi o fato dela lembrar de mim na simples menção de uma banda gaúcha de um guri que, mesmo não sendo gaúcho, gosta das coisas daqui. Tchê, mas que coisa, o meu gauchismo é tão memorável assim? Me lembra a Gabs, que, também gaúcha, me deu &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/10/canibais-david-coimbra.html"&gt;um livro do David Coimbra&lt;/a&gt;, mesmo sem termos falado nele, pelo simples fato de me achar "bem gaúcha". Creio eu que é pela simples questão que faço de usar o "tu" mesmo no mundo virtual, mas sabe-se lá. Talvez a minha mania de bandas gaúchas tenha alguma relação...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas então, ser indicada como uma boa blogueira pra um cara que gosta da cultura daqui, nada mais me cabe que não citar aqui bandas gaúchas! Essa me foi a ideia imediata, meu problema foi arrumar bandas que eu não tinha citado aqui ainda ou que não fossem conhecidas "além-RS". Não, não foi tão difícil. Meu problema foi mesmo esquecimento e preguiça. Foi só abrir aquele e-mail gigantesco com bandas que fiz e pronto. Aí até me apareceu banda demais. Seleção? Um único CD lançado até o momento. Vejamos as cinco, então, que ainda não foram citadas aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Canastra Suja&lt;/u&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não vou tentar fazer um histórico da banda pra não falar besteira. Como eles se descrevem no seu site: &lt;em&gt;"O rock and roll sem frescuras com um forte sotaque blues. O desapego em versos, o tom canastra. Rima rica, frase feita: o velho e o novo em contraponto." &lt;/em&gt;Lançaram seu primeiro CD, &lt;em&gt;Três Minutos pra Água Ferver&lt;/em&gt;, no segundo semestre de 2010. Altamente recomendável. Meu único problema, que eu já anunciei a eles por twitter assim como qualquer gremista, é a faixa final, com um cara (que, de acordo com eles é gremista) imitando o Paulo Brito (comentarista daqui do RS - do qual não gosto, aliás) narrando o gol do Gabiru, que deu o título mundial ao Internacional em 2006, em cima do Barcelona. Mas o problema não é grave, basta sumir com essa faixa do CD (coisa que eu ainda não fiz, aliás). Uma banda que quando descobri e baixei o CD não parei de ouvir por um bom tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.canastrasuja.com/"&gt;Site&lt;/a&gt; (onde se pode baixar o CD e encontrar todos os links da banda)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.myspace.com/canastrasuja"&gt;Myspace&lt;/a&gt; (sim, o link tá no site, mas pra facilitar algum preguiçoso de plantão - tipo eu)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A música seguinte não está no CD e, hoje chamada de &lt;em&gt;Maria Luiza&lt;/em&gt;, até pouco tempo tinha como título &lt;em&gt;Tchubaruba &lt;/em&gt;(como aparece no vídeo). Por que a mudança de nome? Ah, a Mallu Magalhães não aceita músicas homônimas às dela... É uma baita música, teria substituído fan-tás-ti-ca-men-te &lt;em&gt;Saltitante&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="325"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OyPUlT98PeI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OyPUlT98PeI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="325"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense&lt;/u&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com pouco mais de dois anos de existência e seu disco de estréia recentemente lançado, o Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense já é referência no cenário regional por sua proposta de trabalho bastante peculiar: São apresentações de Bluegrass, uma forma de música norte-americana de raiz -influenciada pela cultura de imigrantes escoceses, irlandeses e afro-americanos- em que utilizam um único microfone condensador. Exatamente como em 1940, durante a formatação desse estilo musical. Além disso, as aparições do CBPA acontecem principalmente nas ruas -em tradicionais feiras de antiguidades e no centro da cidade- e costumam ter um tanto de oficina, já que o grupo compartilha o conhecimento da história da música bluegrass com o público. Heine Wentz (violino e voz), Marcio Petracco (mandolin e voz) -&lt;/em&gt; que fez parte do &lt;a href="http://algomaispraler.blogspot.com/2009/06/tnt.html"&gt;TNT&lt;/a&gt; -&lt;em&gt; , Ricardo Sabadini (violão e voz) e Pedro Marini (contrabaixo e voz) estudam a forma mais pura dessa espécie de música e a levam às pessoas na forma de canções, instrumentais e temas “à cappella”.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.myspace.com/conjuntobluegrass"&gt;Myspace&lt;/a&gt; (de onde foi tirada a "apresentação" da banda, eu não poderia fazer uma melhor)&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://www.4shared.com/file/LB4fP_K3/Conjunto_Bluegrass_Porto-Alegr.htm"&gt;Disco para baixar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=POcM1W9e234"&gt;Reportagem com a banda&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="325"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dFT4mhfUXz4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dFT4mhfUXz4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="325"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ah, e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1rp5dx_qPmo"&gt;nesse clipe&lt;/a&gt; do Pata de Elefante, ali nos 52s o Petracco dá o ar da graça e, em 1min e 52, todo o Bluegrass dá as caras.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Gulivers&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa banda conheci mais ou menos na mesma época que conheci &lt;em&gt;Canastra Suja&lt;/em&gt;. O nome da banda, ao contrário do que eu pensava, não faz referência ao personagem do livro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/As_Viagens_de_Gulliver"&gt;&lt;em&gt;As viagens de Gulliver&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, mas sim à uma gíria do livro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Laranja_Mec%C3%A2nica_(livro)"&gt;&lt;em&gt;Laranja mecânica&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;"guliver", que significa "cabeça". Mas tal descoberta não foi minha, e sim daquela que nunca é citada aqui, &lt;a href="http://ericaferro.blogspot.com/"&gt;Erica Ferro&lt;/a&gt;, que leu o livro e me questionou se o nome da banda era alusivo ao livro, pra tirar a dúvida, pedi pra banda no twitter (eis a maravilha de gostar de bandas independentes que não vivem escondidas por "assessoria de imprensa"). Ah, e eu que sempre achei que era por causa do Gulliver (nem reparei na diferença de grafia)! Mais uma razão pra ler &lt;em&gt;Laranja mecânica&lt;/em&gt; (o problema é que associo diretamente com a Holanda - eis o problema da mania de futebol -, não que não goste da Holanda, mas é difícil imaginar que seja possível uma história com esse nome que não tenha um goleiro e dez caras de laranja correndo atrás de uma bola). Como disse, conheci ao mesmo tempo que &lt;em&gt;Canastra&lt;/em&gt;, baixei os CDs das duas bandas e passei um mês, pelo menos, intercalando entre uma banda e outra, com raras variações. Ou seja, adoro &lt;em&gt;Gulivers&lt;/em&gt;. (80% da minha atual vontade de ler &lt;em&gt;Laranja mecânica&lt;/em&gt; é culpa deles.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.myspace.com/guliversrock"&gt;Myspace&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/gulivers"&gt;TramaVirtual&lt;/a&gt; (onde pode-se baixar o CD, &lt;em&gt;Em boas mãos&lt;/em&gt;, lançado também no segundo semestre de 2010)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E foi com esse vídeo que eu conheci a banda:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="250"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q6SbGQFpGp4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/q6SbGQFpGp4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Locomotores&lt;/u&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lembra do Marcio Petracco do Bluegrass? Então, essa aqui é outra banda dele (provando que, quem tem talento de sobra, participa de várias bandas boas concomitantemente). &lt;em&gt;Locomotores&lt;/em&gt; faz um rock mais clássico e é difícil não gostar de ouvir. Lançaram seu CD em 2007 e desde então, até onde eu sei, não lançaram nada novo, provavelmente em razão de projetos paralelos dos integrantes.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://rock.locomotores.com/disco/"&gt;Site&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.myspace.com/locomotores"&gt;Myspace&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/locomotores"&gt;TramaVirtual&lt;/a&gt; (onde o CD pode ser baixado) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O CD é de 2007, mas esse clipe foi feito ano passado, com direção do Leandro Schirmer, ex-baterista do Vera Loca. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="400" height="250"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s_nT9NU_V_E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/s_nT9NU_V_E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Stereograma&lt;/u&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis aí uma das bandas que eu realmente adoro. Ouvi falar muito neles na época que concorreram ao &lt;em&gt;MTV Banda Antes&lt;/em&gt;, afinal eram os representantes gaúchos. Demorei pra conseguir algo deles, aliás, só consegui quando eu ganhei (milagrosamente) o CD deles numa promoção. E adorei de cara. O CD, prêmio por terem conquistado o concurso da MTV, foi lançado em 2008. Pra minha completa alegria, virando aqui e lá, ano passado descobri duas músicas novas lançadas em 2009. Essa redescoberta de &lt;em&gt;Stereograma&lt;/em&gt; me fez descobrir que, além de não conseguir parar de ouvi-los - por alguma razão que eu desconheço, eu sou afetada mentalmente, sem maiores detalhes. Não podia deixar de falar neles aqui (aliás, como demorei tanto pra falar neles?!), até porque não entendo como, apesar da MTV, eles são desconhecidos - pelo menos por aqui - e não lançaram ainda um segundo CD. Quer dizer, sou eu a única que adora essa banda?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.myspace.com/stereograma"&gt;Myspace&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/stereograma"&gt;TramaVirtual&lt;/a&gt; (onde pode-se baixar o CD e o EP de 2009)&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jyGXPmYhUis?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jyGXPmYhUis?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;___________________&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Direto de um Lan House do litoral catarinense, com o cérebro derretendo. Não, não fiz agora esse post, seria impossível no meu estado atual, mas tava salvo aqui, de um dia de boa vontade minha para com o blogger. Então, está aí.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5667870981151367624-6188706624692529997?l=algomaispraler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algomaispraler.blogspot.com/feeds/6188706624692529997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5667870981151367624&amp;postID=6188706624692529997&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6188706624692529997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5667870981151367624/posts/default/6188706624692529997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algomaispraler.blogspot.com/2011/01/cinco-das-quais-n.html' title='Cinco das quais não falei'/><author><name>Ana Seerig</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09103352225593904910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/-zJUhy3noiPA/TYYWr_38zlI/AAAAAAAAA48/PpNk_0qDJ44/s220/Show%2BGulivers%2B%2528por%2BRamon%2BMunhoz%2529%2B2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5667870981151367624.post-7976664525960304185</id><published>2011-01-09T17:24:00.004-02:00</published><updated>2011-01-09T18:44:00.577-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Causos'/><title type='text'>Um causo</title><content type='html'>- Buenas!&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ah, pai, finalmente o senhor chegou. Bem sabes que tenho que ir à missa que pedimos para Ivone. Já devem estar me esperando para irmos à igreja. Sente-se aqui e faça sala à nossa visita. - E virando-se para aquele que estava sentado à sua frente: - Mais uma vez, desculpe-me. Saio às pressas, mas já expliquei a razão, não sei se de maneira clara, mas da melhor forma possível. Meu pai sabe o caso melhor que eu, se é que estás curioso. Realmente preciso ir, mas espero que, da próxima vez que vieres aqui, não tenha eu a necessidade de sair, ainda mais desse modo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mal terminou de falar, estendeu a mão ao visitante, pegou sua bolsa e saiu. Ainda de pé, seu pai pode vê-la pela janela andando pela trilha que levava até a casa vizinha, onde a esperavam. Riu consigo mesmo da pressa da filha e do modo rápido com que caminhava. Lembrou-se então do visitante, foi até ele, estendeu-lhe a mão e disse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Há quanto tempo o senhor não nos dá notícia, hein? Por onde tens andado?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Apenas preso na cidade. Uma vez lá, dificilmente se escapa. Faço o possível para vez por outra refugiar-me no campo e rever familiares e conhecidos, mas o consigo com menos frequência do que gostaria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maneco, o pai daquela que acabava de sair correndo dali, sorriu como se dissesse "Bem o sei" e, recebendo a cuia do visitante, vendo-o lavado, pôs-se a fazer outro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Será que o senhor poderia me explicar para onde ela foi com tanta pressa? Entendi apenas que é uma missa para uma pobre moça cuja morte ela tentou explicar-me mas não entendi. A palavra da qual mais me lembro é "escada", que parece ser a maior lembrança dela sobre o caso, o que me deixa ainda mais encucado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maneco riu para si e, olhando para o visitante curioso, ficou subitamente sério. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É uma história complicada e, especialmente, triste. Aconteceu há muito tempo, minha filha devia ter seus 5 anos ou quem sabe menos, ou seja, há mais de 30 anos que tudo isso se passou. Queres mesmo ouvir a história?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se não for pedir muito. - respondeu simplesmente o visitante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Histórias passadas são difíceis de desenterrar, mas essa está completamente viva em minha mente. A moça cuja missa é dedicada era prima de minha esposa, morava justamente nessa chácara ao lado, junto com seus pais e irmãos. Ou pelo menos ali estava quando fez o que fez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O que ela fez? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Espere um minuto, já me sento aí e conto tudo. - Disse com um sorriso triste. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O visitante assentiu com a cabeça e o observou Maneco colocar àgua quente na garrafa térmica e tomar o primeiro mate. Em seguida, com a cuia em uma mão e a garrafa em outra, sentou-se na cadeira antes ocupada pela filha, encheu a cuia e passou-a ao visitante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Os donos atuais da casa ao lado moram na cidade e, portanto, contrataram caseiros, que cuidam do gado e tudo mais. São eles um casal com seu filho, sendo o pai da família primo de meus filhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Parentes! - disse o visitante, na tentativa de aliviar aquele ar triste que vinha de seu interlocutor. Este riu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim, parentes por toda parte! - Voltou ao ar sério. - Talvez o senhor, morando agora na cidade, não dê atenção a este detalhe e o chame de bobagem, mas a esposa desse caseiro, na última vez que aqui esteve, reclamou de mal estar, enquanto seu marido reclamava de suas súbitas mudanças de humor que, por vezes, assustavam o filho. A explicação que encontraram pra isso e que eu, homem nascido e criado no campo, com suas crendices e tradições, acredito, é que ela tem sido afetada pelo espírito da moça que, há trinta anos atrás, ali se matou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Matou-se? - O visitante pareceu espantado. E, diante de um assentimento de cabeça do anfitrião, continuou: - Lembre-se que me criei no campo, seu Maneco, e, portanto, conheço muitas dessas crendices. Deixe-me ver se entendi: creem então que o espírito da moça suicida está inquieto por ter 
